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ARQUIPÉLAGO DE FERNANDO DE NORONHA
Patrimônio Mundial, tombado pela UNESCO
em 2001 – Ilhas Atlânticas Brasileiras: Reservas de Fernando de Noronha e Atol
das Rocas
UNESCO World Heritage, Inscription 2001 (25th Session) – Site Brazilian Atlantic
Islands: Fernando de Noronha and Atol das Rocas Reserves
Distrito Estadual de Fernando de Noronha (www.noronha.pe.gov.br)
Autarquia
Territorial do Poder Executivo do Estado de Pernambuco
Não gosto de utilizar clichês, mas como diz o ditado: “antes tarde do que nunca”! Só de lembrar que eu relutava em conhecer essa ilha porque não curto praia, não me conformo... Mas, hoje, com 45 anos de idade, já posso exprimir e divulgar: o Arquipélago de Fernando de Noronha é simplesmente maravilhoso! E suas praias então? São as melhores do Brasil!
Nesta página, com alma de turista e embriagado de saudade, desejo mostrar a ilha tal como eu a conheci: pesquisando na internet, estudando e perguntando para os ilhéus quando tive a oportunidade de conhecer o arquipélago. Absolutamente tudo me encantou. Aliás, sinto-me enfeitiçado, seduzido pelo local. É como se alguém ou algo tivesse lançado uma magia, um encantamento sobre mim...
Será que é “mistério” do deus dos mares Possêidon ou será a “vibração” do planeta Netuno? Talvez. Dizem que ambos “influenciam e nos motivam” a buscar o imaginário, o místico, ou até o contato com Deus...
É sabido que na ilha, antigamente, além da maior dor, a da saudade, o presidiário viveu a sua pena quase que absolutamente alheio às coisas do continente ou do mundo, a não ser pelas escassas notícias que de lá lhe chegavam trimestralmente. Hoje, muitos afirmam que o local é impregnado de “energia negativa” devido às doenças, às inúmeras mortes e a tanto sofrimento daqueles sentenciados de outrora...
Estórias são contadas sobre fantasmas. Uma delas narra sobre a chamada Casa Grande do Sueste que é considerada mal assombrada pela fama de ter funcionado ali o hospital de beribéricos (o beribéri é uma doença provocada pela deficiência da vitamina B1). Bem, pelo menos o “ronco do leão” e o “buraco da Raquel” têm fundamentos; e são outras histórias contadas no decorrer desta página.
Xi! Mas são tantas as coisas que a gente escuta naquele pedaço de chão. A começar pela narrativa dos próprios guias. Conheci um nato contador de histórias. Cativante, ele soube deliciar um punhado de turistas num dos passeios que realizei.
Nada contra o esoterismo ou filosofias do gênero. Tampouco pretendo rumar em direção oposta ao conhecimento de ordem sobrenatural. Entretanto, acho melhor declarar mesmo que estou fascinado e tomado de amores por essa ilha. Também que pretendo buscar pela própria iniciação, daquele instruído em conhecimento, em natureza, em realismo, em beleza. Então, vamos ao que interessa: ao Arquipélago de Fernando de Noronha.
VEJA GALERIA PÚBLICA DE FOTOS NO ÁLBUM DO PICASA
http://picasaweb.google.com/girafamania
O Morro do Pico (mostrado em quatro fotografias abaixo) é conhecido como o cartão-postal do Arquipélago. Possui 323 metros de altitude, está localizado no bairro da Floresta Velha, mas é avistado de quase todos os cantos da ilha. O Morro Dois Irmãos (que aparece nas duas últimas fotos) é outra ilustração muito utilizada para designar o arquipélago.
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Nas encostas da enseada, muitos arbustos e ervas encontram-se recobertos pela trepadeira introduzida e denominada popularmente de jitirana (Ipomea spp.), que coalha quase todos os ambientes da ilha, recobrindo e sufocando a vegetação nativa; igualmente podemos encontrar a jitirana-da-praia (Ipomea pes-caprae). Outras espécies introduzidas: o arbusto chumbinho (Lantana camara) que forma densas populações emaranhadas, onde nada mais consegue crescer; a arvoreta coronha (Acacia farnesiana) com flores amarelas perfumadas e muitos espinhos; e a árvore flamboyant (Delonix regia) que deixa a ilha rubra na Primavera.
Árvores de grande porte que podem chegar a 20 metros de altura: a endêmica gameleira (Ficus noronhae), cujo exemplar mais bonito fica na Praia do Bode; o nativo, mas não endêmico mulungu (Erythrina velutina var. aurantiaca), cuja floração começa em setembro, como é comum na ilha, fica muito bonito; e o ipê-branco (Tabebuia roseo-alba). Outras árvores que formam um estrato com cerca de 6 a 7 metros de altura na floresta são: joão-mole (Pisonia darwinii) e burra-leiteira (Sapium sceleratum), cujo leite cáustico produz fortes queimaduras na pele. Outras espécies: o cactáceo xiquexique (Pilosocereus gounellei); a também endêmica azedinha (Oxalis noronhae); o jitó (Capparis cinophalophora), uma árvore baixa que apresenta boa distribuição em todo arquipélago.
A espécie Combretum rupicola é prá lá de especial... Veja a página da família! Abaixo, na sequência: tronco da gameleira, flores e sementes de chumbinho, tronco do mulungu, flores de flamboyant e xiquexique.
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CURIOSIDADES
Dados do Arquipélago de Fernando de Noronha
Coordenadas Geográficas: Latitude 03º 51’ 13” sul (S) e Longitude 32º 25’ 25”
oeste (W); abaixo da Linha do Equador
Composição: Constituído por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de natureza vulcânica,
que ocupam uma área de 26 km².
Ilha Fernando de Noronha (a maior de todas as 21 ilhas) possui 17 km² de extensão,
cujo maior eixo tem cerca de 10 km de comprimento, largura máxima de 3,5 km
e perímetro de 60 km.
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha: abrange uma área de 112,7 km²,
correspondentes a cerca de 70% da área total do arquipélago.
Estado: Pernambuco | Região: Nordeste | DDD: 81 | População
Gentílico: noronhense.
Distância de Recife: 545 km, aproximadamente
1h40 de avião – Pernambuco
Distância de Natal: 360 km, aproximadamente
1h10 de avião (345 km do Cabo de São Roque) – Rio Grande do Norte
– Como chegar Via Aérea: saindo de Natal (Aeroporto Internacional Augusto Severo), capital do Estado do Rio Grande do Norte (RN), e de Recife (Aeroporto dos Gurarapes), capital do Estado de Pernambuco (PE), saem voos diários para Fernando de Noronha. Pacotes de viagem são organizados por agências de turismo de todo o país. Outra opção interessante é embarcar num dos cruzeiros pela costa brasileira – entre outubro e fevereiro – onde a visita à ilha está sempre presente nos roteiros.
Nota: Natal recebe cinco voos regulares da TAP. Acordos com a Trip Linhas Aéreas poderá atrair novas oportunidades para promover o destino Fernando de Noronha no mercado internacional, incrementando mais ainda o turismo da região. A atual proposta é de unir dois Estados: Rio Grande do Norte e Pernambuco, dois polos importantes no segmento do turismo brasileiro, com o propósito de abrir novas portas no mercado europeu para dois destinos em crescimento...
– O fuso horário é de 1 hora a mais em relação ao horário de Brasília (exceto no horário de verão). Antigamente existia um quarto fuso, adiantado de uma hora em relação ao do Rio, que compreendia o arquipélago de Fernando de Noronha, Atol das Rocas e Ilha de Trindade (hoje incluídos no fuso do Rio).
– Todo abastecimento é feito através de barcos cargueiros provenientes de duas cidades: Recife e Natal.
– Entre os meses de abril e junho a região é mais propícia a chuvas, muitas vezes rápidas e passageiras, porém com muitos insetos que atacam as pernas... Nos demais meses do ano os dias são sempre ensolarados. A temperatura média é de 24 graus a 28º C.
– A revista O Cruzeiro, de 02/08/1930, na matéria coalhada de adjetivos: A ilha de Fernando de Noronha, revela que “viver nesta ilha é viver fora do mundo”, referindo-se ao presídio ou sanatório marítimo como a flor das ilhas do Norte, uma vez que Paquetá é considerada a miss das ilhas do Sul.
– Presos Famosos. Durante o período em que funcionou um presídio em Fernando de Noronha, primeiro comum e depois político, muitos homens ilustres por lá passaram. O caso mais notório foi o de Miguel Arraes (1916-2005), Prefeito do Recife e por três vezes Governador do Estado de Pernambuco. Ele estava na metade de seu primeiro mandato como Governador, quando foi deposto pelos militares com o Golpe Militar de 1964 e enviado para a ilha – onde permaneceu onze meses. Libertado em 25/05/1965, exilou-se na Argélia. Em 1979, com a anistia, volta ao Brasil e à política. Em 1988, época da reintegração da ilha a Pernambuco, por coincidência, era Miguel Arraes novamente o Governador deste Estado (1987-1990), passando a comandar aquele mesmo local onde um dia esteve na condição de prisioneiro.
Para lá também foram banidos os ciganos do Brasil, em 1739, por serem considerados vadios e desordeiros (Carnaval) e, em 1890, tiveram o mesmo destino os capoeiristas, logo no início do período republicano. Por fim, preso em Noronha também esteve o cangaceiro de Lampião Galo Branco, que cumpriu sua pena e ficou na ilha até idade avançada, tendo constituído família e se integrado à vida dos ilhéus.
Assunto: Deportadas para Fernando de Noronha as vítimas da ação de extermínio da capoeira no Rio, 1890. Repressão aos capoeiras no Rio de Janeiro. Presidente: Manuel Deodoro da Fonseca. Cartas de um capoeira. In: Novidades, 13/01/1891. Conjunto de cartas publicadas no jornal Novidades, entre 13/01/1891 e 09/02/1891, atribuídas a uma vítima da repressão policial que, sob as iniciais JS, narra as suas desventuras por ter sido confundida com um capoeira: foi presa e conduzida à ilha de Fernando de Noronha. As cartas, de autenticidade não comprovada, são um libelo contra o novo regime e uma condenação às práticas ilegais acionadas pelas autoridades republicanas. Descrição: Proclamada a República, uma das primeiras medidas do novo regime foi promover uma intensa repressão aos grupos de capoeiras da Capital Federal. Desde as últimas décadas do Império, estes grupos mantinham relações com políticos e partidos monarquistas. Com a Abolição, intensificaram-se a popularidade do regime monárquico e o apoio que os grupos de capoeiras lhe conferiam. A repressão republicana, comandada pelo chefe de polícia Sampaio Ferraz, visava, portanto, não só a ordem pública, mas também a desarticulação de uma possível oposição popular ao novo regime. Juntamente com os capoeiras, algumas lideranças monarquistas foram perseguidas e enviadas para a ilha de Fernando de Noronha. Fonte: www.republicaonline.org.br.
– Cerca de 20 naufrágios ocorreram nas águas de Fernando de Noronha. Um deles foi o do navio grego Eleani Stathatos que afundou na Baía de Santo Antônio (8 m) em 1929, impedindo, até hoje, a chegada de navios maiores àquele local. O navio de guerra Ipiranga, conhecido como Corveta V17, da Marinha Brasileira, criou um paraíso para os mergulhadores. O local, a 63 metros de profundidade nas águas da Ponta da Sapata, onde esta embarcação se encontra atualmente, é considerado um dos 10 melhores pontos do mundo para o chamado “mergulho em naufrágio”.
Outras curiosidades:
– Quando um fato importante acontece em Noronha todos ficam sabendo, pois os
boatos correm “da Rata à Sapata”, extremidades da ilha. Esta peculiar “rede
de informações” é chamada popularmente de “rádio sapata”.
– Até meados do século XIX era proibido o envio de mulheres para a ilha, não
havendo exceção nem mesmo para o Comandante.
– Os que passam de barco próximo ao morro onde está a Fortaleza dos Remédios, assustam-se: um ronco enorme, apavorante, acontece com bastante regularidade. Apurando os ouvidos, percebe-se de onde ele vem: de uma fenda profunda, junto ao mar, e da violência da água penetrando caverna adentro. É o “ronco do leão”, um “grito”, como se uma fera enjaulada ali estivesse, defendendo seus domínios, impedindo a entrada de estranhos...
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Arquipélago de Fernando de Noronha – Turismo Nacional (National Tourism – Archipelago of Fernando de Noronha)
Fernando de Noronha é um arquipélago vulcânico isolado no oceano Atlântico, sendo sua ilha principal (de mesmo nome e única habitada) a parte visível do topo de uma cadeia de montanhas submersas nas águas do Atlântico Equatorial Sul (Dorsal Mediana do Atlântico). A base dessa enorme formação vulcânica está a mais de quatro mil metros de profundidade. Estudos realizados demonstram que a formação do arquipélago data de um vulcão extinto há milhões de anos (dois a doze)...
Descoberto por acaso em 10/08/1503 (dia consagrado pela Igreja Católica a São Lourenço), no mesmo dia em que aconteceu o 1° naufrágio do Brasil, este lugar encantou o considerado “oficialmente” seu descobridor, Américo Vespúcio, fazendo-o narrar em carta toda aquela beleza (1504). Vespúcio foi integrante de uma das naus da expedição de Gonçalo Coelho, conhecida como “2ª Expedição Exploradora”. A nau Capitânia da expedição de 1503 afundou próxima às chamadas “Pedras Secas”... A ilha, chamada de muitas formas nas cartas náuticas antigas, foi doada ao financiador da expedição que a descobriu, o fidalgo português Fernan de Loronha, tornando-se a 1ª Capitania Hereditária do Brasil.
Abandonada pelo donatário que jamais tomou posse de suas terras, a ilha sofreu vários ataques de piratas e atraiu as atenções de muitos povos. O Arquipélago permaneceu desabitado por mais de duzentos anos, sendo abordado por normandos (1505), alemães (1534), franceses (1556, 1558 e 1612), ingleses (1577) e ocupado temporariamente por holandeses (que permaneceram no arquipélago por 25 anos, entre 1629 a 1654) e franceses (que lá viveram pouco tempo, entre 1734? ou 1736 a 1737), chamando-a “Isle Delphine”.
Temendo novas investidas, o Reino de Portugal, pela Capitania de Pernambuco, ocupa Fernando de Noronha em 1737, implantando um sistema defensivo, composto de 10 fortes, localizados acima de todas as praias onde fosse possível o desembarque. Implanta, também, uma Colônia Correcional para presos comuns de Pernambuco que, eventualmente, recebia presos políticos dos grandes conflitos ocorridos no Brasil. Em diversos períodos políticos nacionais também foram abrigados presos políticos, como os ciganos do Brasil (em 1739), os farroupilhas (em 1844) e os capoeiristas (em 1890).
Nota: Em 1755 por carta régia de 16 de agosto, Angola passou a contribuir com a quantia anual de 4.000$000 réis, para cobrir as despesas do presídio de Fernando de Noronha, subsídio esse que durou até a véspera da proclamação da independência do Brasil...
Nota: Em 1897 o governo do Estado de Pernambuco toma posse definitiva do presídio de Fernando de Noronha, que passa a ser prisão estadual, permanecendo o arquipélago sob domínio pernambucano até o ano de 1938, quando foi vendido ao Ministério da Justiça, tendo o governo federal pago a título de compensação a quantia de Cr$ 2.000.000,00, transformando a ilha em presídio político e colônia correcional.
Em 1938, o Arquipélago passa a ser administrado pelo Governo Federal, que instala, oficialmente, um presídio político na ilha. Em 1942, tornou-se um Território Federal. No ano seguinte, decreto federal dispõe sobre a administração da nova unidade da federação, que ficou a cargo do então Ministério da Guerra. Em 23 de agosto, assume o cargo o primeiro governador do Território Federal de Fernando de Noronha, o Coronel Tristão de Alencar Araripe.
Noronha foi administrada pelo Exército até 1981, pela Aeronáutica até 1986, pelo Estado Maior das Forças Armadas (EMFA) até 1987 e pelo Ministério do Interior (MINTER) até 1988, quando se deu a reintegração a Pernambuco. Desse tempo de administração militar, veio grande parte da infra-estrutura como aeroporto, estradas, escola, hospital etc. Acordos entre o governo brasileiro e os Estados Unidos foram feitos para a instalação de americanos no arquipélago de 1942 a 1945, durante a II Guerra Mundial.
Também em 1942 instalou-se na ilha uma base avançada da II Guerra Mundial (Departamento Misto) e uma base americana de cooperação de guerra. Os americanos voltariam a viver em Noronha no período de 1957 a 1965, conduzindo um Posto de Observação de Mísseis Teleguiados (base de rastreamento de satélites), operada pela NASA...
Em 1987 começa a administração civil, através do Ministério do Interior, sendo o único governo civil que o território conheceu. Com a Constituição de 1988, o arquipélago é reintegrado ao Estado de Pernambuco e passa a ser o único Distrito Estadual do País. Agora, tem seu destino gerido por um Administrador Geral, nomeado pelo Governador do Estado e referendado pela Assembleia Legislativa de PE...
Algumas atrações merecem destaque no Arquipélago de Fernando de Noronha, como o Parque Nacional Marinho. Subordinado ao ICMBio, o Parque tem como principais objetivos: proteger espécies representativas dos ecossistemas (terrestre e marinho) e proporcionar oportunidades controladas para visitação, lazer, educação ambiental e pesquisa científica. Noronha é um dos raros locais do mundo onde ocorre concentração de golfinhos-rotadores.
Na Baía dos Golfinhos toda a área está reservada para descanso e reprodução dos golfinhos-rotadores, que encantam os visitantes pelos saltos acompanhados de verdadeiras acrobacias aéreas. Nas praias do Leão e do Sancho estão os principais locais de desova das tartarugas marinhas aruanãs, também conhecidas como tartarugas-verdes. Protegidas pelo Ibama, por meio do Projeto Tamar, as tartarugas podem ser observadas a partir de novembro, agrupadas na superfície da água, época em que se inicia o processo de reprodução. Mergulhando, pode-se observar a tartarugas-de-pente que utiliza o arquipélago apenas como local de crescimento e alimentação.
Ao todo são 16 praias que fazem de Fernando de Noronha o lugar perfeito para o banho de mar e o mergulho. No mês de setembro, as chamadas praias do mar-de-dentro (área da ilha voltada para a costa brasileira) ficam extremamente calmas e a visibilidade chega a 50 metros de profundidade, o que dá a Noronha o status de um dos melhores lugares de mergulho do mundo.
Em setembro, também, se realiza a Regata Internacional Recife / Fernando de Noronha, uma aventura marítima de 300 milhas náuticas, reunindo velejadores do Brasil e do exterior. De dezembro a março, o vento e as correntes transformam as praias do mar-de-dentro no palco para o “show do surf”. Fernando de Noronha também é conhecida como o “Havaí brasileiro” por conta das ondas que chegam a quatro metros de altura. Surfistas de todo o País e do exterior frequentam a ilha.
Texto (adaptado para Girafamania) de: Edrise Aires Fragoso, Administrador Geral da Ilha Distrito Estadual de Fernando de Noronha.
Em 1817, por ocasião da revolução republicana de Pernambuco, o governo provisório nomeou o capitão José de Barros Falcão de Lacerda para desmantelar as fortificações da ilha e levar de volta o destacamento e os sentenciados. Em 1822, assume o comando de Fernando de Noronha o coronel Luís de Moura Accioli. A ilha continua a ser dependência de Pernambuco, passando seus assuntos internos para o âmbito do Ministério da Guerra. Em 1865 é promulgado o regulamento para o presídio e em 1877 é transferida a administração e o custeio para o Ministério da Justiça. Em 1885 o imperador Pedro II assina decreto aprovando novo regulamento para o presídio.
Resumo da Formação Administrativa: Em divisões territoriais datadas de 31/12/1936 e 31/12/1937, figura no município de Recife o Distrito de Fernando de Noronha. Pelo decreto-lei federal, de nº 4.102, de 09/02/1942, o Distrito de Fernando de Noronha é elevado à categoria de Território Federal, desmembrado de Recife. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o Território Federal é constituído do distrito sede. Em divisão territorial datada de 01/07/1960, Fernando de Noronha figura como Território Federal. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 18/08/1988. Pela constituição federal promulgada em 05/10/1988 (art. 15 do ato das disposições constitucionais transitoriais) o território foi extinto, deixando de ser uma unidade da federação, sendo sua área reincorporada ao Estado de Pernambuco. Pelo artigo 75, da constituição estadual de 05/10/1988, Fernando Noronha é Distrito Estadual de Pernambuco. Assim permanecendo até hoje.
Conheceu a pirataria dos mares e a presença de outros povos: alemães, ingleses, holandeses e franceses. Foi presídio comum de Pernambuco (de 1737 até 1938 quando foi extinto), presídio político da União (1938/1942), destacamento misto da II Guerra Mundial (1942/1945), território federal (1942/1988) e, finalmente, reintegrado ao Estado de Pernambuco pela Constituição em 1988.
A Ilha de Fernando de Noronha é acidentada, com diversas elevações, destacando-se os morros: Morro do Pico (com 323 m de altura), Morro do Espinhaço (223 m, cuja extremidade está o Morro da Boa Vista), Morro do Francês (195 ou 198 m), Morro do Alto da Bandeira (160 m), Morro do Curral (126 m) e o Morro de Santo Antônio (105 m). Outros: Morro Dois Abraços (191 m), Morro Madeira (172 m), Morro da Quixabinha (151 m), Morro Branco (49 m).
Nesta ilha estão dois sítios históricos: a Vila dos Remédios e a Vila da Quixaba; várias ruínas de fortalezas como Forte de Nossa Senhora da Conceição (1737), Forte de Santo Antônio (1737), Forte de São João Batista dos Dois Irmãos (1739), Forte de São Joaquim do Sueste (1739), Forte de São Pedro do Boldró, entre outras; também as vilas residenciais, as Pousadas, o Aeroporto, a Creche, a Escola, o Hospital, a Usina Elétrica Tubarão, a Usina de Tratamento d’Água Pirauna, a Usina de Dessalinização, a Usina de Tratamento de Lixo e demais serviços. Em outros pontos do Arquipélago existem ilhas, ilhotas e rochedos no total de 20 Ilhas Secundárias (Secondary Islands).
Vila dos Remédios – Sítio histórico composto por antigos casarios, ruínas de velhos presídios e o lindo Forte dos Remédios ou Fortaleza de Nossa Senhora dos Remédios (1737), datada do século XVIII é o principal forte construído na Ilha.
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Igreja de Nossa Senhora dos Remédios (vista frontal e lateral), originalmente Nossa Senhora do Bom Remédio, construção iniciada em 1737 e concluída em 1772 – data que aparece em sua fachada. Pertencente à Arquidiocese de Olinda e Recife – Pernambuco, foi tombada pelo IPHAN em 1981. Uma imagem portuguesa da Virgem dos Remédios foi entronizada no altar, mas desapareceu em 1817... Hoje, a Virgem dos Remédios é venerada com duas belas imagens, corretamente feitas em madeira e resina, pelo santeiro de Olinda Elias Sultanun, em tamanhos diferentes, para servirem às Procissões (a imagem menor) e reinar no altar-mor do templo (a imagem maior).
Notas: A primeira missa celebrada na ilha ocorreu em 1612, pelo frade capuchinho francês Frei Claude D’Abbeville, companheiro do conquistador de Maranhão, numa parada de suas embarcações na ilha... Houve a presença calvinista holandesa (Congregação Reformada Calvinista), entre 1629 e 1654, quando da permanência da Holanda... No período do Território Federal eram os capelães militares que cumpriam tarefas religiosas para a população. Padres-capelães do Exército e, depois, da Aeronáutica, prestavam assistência aos fiéis, sobretudo realizando as celebrações especiais ao longo do ano, como a Festa da Padroeira, no Dia da Padroeira de Fernando de Noronha, Nª Sª dos Remédios (29 de agosto), a Festa de São Pedro (junho), a Primeira Eucaristia, a celebração do Natal, etc. Há também registros de denominações evangélicas e do grupo espírita, igualmente cristãos, que vivem a sua fé no mesmo pedaço ilhado... O padre-residente, Glênio Guimarães Braga Costa, proveniente da Diocese da Paraíba, foi empossado solenemente no dia 18/06/2010, na Igreja Nossa Senhora dos Remédios. O arquipélago faz parte da paróquia São Pedro Gonçalves, cuja Igreja Matriz é a Madre de Deus, localizada no Recife Antigo.
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Aldeia dos Sentenciados – Edifício em que pernoitavam os sentenciados de mau comportamento. Constava de dois salões laterais, voltados para um pátio central, onde eram dispostas barras de madeira para dormida. Celas, vestíbulo, cozinha e cacimba, também compunham o conjunto. O edifício compreendia uma área de 1.275 m². Durante alguns períodos foi usado exclusivamente como presídio feminino. No local, há uma réplica da fotografia do arsenal em 1929.
Memorial Noronhense – Construção civil de grande porte na praça, em frente à Igreja Nossa Senhora dos Remédios, teve muitos usos como residência, aquartelamento de soldados e depósito de mantimentos. Reconstruído em 1990, abrigou o Museu e Arquivo Histórico. Em 1998, com recursos federais, transformou-se em Memorial Noronhense Espaço Cultural Américo Vespúcio, com informações históricas e iconográficas.
Palácio São Miguel – O edifício abriga um vitral cuja placa no local informa: 'Vitral confeccionado em vidros importados, em 1947, por Aurora de Lima, discípula do grande artista Heinrich Moser, considerado o maior vitralista do Brasil. Foi instalado quando da reforma da antiga “Directoria do Presídio” (1948) transformada no Palácio São Miguel, sede administrativa. Restaurada em janeiro de 2000, pelos vitralistas Suely Cisneiros e Fernando Floriano, discípulos dessa mesma escola de arte. Representa o Arcanjo São Miguel, lutando contra o mal.'
Da esquerda para à direita, as fotos mostram: janela da Aldeia dos Sentenciados (Convicted’s Ville window), Memorial Noronhense (Noronha’s Memorial), Palácio São Miguel (São Miguel Palace) e o belo vitral no interior do Palácio São Miguel, na Vila dos Remédios – sede administrativa do Distrito Estadual de Fernando de Noronha.
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Vila da Quixaba – A Vila da Quixaba ou da Sambaquixaba foi o segundo núcleo urbano da ilha de Fernando de Noronha, do final do século XVIII e começo do século XIX. Situado na planície da Quixaba, 6 quilômetros da Vila dos Remédios, aproximadamente, ergueu-se em torno da Capela de Nossa Senhora da Conceição, também chamada de Capela da Quixaba, e do Alojamento dos Sentenciados – casarão destruído por explosão? na época da II Guerra Mundial. 16 casas serviam de residência aos presos de regime aberto. Nota: A vila abriga também o Forte Dois Irmãos (o qual não visitamos)...
A toponímia em tupi-guarani que denominou o conjunto chama a atenção pelo seu uso em uma ilha, por significar “grande monte de conchas” que, no continente, está associado a um tipo de sítio arqueológico, conhecido como sambaqui (de monte, ajuntamento, monte de cascas). Nos registros mais antigos a vila é chamada de Sambaquixaba. Nos documentos recentes, o nome que predomina é Quixaba. Nos períodos de “Quarentenário Veterinário” (1952/1953 e 1963/1964), parte do espaço da vila foi usada para esse fim.
A Capela da Quixaba é uma edificação do tipo salão (nave única), com altar central de grande proporção (único bem artístico integrado), sendo uma construção religiosa com características arquitetônicas de cunho popular. Alguns elementos decorativos de sua portada principal e do altar lembram símbolos relacionados com outras religiões. A visão mais antiga que se conhece dessa capela é de 1890, em aquarela pintada por Antonio F. de Lima (mostrada abaixo na fotografia central), acervo do IAHGP – Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (www.institutoarqueologico.com.br). Nela a edificação aparece ladeada por duas construções: uma que serviria como abrigo para o padre; e outra que seria a sacristia, provavelmente. Sabe-se que essa capela foi reconstruída três vezes, sempre pela mão de obra carcerária, uma em 1837, outra após 1839 e a última no tempo em que foi capelão do presídio o Padre Francisco Adelino de Brito Dantas (entre 1888 e 1890).
Sendo uma edificação “em pedra e cal” a Capela da Quixaba é um marco referencial do processo de ocupação da ilha. O sino que aí havia também foi abandonado e doado a uma capela do interior do Rio Grande do Norte. A imagem de N. Sª. da Conceição, em madeira policromada, datada do século XIX, foi extraviada na década de 30. Uma outra, de N. Sª. das Graças, foi então entronizada, vindo daí as duas denominações dadas a esse pequeno templo, chamado de Capela da Conceição (nos livros antigos) e Capela das Graças (na memória mais recente da população).
Respeitando-se as duas iconografias de tempos diferentes, a restauração atual (2000) entronizou duas imagens, ambas da Virgem Maria, tal como é descrita: “Conceição” (Maria como exemplo de pureza, tendo aos pés a serpente – símbolo do pecado original do qual ela foi isenta –, e a lua – refletindo a luz que a inundou desde o nascimento) e “Graças” (Maria sobre um globo terrestre, esmagando uma serpente com os pés, de braços estendidos e mãos abertas, de onde emergem raios de luz que derramam graças em direção à terra); a qual aparece entronada no altar atualmente, na foto tirada em 05/2010.
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“MAR DE DENTRO”
Rochedo ou Ilha Dois Irmãos – Muito semelhantes entre si, formadas por rochas vulcânicas de cor escura, sobre as quais existem resíduos de “guano”, que lhes acrescentam tons esbranquiçados. É o mais significativo afloramento de lavas vulcânicas do Arquipélago, tendo inspirado uma das famosas lendas de Fernando de Noronha, a “Lenda do Pecado”, onde são considerados “os seios de uma mulher gigantesca, petrificados por castigo de haver pecado”...
Ilha da Conceição ou do Morro de Fora – É a mais atingida pela erosão. O grande bloco de pedra assemelha-se a um cachorro, deitado, tendo como “cauda” o Pião, um bloco maciço que é considerado – pelo seu equilíbrio – como prova de não existirem tremores de terra no Arquipélago.
Ilha de São José – Composta de rochas basálticas, escuras, está ligada à ilha principal por um caminho de seixos negros arredondados, que permitem acesso na maré baixa. No alto foi construído o Forte de São Jose do Morro (século XVIII; parece que levaram três anos para construir o forte, de 1758 a 1761) – único do sistema defensivo implantado fora da ilha principal. Ilha do Cuscuz – Formada por rocha basáltica, próxima ao Morro de São José, tem seu nome originário na semelhança com o “cuscuz nordestino”. Ilha do Chapéu do Nordeste – Pequena formação calcarenítica junto às rochas de acesso ao Morro de São José...
Baía e Porto de Santo Antônio – Vila do Porto. Possui uma pequena praia de areia, com águas calmas – local de embarque/desembarque dos barcos que abastecem a ilha e dos passeios turísticos. A área é um excelente mirante; destaque para o pôr do Sol. Nas proximidades podemos ver a Praia da Biboca, as ruínas do Forte Santo Antônio, que data do período da colonização. Também a pequena Capela de São Pedro dos Pescadores, localizada na parte alta da região da Air France. Segundo placa local: Registrada em fotos do início do século XX a capela não possui culto regular, somente sendo utilizada por ocasião da Festa de São Pedro, em 29 de junho, quando daí parte a procissão para fazer a “Buscada Marítima” em louvor ao padroeiro dos pescadores. Por detrás da capela, no mar-de-fora, avistam-se os rochedos “Pedras Secas”, local do naufrágio ocorrido em 1503, marco do descobrimento do arquipélago. Logo abaixo do morro está o “Alagado da Raquel”, cuja entrada não é permitida, devido à fragilidade do ambiente marinho.
A imagem de São Pedro é levada em procissão até o cais do Porto Santo Antônio, onde as pessoas esperam o início da tradicional “Barqueata” ou “Buscada Marítima” – em louvor ao santo. De acordo com estimativa da Marinha do Brasil, a procissão marítima contou com cerca de 30 barcos, em 2008. A celebração é organizada pela Associação Noronhense de Pescadores (Anpesca), geralmente, com o apoio da Administração do Distrito e empresariado local.
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Ponta da Air France – Localizada no extremo nordeste da ilha principal, ideal para contemplação e mergulhos, diante das Ilhas Secundárias. O nome deriva do uso do local, na década de 30, pela empresa Aeropostale/Air France, como base de apoio aos voos realizados sobre o Atlântico. Hoje, a edificação que resta foi restaurada e abriga o “Espaço Cultural Air France”, onde fica a Associação de Artistas e Artesãos Noronhenses, com cursos voltados para a iniciação artística de crianças.
Ilha Rasa (ao lado da Ponta da Air France), Ilha do Meio (entre a Rata e o rochedo Sela Gineta) e Ilha da Rata – as quais podem ser vistas do Morro do Francês (Frances Hill). A Rata ou Ilha dos Ratos, a maior das ilhas secundárias do arquipélago (6,8 km²), é formada por rochas escuras com paredões abruptos e revestida de fosfato de cálcio (“guano”), resultante do acúmulo e da solidificação de excrementos das aves marinhas, considerado “o maior depósito de fosfatos zoógenos do Brasil”. Possui um farol para orientação à navegação, hoje automático. Também ruínas da empresa de experimento comercial Companhia de Guano, estabelecida no final do século XIX, que explorou o fosfato de cálcio da região. Possui vegetação arbórea, incluindo: burra-leiteira, leucena, pinhão-branco, gameleira, entre outras.
Destacam-se na Ilha Rata o “Pontal da Macaxeira” e a Ilha do Lucena – ponta da Rata que vem se separando pela ação do mar, que na maré alta quase se configura como outra ilha e na maré baixa se percebe sua ligação com a Rata, da qual origina. Uma escada de ferro encravada na rocha, em sua face sul, permite o acesso de estudiosos e controle da Marinha. O seu último morador foi Júlio Grande, figura emblemática, que aí se manteve com trabalhos agrícolas, pescarias e mergulhos a 30 metros, “no fôlego”, sem ajuda de equipamentos. Rochedo Sela Gineta – Composto por rocha fonolítica, situa-se entre as ilhas Rasa e do Meio, destacando-se pela sua imponência topográfica. Seu nome decorre da semelhança com o dorso de um ginete (cavalo, corcel).
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Praias do Cachorro, do Meio e da Conceição – Compõem uma trilogia litorânea, uma seguida da outra. Na Praia do Cachorro (abaixo, fotografia central), localizada na Vila dos Remédios, há o famoso Bar do Cachorro, com mirante, Forró e às segundas, quintas e domingos a batida que domina é o Maracatu. Na Praia do Meio há o Brasinha Bar (cuja foto à esquerda, vê-se a praia desde o mar), e na Praia da Conceição ou Praia de Italcable há o Barbaridade e o lual acontece no bar do Duda Rei...
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Mirante do Boldró, Forte São Pedro do Boldró e Praia do Boldró – Vila do Boldró. Com a ocupação americana em 1957 nas imediações, foram instalados equipamentos para observação de mísseis teleguiados (antiga base americana de rastreamento de satélites). Seu nome significa pedra abrupta, íngrime, escarpada e origina da expressão inglesa “Bold Rock” (como os militares americanos chamavam o local), cuja pronúncia dos ilhéus, à época, resultou em Boldró. Tem as mesmas características de mar da Praia da Conceição, exceto quanto ao fundo, com mais predominância de corais. Atenção especial deve ser dada aos banhos no período entre dezembro e fevereiro, devido a fortes correntes submersas existentes. Sobre um local elevado, funciona um bar mirante, em horários irregulares. Em formato de trapézio o antigo forte, hoje em ruínas, está situado a 31 metros acima do nível do mar. No local, há uma réplica da planta do forte desenhada por José Fernandes Portugal, 1798.
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Praias do Americano (não encontro a foto), do Bode e da Cacimba do Padre – Três praias adjacentes, com acesso por terra e por mar na maré seca, ideais para a prática de surf. Entre elas há a Praia da Quixabinha... Na Praia do Bode existe um local sombreado para descanso e lazer sob árvores... A Praia da Cacimba do Padre é a que aparece em quase todas as fotos de Noronha, com o Morro Dois Irmãos em frente... Recebeu este nome devido ao Padre Francisco Adelino de Britto Dantas que descobriu esta fonte de água doce, em 1888. Próximo ao local está até hoje as ruínas da casa onde ele morou.
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Praia e Mirante do Sancho – Baía do Sancho (Sancho Bay). Local que também ocorre a desova de tartarugas marinhas, considerado um dos melhores pontos de mergulho livre do país. Cercada por um paredão de falésias rochosas cobertas de vegetação, a praia tem acessos por escada fincada na rocha, por pequena trilha (não encontrei...?) e por mar. Do mirante há um pequeno caminho que conduz, à direita, ao Mirante da Baía dos Porcos (melhor ângulo para ver a Praia do Sancho lá embaixo); em direção à esquerda, podemos continuar uma trilha até o Mirante dos Golfinhos, que possibilita a observação dos ninhais de aves marinhas das encostas da baía. Nas duas primeiras fotografias podemos ver a vista espetacular que o Mirante do Sancho proporciona – lugar ideal para tirar fotos – e, do lado direito da tela, o paredão visto do mar, pois a baía é ponto estratégico de parada aos barcos que fazem passeios turísticos, para banhos e mergulhos.
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Abaixo, nas fotos das extremidades podemos ver a Praia dos Porcos e a Ponta ou Porta da Sapata.
A Baía dos Porcos, na Baía dos Porcos, é um dos locais mais aconchegantes de Fernando de Noronha. Tarta-se de uma área de pequenas proporções, quase sem extensão de areia (com apenas 100 metros; acesso pela praia da Cacimba do Padre, principalmente com maré seca), limitada pelo alto paredão de pedras pretas com uma paisagem deslumbrante. Ela está localizada em frente ao Morro dos Dois Irmãos. Na parte alta está as ruínas do Forte de São João Baptista dos Dois Irmãos.
No centro da tela, Mirante dos Golfinhos – Baía dos Golfinhos ou Enseada do Carreiro de Pedra... É ponto de observação da atividade dos golfinhos. Área de preservação máxima, situada dentro do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, tem acesso proibido por mar, para proteger os golfinhos em seu habitat natural. Tem como único acesso uma trilha de 1 km (a partir do estacionamento da Baía do Sancho) por aonde se chega à beira do paredão de 60 metros, aproximadamente. De segunda a sábado, os pesquisadores do Projeto Golfinho Rotador (cuja loja situa-se no Porto Santo Antônio) ajudam os visitantes a compreender o comportamento dos rotadores e a importância da Baía dos Golfinhos, respondendo perguntas e emprestando binóculos. Os turistas que adquirem o passeio “Mirante dos Golfinhos”, na Atalaia Turismo, por exemplo, recebem atenção especial do Projeto Golfinho Rotador, como exclusividade na cessão de binóculos entre 5h30min e 7 horas, pois parte dos recursos arrecadados com este passeio é doado ao Centro Golfinho Rotador.
O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha foi criado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, através do Decreto Lei Nº 96.693, de 14/09/1988, assinado por José Sarney, Presidente da República à época. Nota: 1988-2013 = aniversário de 25 anos...
Placa instalada no local: “O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha diferencia-se de todos os parques do mundo pela existência da Baía dos Golfinhos. Essa unidade de conservação constitui um marco representativo do respeito e da conscientização dos noronhenses e do povo brasileiro como um todo. Em seus anseios pela preservação dos patrimônios naturais que pertencem também às gerações futuras.” Comitê Pró-Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, 08/10/88.
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“MAR DE FORA”
Buraco da Raquel (Raquel Hole) – Vila do Porto. Localiza-se próxima ao Parque das Esculturas (que expõe um canhão) e do Museu dos Tubarões (Avenida Joaquim Ferreira Gomes, 40). Conjunto de pedras e piscinas, interditadas à visitação. Permitida apenas à contemplação pelo mirante, sendo proibida a descida. É assim chamado devido à filha excepcional de um comandante militar da ilha, de nome Raquel, que em crise, costumava esconder-se nessa notória pedra vazada. A Praia ou Enseada da Caeira também está localizada próxima ao porto, do lado oposto, tem um belo visual, sendo apreciada pelos ilhéus para a prática da pesca.
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Praia da Atalaia – Em frente está o Morro do Frade, na Ilha do Frade. Localizada em área do Parque Nacional Marinho, tem número máximo de visitantes por dia. O mergulho é controlado por um fiscal do Ibama. Só entra na praia com guia cadastrado no Instituto, em pequenos grupos de pessoas e por tempo determinado. Mar cercado por recifes e corais, formando piscinas naturais extremamente rasas (80 centímetros em média), que são berçários e exibem dezenas de espécies marinhas (incluindo um polvo, o “sid nelson”, por exemplo). É obrigatório mergulhar de máscara, nadadeira e snorkel, não pode bater perna dentro d’água, nem ficar em pé. Verdadeiro aquário natural permite mergulhos na maré seca, tendo como ponto alto a piscina natural Atalaia, onde ninguém entra com protetor solar. Prepare-se para atravessar uma trilha longa de acesso ao local, pois são horas de caminhada...
Nota: Não visitei esse local, tampouco a Praia do Atalaia em ambas oportunidades que tive; portanto ainda tenho que voltar à Ilha Fernando de Noronha! A trilha a longa (5 km) começa na praia da Caieira (próximo ao porto) que é uma praia belíssima do mar de fora e anda-se por toda a encosta do morro; já a trilha curta (1,2 km) começa na vila do trinta...
Rochedo ou Ilha do Frade – Afloramento de rocha fonolítica, assemelha-se a um frade sentado, de capuz, como em posição de oração. Já foi chamada “Ilha dos Sinos”, pelo barulho do mar batendo nas rochas. Em mapas antigos pode-se acompanhar as modificações ocorridas nesse morro, ao longo dos tempos, pela ação dos ventos e das águas.
Rochedos das Pedras Secas – Três pequenas formações calcareníticas, distantes do conjunto do arquipélago, localizadas na direção da Praia de Atalaia e da Enseada da Caeira. Chamados de “escolhos” por Américo Vespúcio, em 1503, na sua carta descritiva da abordagem do arquipélago, face ao naufrágio ocorrido nessa proximidade. É o lendário lugar onde começa a história oficial de Fernando de Noronha...
Praia do Sueste – Baía do Sueste (Sueste Bay). Devido a sua conformação de baía fechada é possível mergulhos e banhos em qualquer tipo de maré – é a praia mais calma de Noronha. Bela paisagem e rica fauna marinha onde se pode nadar ao lado de tartarugas, pois é área de alimentação das tartarugas marinhas. Junto, localiza-se o Córrego Maceió e o único mangue insular oceânico da América do Sul, o Mangue do Sueste, com flora própria: o mangue-branco (Languncularia racemosa). Há restrições de mergulhos em parte da baía, onde se situam alguns bancos de corais. Acesso permitido entre 8 às 18 horas. Serviço de bar na Lanchonete Tartarugão.
Notas: Mirante da Maré Gráfica – antigo medidor de maré e de onde também se avista a Baía do Sueste... Ilha do Chapéu do Sueste – Com aparência de um pequeno cogumelo, assemelha-se às lhas do Meio e Rasa em sua formação. No seu topo podem ser observados aratus e caranguejos. Ilha dos Trinta Réis – Pequeno alto fonolítico esbranquiçado pela presença do guano em abundância. Ilha Cabeluda – Semelhante ao rochedo Sela Gineta, é uma rocha fonolítica situada na saída da Baía do Sueste. Ilha dos Ovos – Também fonolítica, está localizada em frente à Enseada do Abreu (com o Mirante dos Abreus), entre a Baía do Sueste e a Praia do Atalaia. Próximo há o Rochedo da Ilha dos Ovos...
Ponta das Caracas – Mirante das Caracas (The Caracas Look out Point). Este local é formado por rochas vulcânicas e apresenta uma grande quantidade de piscinas naturais. Por apresentar correntes fortes nas marés secantes e enchentes, fica interditado o acesso para banho, servindo apenas como mirante para contemplação da paisagem do Mar de Fora. Do mirante tem-se uma bela visão da Praia do Leão e adjacências. Próximo está o Forte do Sueste (o qual não encontramos...).
Praia do Leão – Mirante do Leão (The Lion Look out Point). Localizada no lado sudeste da ilha é onde “tudo começou” em 1984... De janeiro a junho, à noite, o projeto Tamar orienta os turistas no principal local de desova das tartarugas marinhas; tem como outras atrações as piscinas e os esguichos, semelhantes a gêiseres, resultantes da entrada de água sob pressão na maré enchente por debaixo dos corais e sua consequente expulsão sob pressão por pequenas aberturas. Junto à Praia do Leão há o Rochedo do Leão ou Ilha do Morro do Leão – Rocha fonolítica que se assemelha a um leão marinho, deitado, por isso o seu nome. Rochedo do Morro da Viúvinha ou Ilha do Morro da Viúva – Rocha fonolítica situada junto ao Rochedo do Leão, na mesma praia, é local de nidificação de aves.
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BAIRROS com Circuito Gastronômico:
Aeroporto
Vila do DPV – Diretoria de Proteção ao Voo (localizado ao lado do Aeroporto)
Vila da Conceição? | Vila da Coreia? | Vila do Quiximba?
Vila da Quixaba
Vila da Vacaria – Foi transformada em vila em 1988...
Vila do Boldró ou apenas Boldró – Restaurantes: Tartarugão (picanha na chapa,
moquecas, crustáceos), Meu Paraíso (Praia do Boldró)...
Vila do Porto de Santo Antonio – Restaurantes: Mergulhão, Museu dos Tubarões
e Porto Marlin (Sushi Bar com lojinha; abre todos os dias às 17 horas).
Vila do Sueste – Restaurantes: Ecologiku’s (frutos do mar; Estr. Velha do Sueste,
acesso pelo aeroporto; abre diariamente das 19 às 22h; especialidade: lagosta
da ilha; pedir o prato “sinfonia ecológica”)...
Vila do Trinta – Foi do Quartel 30º BC – Batalhão de Caçadores; a partir da
saída dos militares de Noronha, em 1987, o quartel foi transformado em Centro
de Convivência... – Restaurantes: Restaurante do Nascimento (frutos do mar),
Restaurante Miramar (frutos do mar), Pizzaria na Moita (jantar; próximo ao Bosque
Flamboyant)...
Vila dos Remédios ou simplesmente Vila (com o Jardim Elisabeth) – Restaurantes:
Flamboyant Restaurante (Bosque Flamboyant), Restaurante Gameleira, Restaurante
da Edilma, Restaurante Danado do Mar, Cacimba Bistrô (Praça Pres. Eurico Dutra,
9), Pizzaria Feitiço da Vila (Terminal Turístico do Cachorro; Reggae de quinta
e sábado), Sabor da Ilha (buffet self-service)...
Vila dos Três Paus – Restaurantes: Bar e Restaurante Tricolor (frutos do mar
e cardápio variado; dizem servir o melhor peixe da ilha)...
Vila da Floresta Velha – Restaurantes: Trattoria di Morena (comida italiana;
abre de segunda a sábado para o jantar), Restaurante Zé Maria, Arte e Sabor
(creperia para o jantar; Rua Nice Cordeiro)...
Vila da Floresta Nova – Bairro com casas de madeira – regra estabelecida exclusivamente
para esta vila por Decreto Distrital que só libera construções desse tipo...
– Restaurantes: Restaurante do Biu (buffet self-service; Alameda do Pau d’Arco),
Xica da Silva (Alameda das Acácias, 11), Linda Lanches, Açaí Noronha...
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Hotéis e Pousadas em Fernando de Noronha – Pernambuco (PE) – CEP: 53990-000
A ilha tem mais de 100 pousadas e/ou residências particulares adaptadas. A qualidade dos alojamentos é indicada pelo número de golfinhos. Existem 3 categorias: 1 Golfinho (básico – a maioria dos lugares estão nesta categoria, cerca de 90), 2 Golfinhos (confortável – cerca de 20) e 3 Golfinhos (confortável luxo – 08)...
Classificação: 1 Golfinho – Acomodações simples e mais baratas ou hospedarias
domiciliares (One Dolphin Hotels – Simpler, cheaper accommodation)
Hotel Esmeralda do Atlântico, que em tempos remotos sediou a base militar americana,
parece que funcionou até 2000 – Alameda do Boldró, s/nº – Vila do Boldró
Pousada Água Viva – Rua São Miguel, nº 145 – Vila dos Remédios (05 apartamentos)
Pousada Agulhão (www.pousadaagulhao.com.br) – Alameda das Acácias, nº 1 – Vila
Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Albatroz – Rua Amaro Preto, s/nº – Vila Floresta Velha (05 apartamentos)
Pousada Algas Marinhas (www.pousadaalgasmarinhas.com.br) – Vila Floresta Nova
Pousada Alquimista (www.alquimistanoronha.com.br) – Alameda das Acácias, nº
5 – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Alto Mar (www.pousadaaltomar.com) – Rua da Colina, s/nº – Vila do Trinta
Pousada Alvorada – Alameda das Amendoeiras, nº 2 – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Ares de Noronha (www.pousadaaresdenoronha.com.br) – Rua Pinto Branco,
s/nº – Vila do Trinta (06 apartamentos)
Pousada Arquipélago – Alameda Pau d’Arco, s/nº – Vila Floresta Nova (02 apartamentos)
Pousada Atalaia – Rua Dom Juquinha, nº 126 – Vila do Trinta
Pousada Atlântica – Alameda das Acácias, s/nº – Vila Floresta Nova (03 apartamentos)
Pousada Bela Vista – Rua Nice Cordeiro, nº 7 – Vila Floresta Velha (05 apartamentos)
Pousada Brisa-Mar ou Brisa Mar – Rua Major Costa, nº 104 – Vila do Trinta (03
apartamentos)
Pousada Canto do Aconchego (http://cantodoaconchego.sites.uol.com.br) – Rua
Dom Juquinha, nº 2 – Vila do Trinta (04 apartamentos)
Pousada Colina dos Ventos (www.pousadacolinadosventos.com.br), fundada em 02/1995
– Estrada da Colina, nº 6 – Vila do Trinta
Pousada da Adriana – Rua Major Costa, nº 189 – Vila do Trinta
Pousada da Bel – Alameda das Amendoeiras, nº 10 – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada da Carmô (www.pousadadacarmo.com.br) – Vila Floresta Nova (07 apartamentos)
Pousada da Ciça – Rua Pinto Branco, nº 206 – Vila do Trinta (09 apartamentos)
Pousada da Fátima (www.pousadadafatima.com.br), desde 1996 – Alameda das Acácias,
nº 2* – Vila Floresta Nova
Pousada da Germana (www.pousadadagermana.com.br) – Rua São Miguel, nº 132 –
Vila dos Remédios (05 apartamentos)
Pousada da Helena (www.pousadadahelena.com.br) – Rua São Miguel, nº 116 – Vila
dos Remédios (05 apartamentos)
Pousada da Janda – Rua Dom Juquinha, nº 5 – Vila do Trinta
Pousada da Janice – Rua São Miguel, nº 169 – Vila dos Remédios
Pousada da Jô (www.pousadadajo.com.br) – Rua Dom Juquinha , nº ? – Vila do Trinta
(06 apartamentos)
Pousada da Maga – Alameda Pau d’Arco, s/nº (Quadra J) – Vila Floresta Nova (04
apartamentos)
Pousada da Nega, Nêga (www.pousadadanega.com) – Alameda das Acácias, nº 2* (Quadra
A) – Vila Floresta Nova (05 apartamentos)
Pousada da Rita – Rua Nice Cordeiro, nº 9 – Vila Floresta Velha
Pousada da Sonia (Sônia) – Rua Dom Juquinha, nº 118 – Vila do Trinta
Pousada da Talita ou Hospedaria da Talita – Rua São Miguel, nº 108 – Vila dos
Remédios (03 apartamentos)
Pousada das Flores (www.noronhaflores.com.br) – Rua Dom Juquinha, nº 111 – Vila
do Trinta
Pousada Del Mares (www.pousadadelmares.com.br) – Rua do Sol, nº 141 – Vila dos
Remédios (05 apartamentos)
Pousada do Bita (www.pousadadobita.com) – Alameda da Harmonia, nº 12 – Vila
Floresta Nova (03 apartamentos)
Pousada do Lopes (www.pousadadolopes.com) – Alameda das Águas, s/nº (Quadra
J) – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada do Mano (www.pousadadomano.com.br), desde 1994 – Alameda da Harmonia,
nº 4 – Vila Floresta Nova
Pousada do Martins – Rua Pinto Branco, nº 230 – Vila do Trinta
Pousada do Romildo (www.pousadadoromildo.com.br) – Rua João Barrão, s/nº – Vila
Floresta Velha (04 apartamentos)
Pousada do Tony – Rua São Miguel, s/nº – Vila dos Remédios
Pousada do Trinta (www.pousadadotrinta.com.br) – Vila do Trinta (04 apartamentos)
Pousada Dois Irmãos – Rua Dom Juquinha, nº 131 – Vila do Trinta (11 apartamentos)
Pousada dos Corais (www.pousadacorais.com.br) – Vila Floresta Nova (08 apartamentos)
Pousada Floresta & Mar (www.pousadaflorestaemar.com.br), Jane Soares – Alameda
das Amendoeiras, nº 9 – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Golfinho (www.pousadagolfinhofn.com.br) – Rua São Miguel, nº 144 – Vila
dos Remédios
Pousada Leão Marinho (www.pousadaleaomarinho.com.br) – Alameda do Sol Nascente,
nº 4 – Vila Floresta Nova (02 chalés + 04 apartamentos)
Pousada Lua Bela – Rua Amaro Preto, nº 113 – Vila Floresta Velha
Pousada Lun-Mar, Lun Mar – Rua Pinto Branco, nº 4 – Vila do Trinta (04 apartamentos)
Pousada Magia (www.pousadamagia.com.br), desde 12/2000 – Rua Major Costa, nº
? – Vila do Trinta
Pousada Malibu – Rua Mestre Goveia, s/nº – Vila dos Remédios (04 apartamentos)
Pousada Manfer (Man Fer) – Rua Dom Juquinha, nº ? – Vila do Trinta (03 apartamentos)
Pousada Mar Azul (www.pousadamarazul.com) – Vila Floresta Nova (05 apartamentos)
Pousada Miramar – Rua Nice Cordeiro, nº 286 – Vila Floresta Velha
Pousada Morada do Sol (www.rosamoradadosol.com.br) – Vila Floresta Nova
Pousada Nascer do Sol (www.pnascerdosol.com.br) – Rua Major Costa, nº 105 –
Vila do Trinta Vila do Trinta (05 apartamentos)
Pousada Nativa – Rua Amaro Preto, nº 125 – Vila Floresta Velha (12 apartamentos)
Pousada Netuno (www.pousadanetuno.com.br) – Vila do Trinta (03 apartamentos)
Pousada Ondas do Mar (www.pousadaondasdomar-fn.com.br, não funciona...), do
Jurrewerson ou da Joana – Rua Amaro Preto, nº 485 – Vila Floresta Velha (04
apartamentos)
Pousada Pedra do Mar (www.pousadapedradomar.com.br), desde 2002 – Alameda dos
Cajueiros, s/nº – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Raio de Sol (www.pousadaraiodesolfn.com.br) – Alameda das Acácias, nº
4 – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Sancho – Rua Dom Juquinha, nº 163 – Vila do Trinta
Pousada São Silmares, ex-San Silmares (www.pousadasaosilmares.com.br) – Alameda
da Harmonia, nº 10 (Quadra G) – Vila Floresta Nova
Pousada Solar das Andorinhas (www.pousadasolardasandorinhasnoronha.com), desde
1990 – Rua São Miguel, nº 101 – Vila dos Remédios (06 apartamentos)
Pousada Solar do Trinta – Rua Pinto Branco, nº ? – Vila do Trinta
Pousada Solymar (www.pousadasolymar.com.br) – Rua São Miguel, nº 169 – Vila
dos Remédios
Pousada Suzimar – Alameda Pau d’Arco, nº 511 – Vila Floresta Nova (02 apartamentos)
Pousada Tartarugas Marinhas – Lote 04 (Quadra B) – Vila Floresta Nova
Pousada Tia Rita – Rua Nice Cordeiro, nº 09 – Vila Floresta Velha (03 apartamentos)
Pousada Tio João (www.pousadatiojoao.com.br) – Rua Amaro Preto, nº 121 – Vila
Floresta Velha (05 apartamentos)
Pousada Topázio (www.pousadatopazio.com.br), desde 1995 – Rua Padre Gurgel,
nº 4.080 – Vila do Boldró (07 apartamentos)
Pousada Tubarão – Praia do Cachorro, Vila dos Remédios
Pousada Verdes Mares – Alameda dos Cajueiros, nº 4 – Vila Floresta Nova
Selecionadas:
Pousada Alamoa (www.pousadaalamoa.com) – Alameda das Acácias,
nº ? – Vila Floresta Nova (08 apartamentos)
Pousada Barcelar (www.pousadabarcelar.com.br) – Rua Major Costa, nº 128 – Vila
do Trinta (08 apartamentos)
Pousada da Mana (www.pousadadamana.com.br) – Rua Pinto Branco, nº ? – Vila do
Trinta
Pousada da Mércia (www.pousadadamercia.blogspot.com) – Vila Floresta Nova (08
apartamentos)
Pousada da Michelle (www.pousadadamichelle.com.br) – Alameda das Amendoeiras,
n° 544 – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada do Dandão (www.ilhadenoronha.com.br/ailha/pousada_do_dandao_fernando_de_noronha.php)
– Rua Major Costa, nº 185 – Vila do Trinta (06 apartamentos)
Pousada do Eli – Rua Pescador Sergio Linho, s/nº – Vila dos Remédios
Pousada do Jomar (www.pousadadojomar.com.br) – Alameda dos Cajueiros, nº 565
– Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Gaúcha – Rua Pinto Branco, nº 6 – Vila do Trinta
Pousada Lenda das Águas – Alameda dos Cajueiros, nº 45 – Vila Floresta Nova
Pousada Monsieur Rocha (www.pousadamrocha.com) – Rua Dom Juquinha, nº ? – Vila
do Trinta
Pousada Noronha Sol e Mar (www.pousadanoronhasolemar.com.br), desde 2000 – Vila
Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Ocean Atlantic – Rua Major Costa, nº 132 – Vila do Trinta (05 apartamentos)
Pousada Simpatia da Ilha (www.pousadasimpatiadailha.com.br) – Rua do Sol, nº
145 – Vila dos Remédios
Sitio Pousada do Dodó (Dodô), Domício – Rua São Miguel, nº 173 – Vila dos Remédios
(03 apartamentos)
Classificação: 2 Golfinhos – Acomodações intermediárias ou pousadas diferenciadas
e selecionadas (Two Dolphin Hotels – Intermediary accommodation)
Beco de Noronha Pousada (www.becodenoronha.com.br) – Alameda das Acácias, nº
3 (Quadra P) – Vila Floresta Nova (08 apartamentos)
Pousada da Morena (www.pousadadamorena.com), desde 1990 – Rua Nice Cordeiro,
nº 2.600 – Vila Floresta Velha (05 apartamentos)
Pousada do Biu (www.lunaeribeiro.com.br), ex-Tio Bio, desde 1990, com – Alameda
Pau d’Arco, nº 10 (Quadra J) – Vila Floresta Nova (03 apartamentos)
Pousada do Francês (www.noronha.info), desde 2005 – Rua Consolação, nº 19 –
Vila Floresta Velha (04 apartamentos)
Pousada do Marcílio (www.pousadadomarcilio.com.br) – Vila do Boldró (10 chalés
+ 04 apartamentos STD)
Pousada do Vale (www.pousadadovale.com) – Rua Pescador Sergio Lino, nº 18 –
Jardim Elizabeth, Vila dos Remédios (07 apartamentos + 03 bangalôs duplex)
Pousada Estrela do Mar (www.pousadaestreladomarfn.com.br) – Alameda Bela Vista,
nº 104 ou 571? – Vila Floresta Nova (08 apartamentos)
Pousada Filó (www.pousadadafilo.com.br), ampliada e modernizada em 2003 – Rua
Nice Cordeiro, nº 2.620 – Vila Floresta Velha (6 bangalôs + 1 apartamento)
Pousada Fortaleza Ltda. (www.pousadafortalezanoronha.com.br), desde 1994 – Alameda
Pau d’Arco, nº 9 (Quadra J) – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Luna (www.lunaeribeiro.com.br), desde 2010 – Alameda da Harmonia, s/nº
(Quadra G) – Vila Floresta Nova (04 apartamentos)
Pousada Mabuya (www.mabuya.com.br) – Rua Major Costa, nº 124 – Vila do Trinta
(08 apartamentos)
Pousada Mar Aberto (www.pousadamaraberto.com.br) – Alameda das Flores, nº 2
(Quadra M) – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Maratlântico ou Mar Atlântico (www.pousadamaratlantico.com.br) – Vila
Floresta Nova
Pousada Miragem – Rua Major Costa, s/nº 2 – Vila do Trinta (04 apartamentos)
Pousada Nascer do Sol (www.nascerdosol.cjb.net) – Rua Major Costa, nº ? – Vila
do Trinta
Pousada Paraíso do Atlântico (www.pousadaparaisodoatlantico.com.br) – Rua Major
Costa, nº 117? – Vila do Trinta (07 apartamentos)
Pousada Pedras Secas (www.pousadapedrassecas.com.br) – Alameda Bela Vista, nº
575 – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Pousada Recanto (www.pousadarecanto.com.br), desde 1995 – Rua da Consolação,
nº 118 – Vila dos Remédios (08 apartamentos)
Pousada Residencial Aleffawi (www.aleffawi.com.br) – Rua Padre Gurgel, nº 402
– Vila do Boldró (10? apartamentos)
Pousada Sueste (www.pousadasueste.com.br), Josefa N. de Almeida – Estrada do
Sueste, BR 363, s/nº – Vila do Sueste (05 apartamentos)
Pousada Tia Zete (www.pousadatiazete.com.br) – Rua Nice Cordeiro, nº 8 – Vila
Floresta Velha (12 apartamentos)
Pousatur Pousada Ltda. (www.pousaturpousadafn.com.br), desde 1991 – Alameda
das Amendoeiras, nº 6 – Vila Floresta Nova (06 apartamentos)
Classificação: 3 Golfinhos – Os melhores hotéis ou pousadas vips de Noronha
(Three Dolphin Hotels – Best hotels in Noronha)
Beijupirá Lodge Noronha (www.beijupira.com.br) – Rua Amaro Preto, nº 470 – Vila
Floresta Velha (07 apartamentos)
Dolphin Hotel (www.dolphinhotel.tur.br), desde 1988 e transformado em hotel
em 2000, com o Restaurante Acqua Marine – Rodovia BR 363, s/nº – Vila da Vacaria
(11 apartamentos)
Pousada Maravilha (www.pousadamaravilha.com.br) – Rodovia BR 363, s/nº – Vila
do Sueste (05 bangalôs duplos + 03 apartamentos luxo)
Pousada Solar de Loronha (www.pousadasolardeloronha.com.br), inaugurada em 25/12/2002
– Rua Nice Cordeiro, nº 38A – Vila Floresta Velha (09 bangalôs de 60 m²)
Pousada Solar dos Ventos (www.pousadasolardosventos.com.br) – Rodovia BR 363,
s/nº – Vila do Sueste (08 bangalôs de madeira rústica com vista para o mar)
Pousada Teju-Açu (www.pousadateju.com.br) – Estrada da Alamoa, s/nº – Vila do
Boldró (06 bangalôs duplos)
Pousada Triboju (www.triboju.com.br) – Vila Floresta Velha (08 apartamentos)
Pousada Zé Maria (www.pousadazemaria.com.br) – Rua Nice Cordeiro, nº 1 – Vila
Floresta Velha (15 bangalôs + 06 apartamentos)
1ª VISITA
Quase um ano antes, em 5 de julho de 2009, foi que conseguimos efetuar duas reservas e a emissão dos bilhetes aéreos da Gol, na tarifa “Milhas”, do programa de milhagem Smiles (Localizador: R9TGJT). Portanto pagamos apenas as taxas de embarque que totalizaram R$ 62,40 reais. Muito bom!
Reservei em 21/01/2010, hospedagem em apartamento duplo standart “Arraia” na Pousada do Vale, através da Agência de Turismo Sem Fronteiras Freeway (www.semfronteiras.tur.br), localizada em São Paulo (Rua Tijuco Preto, 307 – Bernadete, Maria Eunice Amaral dos Santos e Osvaldo Mello de Oliveira Junior).
Incluso nas Diárias: A PARTIR DE 4 DIÁRIAS (2 Jantares Especiais): Café da Manhã até 12 hs. completo com frutas da horta do Vale; Chá da Tarde completo das 17 às 19 hs.; Transfers Aeroporto – Pousada – Aeroporto; Restaurante exclusivo aos hóspedes das 11 às 21 hs.; Acesso gratuito à internet, Dvd e 80 canais SKY+; Serviços de Praia (toalha de praia, cadeira de praia e guarda-sol).
No dia 01/02/2010, pagamos a Taxa de Preservação Ambiental ao cedente Distrito Estadual de Fernando de Noronha, referente aos dias de permanência no Arquipélago de Fernando de Noronha; cuja diária, no valor de R$ 33,69 por pessoa, pode ser paga em dinheiro ou cheque diretamente na ilha ou antecipadamente através do sítio (www.noronha.pe.gov.br). Total: R$ 212,23 para cada um.
01/05/2010 (sábado) – Lua Cheia. Chegamos por volta das 16 horas e como o voo da Gol (1708) ofereceu apenas uma bolachinha (uó!), fomos direto ao chá da tarde temático oferecido pela pousada: “Festival de Sanduíches”. Andamos por quase todo o centro histórico, também pela composição tríade litorânea: Cachorro, Meio e Conceição.
02/05/2010 (domingo) – Pela manhã, às 8h30, realizamos o passeio Trilha Histórica (incluso) – uma caminhada pela Vila dos Remédios, com explicações históricas dadas por um guia da Atalaia Turismo. Conhecemos o casal paulista Gian e Karina, que chamarei de “Casal 10”. Na parte da tarde: Passeio de Barco (incluso) – Várias embarcações, com capacidade média de 20 passageiros, realizam passeios diários com saídas pela manhã e início da tarde do porto, seguindo para as ilhas secundárias. Logo de início tivemos sorte porque um grupo de golfinhos acompanhou a embarcação por algum tempo... O barco navegou até a Sapata, passando pela Baía dos Golfinhos. Na volta, parada na Baía do Sancho para mergulho. Este passeio faz praticamente “da Rata à Sapata”. Ótimo. O Marcos fez mergulho livre. Quando o passeio terminou resolvemos ficar no porto. Conhecemos então a Capela de São Pedro, andamos na região da Air Frande e vimos o pôr do Sol no restaurante Mergulhão, na Vila do Porto. Depois das caipirinhas fomos a pé até a pousada... À noite, jantar especial oferecido pela pousada: rodízio de pizzas salgadas e doces.
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Dois tipos de mergulhos podem ser praticados: o mergulho autônomo com cilindros e o mergulho livre (apnéia). Se você gosta de snorkel ou mergulho (e mesmo que não gosta) recomendamos fazer o “batismo” – mergulho guiado para quem nunca mergulhou (R$ 280 p/p). Batismo Submarino Águas Claras (www.aguasclaras-fn.com.br), Praia do Boldró – inclui instrução à bordo, equipamento (regulador, colete, máscara, nadadeiras e roupa de neoprene), 1 cilindro, lastro e instrutor individual. Não inclui taxa do Ibama, cuja diária para entrada na área do PANAMAR é de dez reais.
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03/05/2010 (segunda) – Passeio Ilha Tour (não incluso: R$ 85,00 p/p): maneira mais eficiente de conhecer a ilha, pois o guia conduz de carro aos principais pontos turísticos da ilha. Bom programa para o começo da viagem. Contratamos o passeio pela Atalaia Receptivo (www.luckreceptivo.com.br). Conhecemos o casal gaúcho Tatiana e Rodrigo (foto acima, lado direito da tela). Quase no final do passeio, fomos avisados pelo pessoal do Tamar que haveria uma abertura de ninho de tartaruga-verde, na Praia do Boldró... Vimos o pôr do Sol nessa praia.
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04/05/2010 (terça) – Percorremos a Trilha Jardim Elizabeth, no Sítio Histórico da Vila dos Remédios, com o Riacho Mulugu que corta a área... Praia do Cachorro e Praia da Conceição, onde encontramos o Casal 10 e passamos boa parte da tarde conversando no bar; depois seguimos para o almoço no Tubarão (foto abaixo). Chá da Tarde Temático: “Terça da Tapioca”; entretanto também foi oferecido uma sopa de feijão com legumes, a qual estava deliciosa. Saímos para o Marcos jantar (ainda quis) no Restaurante do Biu – Floresta Nova (diversos).
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05/05/2010 (quarta) – Comemoração do Cinquentenário de Marcos! Pela manhã passeio de Aquanaut. Trata-se de mergulho a reboque: uma prancha de acrílico em formato de “W” invertido onde a pessoa é rebocada pela lancha com aparato para mergulho livre (máscara e snorkel) em baixa velocidade, onde é possível ir observando toda a vida marinha e a beleza subaquática. O pioneiro foi o Planasub. No início da tarde vieram entregar o bugue que alugamos por dois dias ($120 p/dia); então pé na estrada.
Abastecemos o veículo no posto de combustível Petrobrás e percorremos toda extensão da menor rodovia federal do Brasil, a BR-363-PE (hoje, chamada de “BR 363 Miguel Arraes de Alencar”), com extensão de 6,8 quilômetros, inicia na Baía de Santo Antônio e termina na Baía de Sueste.
Centro de Visitantes do Tamar, compras de camisetas e café expresso. Dei uma de paparazzi na Conceição (foto acima, lado direito da tela), flagrando o Casal 10, depois caipirinha no Mergulhão... No Chá da Tarde Temático, “Quarta do Hot Dog”, fomos surpreendidos pelos atenciosos funcionários com um bolo de chocolate decorado para o aniversário e, claro, com o tradicional “parabéns a você”... Ainda em Sampa reservei dois lugares no restaurante da Pousada Zé Maria, que às quartas e sábados, sempre às 20 horas, oferece jantar com 40 pratos de frutos do mar, os quais são apresentados pelo próprio Zé Maria. Por fim, também ficamos surpresos com uma sobremesa de chocolate com vela e as felicitações dos funcionários. O jantar foi um show! Chegamos na pousada por volta da meia-noite. Descobrimos que a chave do quarto havia sumido e, o pior, sequer um funcionário para atender... Um vizinho da pousada, super gentil, foi quem nos acudiu.
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06/05/2010 (quinta) – Lua Minguante. Cedo percorremos quase toda a ilha. Andamos pela linda trilha do Mirante do Sancho até o Mirante dos Golfinhos. Fomos conhecer outras praias... Nadei no Boldró (Bar do Boldró). Praia do Bode (foto abaixo, do lado esquerdo da tela). Depois ficamos horas em um bar da Cacimba do Padre, onde conhecemos Suenia e Neto (81 9803-2870), quem nos indicou seu primo Joab Marcial de Barros (www.jmrlocadora.com.br). Vista na Ponta das Caracas e terminamos na Vila da Quixaba. No jantar especial oferecido pela pousada, “Peixada do Sólon”, degustamos três espécies de peixes assados na folha de bananeira.
07/05/2010 (sexta) – Fizemos novamente de bugue do Porto ao Sueste. Conhecemos as pousadas Maravilha e Solar dos Ventos, ambas na Vila do Sueste. Café expresso no Tamar. Almoçamos na pousada: arroz, feijão, farinha, mandioca, salada e filé de frango. Recomendamos a Pousada do Vale, que faz jus ao seu lema: “onde a natureza e a hospitalidade se encontram”. Nos despedimos e agradecemos a hospitalidade de todos. Partimos às 14:30 horas rumo ao aeroporto para o voo 1709 (FEN-GRU).
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CONTATOS
10/05/2010: Fotos de Hóspedes. Olá a todos! Estou enviando algumas fotos do maravilhoso pessoal da pousada! Uma delas é do aniversário de outra hóspede, uma senhora que eu esqueci o nome... Espero que gostem! E novamente agradecemos pela atenção de todos, especialmente as “boleiras” pela surpresa de aniversário no dia 5 de maio! Saudades, Sérgio e Marcos. PS: Verifiquei no site da Pousada do Vale a foto/depoimento que tiramos... mas não encontrei... Por favor, pode me mandar a foto que tiramos no dia 7 de maio... Obrigado. 10/05/2010: Olá Sérgio e Marcos, tudo bem? As meninas vão adorar as fotos, vou reuni-las e mostrar. A foto de vocês eu mandei, mas no outro endereço que estava no cadastro. Nesse endereço acabou voltando. Vocês receberam? Um abraço, Cadu – Carlos Eduardo Damiati Alves (cadu@pousadadovale.com).
09/05/2010: Olá Gian! Estou enviando apenas uma foto por enquanto... Assim que você acusar o recebimento desta, envio outras... Veja se está tudo bem, isto é, se posso enviar nesta resolução mesmo, ok?! 12/05/2010: Olá Sérgio, tudo bem com vocês? Nós estamos na expectativa e curtição das leituras e guias das cidades da nossa viagem pra Europa. Valeu pelas dicas. A resolução da foto está ótima! Obrigado. Abraços Giancarlo de Sanctis Pecora (gianspecora@gmail.com) e Karina. 13/05/2010: Olá Gian! Seguem algumas fotos... Mande também o que quiser, por favor. Mais fotos... Gian, agora que reparei em seu nome... qual é a origem? Algum significado?
09/05/2010: Olá Tatiana Souza (tatianassouza@hotmail.com)! Estou enviando apenas uma foto por enquanto... Assim que você acusar o recebimento desta, enviarei as demais, ok?! 10/05/2010: Chegamos hoje, adorei a foto, pode enviar mais. Estou baixando as fotos da minha máquina, assim que conseguir organizar também te envio. Bjss, Tati. PS: esperamos por vocês aqui no Sul para comer aquele foundue e chocolate de Gramado.
10/05/2010: Organizar fotos requer tempo... você acredita que eu fiquei ontem, domingo, quase que o dia inteiro fazendo isso?! (rs) Tatiana, desculpe-me mas eu tirei apenas essas duas fotos de vocês... Deveria ter tirado mais... não sei o motivo disso... Geralmente, tiro foto de tudo e de monte... Bem, estou te enviando uma foto que aposto: você nem viu isso na ilha!.... Ou viu? Trata-se de um belo vitral no interior do Palácio... Mudando de assunto, eu acho que nem deu tempo de te contar que sou colecionador temático de girafas... E como não custa perguntar: por um acaso você tem alguma foto antiga das girafas do zoo de Sapucaia?
11/05/2010: Pois é, ontem eu consegui organizar um pouco das fotos, mas realmente demora, quero ver se consigo colocar os nomes dos lugares enquanto estão frescos na memória. Não vi este vitral, eu fui neste Palácio por conta, não entrei, achei que não podia, mas muito lindo. Estou te enviando algumas fotos, algumas são da abertura do ninho das tartarugas. As fotos com a tartaruga maior nós tiramos no passeio de mergulho com cilindro que fizemos (DSC01860 = Tartaruga-verde ou Aruanã), e tem algumas do passeio da pranchinha que o Marcos foi e acho que não tirou fotos (Nº 471). Eu vi a sua tatuagem na perna da Girafa, achei linda... eu vou ver com minha mãe se ela tem fotos dos nossos passeios no Zoo... se tiver eu envio para você. Beijos, Tati.
13/05/2010: Olá Tatiana! Muitíssimo obrigado pelas fotos... belas recordações... Ficaram ótimas! Obrigado pelo elogio; realmente o tatuador é fera. O escolhi pela internet por conta de uma aranha que ele tatuou no braço de um cara... Ficou puro realismo. Já o indiquei para uma amiga que fez um panda no pé, cujo resultado também ficou bastante real... Vou torcer para que sua mãe tenha pelo menos uma foto das girafas de Sapucaia... Sabia que todas elas são gaúchas? (rs)
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13/02/2011: Olá Tatiana! Tudo bom? Como estão vocês?... Quero um favor seu, se possível... Você pode me dar o nome da pousada que ficaram em Noronha? Lembro que você nos disse que era boa e barata... E aí, tens viajado por onde? Beijos e inté, Sérgio e Marcos. PS: Como anda Porto Alegre?
13/02/2011: Oie, como vocês estão? Pensando em voltar no paraíso é! quero ir tb... O nome da pousada é Fortaleza, mas eu tenho o MSN dele, as vezes até falo com ele, pq ele conhece um pessoal aqui de Santa Catarina e nós estamos sempre indo para lá, a pousada é simples mas o carinho deles eu achei maravilhoso, é ele e a mãe dele que cuidam da pousada, são uns amores, fazem você se sentir em casa. Por enquanto as viagens estão em segundo plano, Noronha já foi uma das últimas por que já estavamos tentando ter um baby, e agora ele está a caminho, estou de 4 meses, é um meninão. Espero ter ajudado. Porto Alegre está parecendo uma panela de pressão, o calor aqui está matando, ainda bem que nesta semana choveu um pouco, espero que chegue logo o inverno, até por que grávida com calor não está dando certo, apesar de estar no início não é fácil. Beijão.
2ª VISITA
Em setembro de 2010 tentei várias vezes fazer a reserva de voo pelo sistema de milhagens para o mesmo mês do ano seguinte, entretanto não havia disponibilidade para nenhum dia... Desisti. Hoje, 12/02/2011, estávamos programando nossa viagem para o Natal... Pretendemos ir ao Piauí pelo mesmo sistema. Por um acaso eu coloquei Noronha e tinha passagem disponível... Então não resisti, claro.
Localizador: MEZHXN
Data 31/08/2011 Voo G3 1708 – Partida 10h15 Guarulhos SP GRU – Chegada 16h05
Fernando de Noronha – Assento 8A
Data 15/09/2011 Voo G3 1709 – Partida 16h35 Fernando de Noronha FEN – Chegada
20h50 São Paulo – Assento 10F
01/03/2011 (cadastro de reserva no sítio): Para quem possa interessar, eu enviei uma mensagem para (roganoronha@hotmail.com) por duas vezes, mas ninguém me respondeu... Um casal gaúcho que ficou hospedado em maio de 2010 na Pousada Fortaleza foi quem me deu seu e-mail... 04/03/2011: Realmente sou sempre concisa... Estou passando em anexo o processo de reserva, quanto ao pagamento pode ser realizado no dia 07/03, e enviar o comprovante por e-mail, logo após mandarei o voucher. O receptivo vai ser o da própria Pousada Fortaleza.
Pousada Fortaleza
Jannaina Ferreira e Rogaciano Silva (reservapousadafortaleza@hotmail.com) –
Telefone: (81) 3619-1198
Banco Santander | AG: 3576 | C/C: 130001150 (depósito total no dia 09/03/2011)
No dia 03/04/2011, imprimi a Taxa de Preservação Ambiental ao cedente Distrito Estadual de Fernando de Noronha, referente aos dias de permanência no Arquipélago de Fernando de Noronha; cuja diária, no valor de R$ 40,40 por pessoa (Total: R$ 757,50), pode ser paga antecipadamente através do sítio.
Nota: Nelson manda lembranças para o mergulhador Bodão que trabalhou num programa de Reggae (gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da década de 60) na rádio Noronha...
31/08/2011 (quarta) – Segundo dia da Lua Nova. Depois de ser o último a embarcar na conexão em Recife, cheguei pouco mais que 16 horas em Fernando de Noronha. Roga se apresentou no aeroporto. Check-in. Conheci Jannaina e sua mãe dona Rosina. Fiquei no mais novo quarto da pousada, de número seis. O chuveiro não estava funcionando direito e o ralo do box entupido; tudo foi consertado lá pelas 18h30. Arrumei o quarto. Fui e voltei a pé até o Projeto Tamar, tomei um suco e assisti a palestra sobre o parque às 21 horas.
01/09/2011 (quinta) – Levantei às 5h e a porta do hall dos quartos estava com o trinco quebrado, portanto fiquei preso... Não pude sair até que a funcionária Edna, que prepara o café da manhã, viesse abrir a porta, após eu dizer olá em voz alta... Fui até o Tamar, tomei expresso. Conheci o Tadeu que me pediu para voltar às 14h e falar com o Damião... Fui até a Aeronáutica; casa do sargento Henrique; ele que estava de folga adubando as plantas de seu jardim, imediatamente concordou em ajudar. Ligou para o tenente do Destacamento pedindo a autorização e combinamos tudo (R$ 150). Após ele tomar banho, rapidamente partimos para a Expedição no Morro do Francês. Antes, passamos na Aeronáutica para apanhar as chaves e na pousada para pegar o restante do equipamento fotográfico... Depois subimos até a torre – provavelmente a melhor vista das ilhas secundárias. Pelo caminho, quase no final da estradinha havia uma espécie de bica, que foi a nossa salvação, pois ninguém tinha se preparado adequadamente para tal missão repentina... Quando saímos do morro compramos suco no Supermercado Poty. Fomos ao ICMBio e conhecemos Damião que não sabia de nada... Depois de uma hora de espera Tadeu trouxe a autorização e pediu desculpa pela demora. Às 15 horas Henrique me deixou na pousada e marcamos para o dia oito um passeio por lugares não turísticos da ilha...
Por volta das 17 horas conheci os ateliês de Mônica Ferreira de Macêdo (moniquinha_noronha @ hotmail.com) e Mary Ferreira de Macêdo (atelie.mary @ yahoo.com), ambos localizados ao lado do armazém de construção Gonçalves e quase em frente ao restaurante Ousadia. Endereço: BR-363 s/nº, Floresta Nova – Fernando de Noronha (PE), CEP: 53990-000. Mary, cujo telefone celular mais parece uma central de delegacia de polícia, e Moniquinha são irmãs de Márcio... Ambas trabalham com objetos e lixo que vem da África... Fazem coleta nas praias e transformam em arte... Comprei um cartão pintado por Márcio (R$ 25), cuja imagem mostra em aquarela a Igreja dos Remédios. Jantei sopa de caldo verde (R$ 10). Estou exausto; deitei às 21h.
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02/09/2011 (sexta) – Dia bonito. Ainda não consegui acessar a net (senha: 3619119805). Após o café da manhã fui até o Tamar, tomei expresso; reencontrei com o Damião e conheci o Pedro do ICMBio, que me confirmou a planta através das fotos. Voltei a pé, tirei fotos pelo caminho, incluindo a cocoruta e a Assembleia de Deus, no bairro Floresta Nova. Fui até a Vila dos Remédios, revi o Palácio, a igreja e seu campanário. Subi até o forte e depois de horas voltei à pousada. Tomei banho e dormi por uma hora. Fiquei na varanda conversando com a funcionária Cíntia. Às 19h jantei sopa de frango. Assisti as novelas, ao jornal e deitei às 22h.
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03/09/2011 (sábado) – Fui a pé até o porto. Tirei muitas fotos pelo caminho. Tomei expresso no Museu dos Tubarões. Não entendi, mas fiquei emocionado ao rever o Buraco da Raquel... Fui até o Air France. Tirei fotos das ruínas do forte; cavalos; porto; chá gelado no bar ao lado. Voltei de ônibus até a pousada (R$ 3,10). Conversando com Janna sobre antigos envelopes circulados ela me indicou a dona Jane Soares, da Pousada Floresta & Mar, a qual me indicou outros três moradores antigos: dona Nanete na Vila do Trinta, dona Cristina na Vacaria e Domício (Sítio do Dodó)... Por volta das 15 horas fui na lan house na praça Flamboyant. Segui para a Vila, visitei a igreja e repentinamente caiu a maior chuva. Logo passou. Quis rever a Pousada do Vale; a Graça (joponesinha) não trabalha mais lá. Tomei duas caipiroskas no Restaurante da Edilma...
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Das 19 às 22 horas acontece a Feira da Sustentabilidade, uma feirinha de artesanato local. Mary, uma das artistas participantes, simplesmente pintou uma girafa em acrílico sobre madeira (que atravessou o oceano Atlântico) e me presenteou... Linda arte! Mary me apresentou ao padre Glenio Guimarães (gleniog@gmail.com), também a apicultora Lili. Querendo impressioná-la disse-lhe: veja a abelha que eu flagrei hoje de manhã indo ao porto! Menino isso não é uma abelha é um marimbondo, exclamou ela! Que fora... Fiquei na feirinha até às 20 horas. Novamente jantei sopa de frango. Assisti as novelas, ao jornal e deitei às 22h.
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04/09/2011 (domingo) – Quarto Crescente (14:39 hs, 11° 51’ de Sagitário). Após o café da manhã fui à Vila do Trinta procurar a dona Nanete... Entretanto conheci sua filha, dona Matilde (Tida), no Núcleo Espírita. Andei por toda Vila do Trinta e penso que fotografei quase tudo, incluindo a Anove – Associação Noronhense de Veteranos, fundada em 12/08/1989, e o Estádio Distrital de Fernando de Noronha Salviano José de Souza Neto, vulgo “Pianão”. Desci rumo ao porto, visitei a Capela de São Pedro e toda linda região atrás, onde ocorreu o 1º naufrágio em Noronha... Tomei expresso no Tubarões e voltei à vila de ônibus. Fui ao ateliêr de Mônica e ficamos conversando a tarde inteira. Antes, Mary, seu filho Matheus, Mônica e eu almoçamos (R$ 50) no restaurante self-service Ousadia Noronha (www.ousadianoronha.com.br). Todos nós e ainda o divertido e ex-comissário Marcinho jantamos sopas (R$ 64).
Religiões: A primeira Igreja Batista em Fernando de Noronha foi fundada em 31/01/1976. A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui um prédio moderno e foi inaugurada em 23/04/2010. A terceira fotografia mostra o interior do Núcleo Espírita Peregrinos de Ismael. A Igreja Presbiteriana do Brasil está localizada na Vila do Trinta mas, segundo placa comemorativa em outro local, na Floresta Velha, relata os 152 anos de presença presbiteriana em Fernando de Noronha: “No dia 30/07/1859 aportou no Arquipélago de Fernando de Noronha o Reverendo Ashbel Green Simonton, missionário presbiteriano, que depois de 36 dias no mar, pôde contemplar as belezas de Noronha. Esse era o início da evangelização da Igreja Presbiteriana do Brasil nesta nação! Fernando de Noronha, 30/07/2011.”
Parece que existem quatro pequenas congregações (comunidades) da Igreja Evangélica na ilha: Assembleia de Deus que é Protestante de origem pentecostal e as Protestantes de missão como Adventista, Batista e Presbiteriana; bom eu encontrei apenas estas...
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05/09/2011 (segunda) – Após o café da manhã fiquei conversando com Janna sobre Espiritismo; eu disse que lhe enviaria algum material repetido para expor no centro... Depois fui e voltei a pé até a Baía dos Golfinhos. No caminho passei na Vacaria para falar com dona Cristina, mas ela não estava. Fiquei um tempão fotografando no Mirante do Sancho, claro. Esse lugar é maravilhoso! Seguindo a trilha do lado direito do mirante encontra-se as ruínas do Forte de São João Baptista dos Dois Irmãos... Segundo a placa local: “Este forte foi construído pelos portugueses em 1737 para guardar as praias da Cacimba do Padre (à direita do Morro Dois Irmãos) e do Sancho, últimas prais do mar-de-dentro onde o desembarque era possível. Em forma de trapézio, abrigava seis peças de artilharia e podia cruzar fogo com o Forte São Pedro do Boldró.” Numa das extremidades do penhasco encontrei uma peça de metal presa à pedra, cuja inscrição diz: “Marco Testemunho Nº... Hidrografia Marinha do Brasil”. Flagrei uma espécie de aranha que eu não sei qual é... Tomei três águas-de-coco, dois sucos e um gatorade. Janna e eu fomos ao Núcleo Espírita às 19h30. A explicação da palestrante foi ótima. Disse sobre as bases da ciência: matéria e energia. Também que tudo no Espiritismo é energia. A oração final sobre agradecimento e recomeço foi forte, de tocar o sentimento...
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06/09/2011 (terça) – Estava a maior chuva logo cedo. Tomei o café da manhã mais tarde devido a lotação... Fiquei conversando com a Janna um pouco. Disse que fundaria uma mesquita ou um templo budista, pois ambas religiões faltam na ilha... Embora soube de Silvinha que ministra aulas de Yoga no ICMBio, já viajou várias vezes à Índia e é budista... Ela me disse que até o ano que vem eu teria encontrado uma religião para seguir... Fui a pé, pela rodovia, até a praia da Conceição. Depois de fotografar uma imagem de Iemanjá, permaneci horas no Bar Duda Rei: limonada (R$ 8) e caipirinha de sagatiba (R$ 14). Voltei pela Vila dos Remédios e na rua São Miguel, Pousada Solymar, vi bicicletas para alugar por 20 reais a diária. Rumei ao Porto. Tomei expresso no lugar de sempre. Na volta, quase morri ao subir até a Vila do Trinta; tive que empurrar a bicicleta. Descansei na lanchonete em frente a Escola Arquipélago e desci até a linda Baía do Sueste. Lá encontrei o Pedro; conversamos e uma chuva forte e rápida chegou, como ele havia previsto 20 minutos antes. Depois de um curto período de tempo já era hora de voltar. Passei pelo aeroporto e estava tudo indo bem, mas um pouco antes do Tamar a correia da bicicleta saiu e tive que empurrá-la novamente até despachá-la ao dono... Encontrei o padre acompanhado de jovens no caminho; eles cancelaram o rapel que iriam fazer no Morro do Pico por conta da chuva... Cheguei na pousada umas 17 horas. Tomei banho e dormi até às 20 horas. Tomei sopa de caldo verde e liguei para o Marcos.
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07/09/2011 (quarta) – Feriado Nacional: Independência do Brasil. Fui assistir ao desfile de 7 de Setembro da Escola Arquipélago Fernando de Noronha (ensino fundamental e médio). Muita gente desfilou, incluindo a Aeronáutica, o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (1887), crianças representando personagens célebres daquele Estado, como Lampião e Maria Bonita, por exemplo, carrinhos com bebês da Escola Bem-Me-Quer (centro integrado de educação infantil) etc. Nota: Talvez utilizar a série “ Educação” de 1998 por causa das escolas... Também séries sobre a Independência...
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Fotografei a família: Janna, seu marido Romério e seus dois filhos Vítor e Vinícios, os quais participaram do desfile. Tomei cafézinho na Mônica. Após um banho, eu e Janna fomos ao aeroporto buscar Roga. Fiz o receptivo. Antes passamos na avó paterna de Janna, dona Josefa (Zefinha), na Pousada Sueste. Eles foram embora e eu esperei a Denize chegar. Muito chique uma pessoa chegar em Fernando de Noronha e alguém estar esperando. Denize me trouxe de presente uma peça de girafa em cerâmica que foi adquirida em Pirinópolis no mês de junho de 2011, quando ocorreu a viagem em comemoração ao aniversário de Flávia... Tiramos fotografias para registrar o fato, afinal não é sempre que uma girafa desembarca em Noronha. Enquanto Denize e suas duas sobrinhas rumaram de transfer até a pousada, eu fui a pé. Como elas pararam para assistir uma palestra, cheguei antes delas na Pousada Topázio. Choveu. Fomos de táxi até o Flamboyant. Jantamos sopa de legumes e pastel. Caminhamos um pouco pela Vila e fomos até a igreja. Nos despedimos. Quando cheguei na pousada havia um recado do sargento dizendo que estaria cancelado o passeio porque ele teria que trabalhar.
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08/09/2011 (quinta) – Logo cedo caminhei até o Forte. Prá variar não consegui acessar a rede... Fui até a lan house e a internet estava tão lenta que depois de dez minutos sem conseguir acessar, disse que voltaria mais tarde... Dormi bastante durante a tarde; acho que eu estava cansado e nem notei. Voltei à lan house e nada. Por volta das 17 horas finalmente conheci a dona Cristina Maria Queiroz que chegou na ilha com três anos de idade, em 1957. Conversamos um pouco e ela me indicou procurar o IUB – Instituto Universal Brasileiro (www.institutouniversal.com.br), Avenida Rio Branco, nº 781 (esquina com a Duque de Caxias), em São Paulo, pois ela fez o curso básico de ensino por correspondência, nos anos de 68/69, chamado na época de Artigo 99. Seu pai Estácio foi ex-presidiário e chegou na ilha em 1939. Na época, ele se correspondia com seus familiares por telegrafia através do Italcable... Ela também me indicou falar com a dona Severina Sulino, antiga moradora da Vila dos Remédios, pois ela talvez tenha correspondências antigas... Depois, enquanto esperava a Denize chegar do passeio, mostrei as fotos que fiz à Valéria, suas e de seu pai que desfilou na parada de 7 de Setembro... Fomos até a Águas Claras escolher as fotos submarinas delas; passamos no Tamar e fomos de táxi até o Flamboyant. Jantamos no São Miguel – lugar de péssimo atendimento – elas comeram pizza e eu açaí na tigela.
PS: Gostaria de saber se o IUB possui alguma espécie de arquivo ou museu que guarda correspondências antigas, do final da década de 60... (3226- 5502)
09/09/2011 (sexta) – Andei por toda Floresta Nova e conheci o Sistema Golfinho de Comunicação: TV Golfinho e FM Noronha. Depois fui até a Vila dos Remédios bater na porta de dona Severina (avó de Marcinho) que chegou na ilha em 1961. Andei pela Vila do Trinta porque pensei que o Conselho Tutelar fosse lá, mas soube que ficava na Floresta Velha. Buscava por dona Nice e seu esposo Francisco Paula de Oliveira (Chiquito), o qual chegou na ilha no dia 02/03/1958. Passei na Mônica, conversamos, tomei cafésinho e ela indicou Djanira que serve o melhor açaí da ilha... Fui ao Conselho ao lado da Escola e informaram onde o casal mora... Andei pela Floresta Velha, fotografei o abandonado cemitério que parece ter sido criado na época da II Guerra, em 1942... Fiquei um tempo observando as inscrições nas lápides e a mais antiga que encontrei foi de Luiza Pereira dos Santos (31/01/1884-04/01/1918), a qual viveu 34 anos. Conheci a Pousada Triboju, cuja decoração inclui uma girafa em madeira, artesanato do Recife; penso que esta é a única girafa em Noronha... Conheci Djanira, irmã de Lili, cujo pai, Eurico Cavalcante de Albuquerque, foi quem abriu a primeira loja de artesato em Fernando de Noronha, no final da década de 80... Djanira me deu um envelope circulado da ilha para Munique, na Alemanhã... Almocei açaí na tigela. Ela também me orientou o lugar onde mora dona Nice. Conversei com o casal por um longo tempo, contaram sobre o Correio, cemitério etc. Voltando a pé, quando já estava próximo ao Flamboyant, encontrei com Mônica e Marcinho indo ao mercado... Deixei a Mônica em casa. Tomei banho e fui me encontrar com a Denize. Deixei recado na pousada que estaria na Djanira e que elas me encontrassem lá. Tomei duas caipiroskas e depois jantamos, elas tapiocas e eu açaí novamente (R$ 80). Fomos à Vila; elas ficaram no Bar do Cachorro e eu fui dormir.
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10/09/2011 (sábado) – Logo cedo liguei para o Marcos. Às oito horas da manhã bati na casa de Mônica. Anteriormente havíamos combinado que ela e Mary me levariam para um passeio diferente: apanhar objetos e lixo em um lugar apelidado de “shopping”, localizado por toda extenção da Praia do Leão. Na realidade essa empreitada foi uma espécie de operação “praia limpa”. Pegamos um táxi até o Sueste (R$ 25). Andamos do outro lado da praia do Sueste, pelas ruínas do Forte. Também pela Ponta das Caracas e fomos até a praia do Leão, onde de fato começou nossa expedição... Ultrapassamos o limite permitido e andamos pelas pedras até quase a extremidade do lado direito. Foi bastante cansativo porque, além do Sol escaldante que fez durante o dia, todo o percurso é por cima de pedras. Elas recolheram alguns objetos e madeiras que podem ser reaproveitáveis em artesanato. Nós fomos apanhando o lixo da praia e colocando dentro de um engradado de madeira que encontramos naquele mesmo local. Moniquinha riscou o perfil de uma girafa em uma pedra no local que chamei de “arte rupestre”... Eu quis encontrar uma escova de dente oriunda da África, entretanto achei um capecete de origem espanhola que logo botei na cabeça, pois brinquei com elas que eu era um catador de lixo, ou seja, um trabalhador. Tiramos muitas fotos para documentar todo o lixo que encontramos na praia do Leão. Na volta tomamos água de coco no bar do Sueste. Chamamos um táxi e fomos até o Bar do Beto, na Praia do Meio. Lá almoçamos filé de peixe frito com batatas, que estava uma delícia, e eu bebi duas caipirinhas de sagatiba (R$ 110). Fomos embora por volta das 16 horas. Tomei banho, descansei e fui até a feirinha às 19 horas. Denize chegou e mentiu que estava bem, mas o contrário era visível... Depois que descartamos o restaurante Chica da Silva, na Floresta Nova (cujo melhor prato é camarão empanado com coco servido com arroz cremoso de abóbora), porque era caro, dividimos uma porcaria de lanche de frango no São Miguel – lugar que nunca mais pisarei. Nós nos despedimos porque elas iriam fazer o Atalaia no dia seguinte, no domingo pela manhã, e depois iriam embora a tarde... Dormi cedo.
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11/09/2011 (domingo) – Às nove horas da manhã passei pela casa de Mônica para irmos à celebração da missa na Igreja dos Remédios, que aos domingos acontece às 10 horas; mas também acorre no mesmo dia às 20h. Entretanto o padre não apareceu. Aliás, ontem a Denize me contou que passou pela manhã na casa do padre para saber se aconteceria a missa diante da capela de São Pedro, às 17h, na região do Porto, com direito ao pôr do Sol. Como ele havia confirmado a celebração, então ela e cerca de mais dez pessoas esperaram até às 19 horas, mas o padre também não apareceu... Lamentável isso. Voltamos à casa de Mônica. Matheus me deu uma girafinha de plástico que ele não brinca mais. Joguei runas para Mônica... O tempo passou e nem percebemos. Fui me trocar e às 16 horas fomos ao Bar do Beto para ver o pôr do Sol. Degustamos petiscos de camarão ao alho e óleo, batatas fritas, farinha, vinagrete, bolinho de peixe, bebidas (eu duas caipirinhas de sagatiba) e sorvetes (R$ 100). Subimos a pé e resolvemos tomar açaí. Pegamos um táxi e fomos até a Djanira, mas já estava fechado, então fomos ao Mundo Verde – Açaí e Raízes de Noronha (BR 363, Floresta Nova). Voltamos a pé e cheguei na pousada às 19h30. Foi um ótimo dia. Divertido e agradável. Liguei para o Marcos.
12/09/2011 (segunda) – Lua Cheia (06:27 hs, 19° 17’ de Peixes). Levantei cedo. Indo até a Djanira, para saber onde exatamente está localizada a casa de Lili, encontrei-a pelo caminho. Hoje o dia está bem nublado, mas bastante abafado. Fotografei no Mirante do Boldró. Cheguei na Pousada Som das Ondas (pousadasomdasondas@hotmail.com), o sítio de Lili (liliapis@yahoo.com.br) e da Guia (dagnoronha@yahoo.com.br). Após um cafézinho ela me mostrou o interior de uma colmeia. Em seguida comemos pitangas nos diversos pés que coalham o lugar. Conversamos um pouco sobre Espiritismo. Tirei fotos de ambos os quartos que são alugados para turistas...
Lídia Maria Cavalcanti de Albuquerque, mais conhecida como Lili, cria abelhas da espécie abelha-italiana (Apis mellifera ligustica) que é considerada uma abelha social, originária do sul da Europa, cujas operárias medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam faixas amarelas nos segmentos abdominais. No Brasil é a subespécie preferida pelos apicultores, aliás, é a raça mais criada no mundo. Parece que foi introduzida na ilha nos anos 80...
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Flagrei um gato preto que caçou um pardal... Fomos até Djanira, onde tomei um suco de maracujá. Passei pela Vila dos Três Paus para conhecer. Subi até a Escola e tomei uma limonada no Mundo Verde. Fui na lan house e finalmente consegui ler meus e-mails. Tomei banho e dormi por uma hora. Mary, Matheus, Mônica e eu fomos a pé até o porto para ver os pescadores limpando os peixes, cujos restos servem de alimento para tubarões e arraias que vimos na beira mar. Depois degustamos bolinhos de tubalhau, entre outras coisas (R$ 50). Voltamos de táxi à casa de Mônica, conversamos um pouco. Dormi cedo.
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13/09/2011 (terça) – Janna ligou para Grazi para agendar a minha visita ao Palácio: amanhã às 10 horas. Enquanto nós conversávamos, recebi um telefonema de Denize pedindo para comprar duas camisetas que as sobrinhas dela viram na Mãezinha... Fui até o Boldró a pé. No caminho cruzei com o sargento (que estava de carro com turistas) e tomei expresso no Tamar. Fotografei os quartos de Lili e conversamos. Maria da Guia fez um cafézinho e me deu um envelope circulado da Alemanha para Fernando de Noronha, cujo verso recebeu um carimbo de chegada em 25/01/2010. Tomei limonada no Mundo Verde. Fui na Vila dos Remédios procurar por camisetas baby luck para as meninas, entretanto não encontrei o que pediram... Não havia camiseta com frases estampadas; apenas com o nome da ilha impresso. Perguntei a respeito, mas não tinha. Comprei brancas porque eu gostei mais dessas estampas do que das coloridas. Dormi por duas horas. Fui ao Correio às 16h, mas lá soube que o horário de funcionamento é das 8 às 14 horas. Voltei à casa de Mônica. Matheus chegou com uma sacola de presente para mim... Mary pintou durante o dia uma sacola com decoração de tartaruga, uma caixa com a cara de uma girafa e uma camiseta com uma girafa numa paisagem. Adorei. Super gentil e atenciosa. Tiramos fotos. Nós quatro fomos a pé até o porto, entretanto não houve novamente a algazarra de arraias e tubarões porque haviam turistas no local... Pegamos um táxi e fomos ao restaurante Varanda (www.restaurantevaranda.com.br) na Vila do Trinta. Eu e Mônica dividimos um prato de camarão ao molho de abóbora e de sobremesa comemos peti gato e mousse de maracujá. Mary e Matheus pediram um prato infantil de bife com arroz e batatas fritas cada um e de sobremesa sorvete de creme com calda de chocolate (R$ 200). Fomos a pé até o Banco Santander e conversamos até às 23 horas. Ela me serviu uma limonada porque eu comi demais... Assisti um pouco de TV e dormi.
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14/09/2011 (quarta) – Choveu bastante logo cedo. Após o café da manhã contei para Janna e Cíntia que Edna e Cris estavam me mandando embora porque acharam que hoje seria o meu último café da manhã... A historiadora Grazielle Rodrigues que trabalha no Palácio do Distrito Estadual de Fernando de Noronha veio até a Pousada Fortaleza para conversar comigo; o que fizemos das 9h30 até às 14h. Foi muito legal. Em um determinado momento ela ligou para Marieta no Recife para nos apresentar... Contou que quase tudo foi na ilha foi construído em 1958 pela marinha, aeronáutica norte-americana... que o avião norte-americano Globemaster fazia duas viagens semanais da Flórida para Noronha... e também por empresas particulares como a RCA (Radio Corporation of America; empresa pioneira no setor de telecomunicações, criada em 1929) e a Panamerica... Nota: Existiram 2 aviões cargueiros construídos pela Douglas Aircraft Company. O avião Douglas C-74 Globemaster usado na Segunda Guerra Mundial (primeiro voo: 05/09/1945) e o Douglas C-124 Globemaster II, chamado de “Old Shakey”, feito a partir do primeiro (primeiro voo: 27/11/1949). Nota: Há um selo de St Helena 2003 que mostra esse modelo... A região onde está atualmente o Tamar, no Boldró, foi chamada de área americana de 57 a 62; depois de Guarnição em 1967; do final dos anos 70 até 90 existiu o Hotel Esmeralda... Depois fui até o Palácio para fotografar um quadro, cuja tela foi pintada em 1948 e assinada por J.W.R. no canto inferior direito. Dormi a tarde. Passei as fotos para o micro e arrumei as malas. Dormi cedo.
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15/09/2011 (quinta) – Após o café da manhã dei a gorjeta para Edna e Cris... Cheguei no Correio às 8 horas, mas abriu às 9h30... Passei em Mônica; ela me presenteou com o livro e Mary me deu um adorno de cabelo que ela adquiriu na feira de artesanato internacional que ocorreu no mês de julho no Recife... Fiz o check-out na pousada e fiquei devendo um telefonema que o sistema não acusou... Ganhei um ímã de geladeira como lembrança da pousada. Roga pediu um táxi para me levar ao aeroporto, onde cheguei cedo, às 14 horas. Tchau! Esqueci o maço de cigarros com o isqueiro dentro em cima da mesa na varanda... Até a próxima oportunidade! Quem sabe um dia vejo a REFENO, que acontece no final deste mês de setembro...
CONTATOS
29/10/11: Olá Jannaina! Espero que todos estejam bem. Conforme prometido enviei para o acervo do Núcleo Espírita Peregrinos de Ismael, no dia 28/10, algumas peças filatélicas repetidas que tenho na coleção alusiva ao Espiritismo. Como enviei através de carta registrada, penso que vai demorar uma semana para você ter em mãos... Por favor, para maiores explicações sobre os seis selos postais existentes, visite a página SELOS POSTAIS SOBRE ESPIRITISMO que mantenho em meu sítio Girafamania. Nela há links para outras páginas relacionadas ao assunto... Como já disse as peças que envio são repetidas na minha coleção, entretanto nem tudo o que existe na coleção ou na página indicada eu tenho repetido. Espero que gostem e tirem proveito. Jannaina você conhece José Gomes de Sá, cujo apelido é Dezinho? Um dia eu recebi de presente via Correio do próprio Dezinho (embora não o conheço pessoalmente) um DVD da Mostra Espírita 2004 “Allan Kardec e a Sistematização das Comunicações com os Espíritos”, ocorrida no Centro de Convenções de Pernambuco Teatro Guararapes, no qual José Gomes Dezinho ministra a palestra “MEDIUNIDADE DA ANTIGUIDADE À ÉPOCA ATUAL”. Ele me conheceu através de meu trabalho de colecionismo sobre o Espiritismo que foi publicado em Boletins Informativos de Sociedades Filatélicas. Seria interessante se qualquer dia a gente juntasse nossos trabalhos: ele ministrando sua palestra e eu entro com a mostra da coleção Espírita... Não é? Mudando de assunto, e aquele telefonema para São Paulo, que devo a Pousada Fortaleza, não apareceu no sistema ainda? Quando eu estava no aeroporto percebi que esqueci na pousada o maço de cigarros com o isqueiro dentro em cima da mesa na varanda... Estou programando em voltar a Noronha no final do mês de novembro porque quero ver a ilha seca, nua, pois nas duas vezes eu a vi verdejante... Quero ficar no quarto de número 6, ok?! (rs) Janna, vê se não vai ser “concisa” em responder esta mensagem, heim?! (rs) Beijos e lembrança a todos, sua mãe dona Rosina, ao Roga, Cíntia, Edna e Cris.
07/11: Olá Janna! Tudo bom? Mandei uma carta registrada para você e li no Correio que já foi entregue: RM974927785BR (Histórico do Objeto 04/11/2011, Situação: Saiu para entrega). Gostaria de saber se gostou do material... Beijos a todos e inté. | 07/11: Boa tarde Sérgio! Tudo bem, graças a Deus e você tá bem? Adorei, muitíssimo obrigado, já estou toda amostrada com material, irei deixar no centro Espírita. As meninas do centro ficaram muito feliz, mandam beijos e agradecem. Beijos! PS. Vê se não demora aparecer! A Inté! | 08/11: Olá Janna! Por aqui tudo ótimo; obrigado! Janna quer dizer que você aderiu ao meu “inté” !? (rs) Fiquei feliz que todos gostaram... Quanto a aparecer na ilha, penso que vai demorar... snif... Acho que irei em novembro do ano que vem... mas lá para fevereiro eu entro em contato para a reserva do ano que vem... ok?!
Em 08/11/2011 enviei uma caixa com 476 peças do Lego Atlantis 8075 – Neptune Carrier (Transportadora Netuno), ao Matheus, claro. Objeto: PB354554615BR, cuja situação em 22/11/2011 era “aguardando retirada”. Mary me ligou e eu falei também com Matheus e Moniquinha em...
12/12/11: O tempo permite a distância, mas nunca o esquecimento... No dia 29 de setembro eu, Matheus e Mary fomos comemorar o niver de Lucca no Bar do Beto e foi unânime... sentimos a sua presença lá... bem lá no fundo... um galego que conhecemos, muito simpático, de tirar o padre da missa... literalmente... saudades... cheiros. PS: Adorei a matéria sobre a gente no girafamania, e outra coisa que vc não perdoou: a falta de compromisso do padre e o lanche horrivel... 13/12: Viche! Aprendeu a mexer no computador, foi? Deve ser porque Lucca está por aí, né?! Mônica adorei receber notícias suas. E obrigado pela foto; pude ver que Lucca herdou a beleza da mãe... O galego até pode ser simpático, como você disse... mas unânime não foi porque Lucca não conheceu pessoalmente a minha beleza estonteante... e, aliás, quem tirou o padre da missa fui eu, não o galego... Eu não perdou ninguém mesmo... Mônica gostei de saber que você conseguiu ler o diário que publiquei... Agora nas festas iremos ao Piauí conhecer as artes rupestres daquele estado... Lógico que vou me lembrar daquela girafa-rupestre que você desenhou na pedra... e que eu não pude trazer comigo a única peça que você fez para mim... O Marcos já dividiu as férias dele para o ano que vem... uma semana será em novembro para voltarmos à ilha... então você vai conhecê-lo... pena que está tão longe... será que antes disso você não aterrisará em São Paulo? Eu terei o maior prazer em te levar passear em todos os lugares de Sampa... Obrigado novamente por escrever.
Última atualização: 24/12/2011. |