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Classificação Reino: Animalia |
O tamanduá-bandeira tem como nome científico: Myrmecophaga tridactyla....
Nome complicado, não é?
Mas é fácil de se entender (grego): “myrmeco” se refere às formigas; “phagos”, comedor, que se alimenta de; e “tridactyla” refere-se aos seus três dedos das patas anteriores, usadas para escavar, “tri” (três), “dactylos” (dedos).
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Ao lado, um fragmento de envelope com selo sobre tamanduá aposto, obliterado em 30/09/2005 com carimbo especial sobre formiga. Muito legal este lançamento feito pela Polônia, não é? Esta peça filatélica compreende uma série sobre os Zoológicos Poloneses. |
Atualmente se reconhece três subespécies, as quais se distinguem pela sua distribuição geográfica, pela América Central à América do Sul. Uma dessas subespécies, a da América Central, encontra-se praticamente extinta:
Tamanduá-bandeira ou tamanduá-gigante (Myrmecophaga
tridactyla), (Linnaeus, 1758):
Nome inglês: Giant Anteater ou apenas Anteater
Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)
Nome inglês: Collared Anteater / lesser anteater / Four-toed anteater
Tamanduá-i ou tamanduí (Cyclopes didactylus)
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TAMANDUÁ-BANDEIRA
Abaixo, o selo que foi emitido em 1988 mostra um tamanduá-bandeira.
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Características gerais:
Comprimento do corpo: cerca de 1 metro e 30 centímetros
Comprimento de cauda: 90 centímetros
Altura: cerca de 60 centímetros
Peso: até 39 quilogramas
Período de gestação: 190 dias
Número de cria: 1
Maturidade sexual: 14 a 22 meses (fêmea); 24 meses (macho)
Longevidade: cerca de 15 anos
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: AC, AM, AP, BA, DF, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PI, PR, RO, RR, RS, SC, SP, TO.
Pelagem das costas marrom acinzentado; pelos negros, cinza e marrom; grossos, faixa larga, negra, com contorno branco, indo do ombro ao peito e pescoço. Possui crina com pelos curtos na cabeça e aumentando de tamanho em direção à cauda. Os pelos são duros e secos. Cabeça alongada, pontuda e convexa, coberta com pelos curtos, cinza; focinho negro; orelhas pequenas e redondas. Grande cauda, não preênsil, com pelos muito grandes, grossos e pendentes. Patas dianteiras mais claras com três garras fortes e duas menores. Patas traseiras da cor do corpo e com cinco garras pequenas.
Sendo o maior de todos os membros da família Myrmecophagidae, o tamanduá-bandeira ou tamanduá-gigante é um comedor de insetos e ovos de aves, como todos as espécies atuais de tamanduás das Américas Central e do Sul. É caracterizado por seu longo focinho cônico, por suas unhas enormes e por sua língua comprida...
Com o tamanho total de 50 centímetros, a pegajosa língua coberta por um líquido é usada para capturar os insetos em seus ninhos, formigueiros e cupinzeiros. O tamanduá-bandeira pode tirar a língua cerca de 160 vezes por minuto!
A visão é fraca e o tamanduá-bandeira depende quase totalmente da audição e do faro para detectar inimigos, assim como para encontrar seu alimento: formigas, cupins, casulos, larvas de besouro etc. Num único dia, o tamanduá-bandeira pode comer cerca de dois milhões de formigas!
Suas longas, curvas e afiadas garras são usadas para abrir brechas nos ninhos dos insetos de que se alimenta. São também um recurso mortal de luta, já que as usa para ferir os adversários, cravando lhes as unhas nas costas.
A pelagem é característica da espécie, um acinzentado com uma faixa preta com bordas brancas e as patas de cor branca também. Sua cauda o confunde em meio a grama alta das savanas tropicais e campos, detentores de muitos cupinzeiros.
Raramente atacado por sua carne possuir um gosto ruim, seus predadores ocasionais são as onças-pintadas (os caçam por engano) e o homem, por esporte.
O tamanduá é parente das preguiças, tatus, gliptodontes, megatérios e os demais desdentados. Alguns desses parentes até possuem dentes, mas sem o esmalte.
Os tamanduás-bandeira se reúnem em pares somente na época da reprodução, normalmente na primavera. Após se acasalarem, o macho abandona a fêmea que irá cuidar do filhote (um único por ano) até que este já possa se manter sozinho.
O filhote nasce com cerca de 1,3 kg. Durante oito ou nove meses, a cria se alimenta somente de leite. Após esse prazo, a fêmea ensina as técnicas de caça aos insetos ao filhote.
Para que o filhote não se canse, a fêmea o carrega nas costas, assim como fazem algumas espécies de primatas (com os quais não tem parentesco próximo), apesar dele ser capaz de galopar lentamente um mês após seu nascimento.
Em cativeiro recebem vários tipos de alimentos, incluindo insetos (vermes, larvas, grilos e cupins), um mingau com alto índice de proteína e aperitivos como abacates, mangas, laranjas e iogurte.
Hoje em dia, só habitam a América Latina, com espécies terrícolas e arborícolas, tais como o tamanduá-mirim e o tamanduí...
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TAMANDUÁ-MIRIM
O nome “tetradactyla” refere-se aos seus quatro dedos, usadas para escalar árvores, “tetra” (quatro), “dactylos” (dedos). Existem exemplares no Zoológico da Universidade Federal de Mato Grosso; também no Parque Dois Irmãos...
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Há o Tamanduá-i (Cyclopes didactylus) ou tamanduí que vive em florestas tropicais do México, Peru, Brasil (Amazônia, Alagoas e Pernambuco). O tamanduá-i tem o hábito noturno de escalar árvores com extrema habilidade.
É um animal que vive solitário. Sua pelagem é densa e dourada. Possui uma cauda grande e preênsil e dois dedos em forma de garras nas patas dianteiras. Pode ser encontrado no Parque Dois Irmãos...
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BioData é um site dedicado à biodiversidade do planeta Terra. Desenvolvido pelo estudante paulista (amante de animais e plantas) Rafael Silva do Nascimento (página elogios). Você quer saber mais sobre o bicho deta página, também sobre muitos outros, visite o BioData:
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Última atualização: 06/08/2007. |