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São 12 as Famílias que compreendem a Ordem dos Primatas. Entre elas, duas são encontradas no Brasil que, em conjunto, recebem o nome de Platirrinos Americanos (que tem septo nasal largo e narinas voltadas para os lados):
Cebídeo – Diz-se de espécime dos Cebídeos, família de Simiiformes (subordem de animais que abrange os macacos e o homem) que reúne macacos do Novo Mundo, com cerca de 35 espécies...
O trabalho desta página foi baseado em uma placa informativa do setor dos grandes primatas brasileiros, dividida em três gêneros, no Zoológico Municipal de Bauru...
O Brasil possui o maior número de espécies de primatas no mundo. Veja o Centro Nacional de Primatas, no Pará!
Parece que são 103 espécies no planeta e 70% dessas estão na Amazônia. Na Lista Oficial da Fauna Ameaçada de Extinção, assim como na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), das 26 espécies de primatas brasileiros consideradas sob ameaça de extinção, 11 são espécies amazônicas.
Conhecidos como primatas do Novo Mundo possuem algumas características diferentes de seus parentes do Velho Mundo (África e Ásia), como o focinho curto com as narinas voltadas para os lados.
Na sua maioria, apresentam a particularidade típica dos platirrinos de terem narinas afastadas abrindo para os lados, ao contrário dos macacos do Velho Mundo, cujas narinas abrem para a frente. Os seus polegares também não são oponíveis, mas os dedos grandes dos pés são.
Nas espécies de grande porte, esses macacos têm uma cauda preensil que chega a funcionar quase como um quinto membro, facilitando o seu deslocamento arbóreo.
A visão é o sentido mais desenvolvido e indispensável para a sua rápida locomoção pelos galhos e cipós, e a percepção das cores facilita não só a procura de alimentos, como também ajuda a explicar a razão de serem os mamíferos mais coloridos do mundo. Vivem em grupos familiares onde todos auxiliam no cuidado à prole.
GÊNERO LAGOTHRIX
Os representantes do gênero Lagothrix, devido ao grande volume de seu abdome recebem o nome de macaco-barrigudo (Lagothrix lagotricha) – primata ameaçado de extinção, espécie amazônica classificada como vulnerável pela IUCN, encontrado principalmente na Amazônia brasileira. Por meio de sua cauda preensil se dependura nas árvores para dormir ou se alimentar de folhas e frutos.
Curiosidade: O macaco-barrigudo é uma espécie considerada modelo de estudos cardiovasculares em potencial por sua predisposição à hipertensão espontânea e cardiopatias... Segundo a literatura, apresenta pressão sistólica em repouso variando de 120 a 150 mmHg e, sob estresse, de 220 a 250 mmHg. A hipertensão arterial sistêmica pode ser secundária ou idiopática, e pode provocar danos em vários órgãos, notadamente: rins, olhos, SNC e sistema cardiovascular (hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência cardíaca, arritmias,e hemorragias).
A imagem do lado esquerdo da tela é parte da placa instrutiva do Zoo Bauru. A imagem central retrata um cartão-postal sobre a fauna da Amazônia: macaco-barrigudo.
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GÊNERO ALOUATTA
O gênero Alouatta é muito conhecido por sua vocalização que pode ser ouvida a mais de 5 quilômetros dentro da mata, e serve para a marcação de seu território. São chamados popularmente de macacos-uivador ou bugios ou ainda guaribas. As palavras em tupi-guarani: “guaiba, guariba, wariwa”, referem-se ao “chefe dos berradores”, bugio... Os índios também chamam o macaco-guariba de kubut.
Família: Atelidae / Cebidae | Gênero: Alouatta (Lacepede, 1799) – bugio ou
guariba / Howler Monkeys (http://en.wikipedia.org/wiki/Alouatta)
Alouatta arctoidea () – Ursine Howler.
Alouatta belzebul (Lineu, 1766) – Red-handed Howler / Hurleur aux mains
rousses.
Alouatta belzebul ululata (Elliot, 1912) – guariba-de-mãos-ruivas ou
capelão. Categoria de ameaça: Criticamente em perigo UF: MA
Alloatta caraya (Humboldt, 1812) – bugio-preto, bugio-negro ou macaco-guariba
/ Black Howler / Hurleur noir.
Alouatta coibensis (Thomas, 1902) – Coiba Island Howler / Hurleur de
l’île Coïba.
Alouatta coibensis coibensis (Thomas, 1902)
Alouatta coibensis trabeata (Lawrence, 1933) – Azuero Howler Monkey.
Alouatta discolor () – Spix’s Red-handed Howler.
Alouatta fusca ou Alouatta guariba (É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1812)
– bugio-marrom... / Hurleur brun.
Alouatta guariba () – Brown Howler.
Alouatta guariba clamitans – bugio-ruivo / Southern Brown Howler.
Alouatta guariba guariba – bugio, barbado ou guariba / Northern Brown
Howle. Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: BA, MG
Alouatta juara () – Juruá Red Howler.
Alouatta macconnelli () – Guyanan Red Howler.
Alouatta nigerrima () – Amazon Black Howler.
Alouatta palliata (Gray, 1849) – Mantled Howler / Hurleur à manteau.
Alouatta palliata aequatorialis – Ecuadorian Mantled Howling
Monkey.
Alouatta palliata mexicana – Mexican Howling Monkey.
Alouatta palliata palliata – Golden-mantled Howling Monkey.
Alouatta pigra (Lawrence, 1933) – Guatemalan Black Howler / Hurleur
du Guatemala.
Alouatta puruensis () – Purus Red Howler.
Alouatta sara (Elliot, 1910) – Bolivian Red Howler / Hurleur de Bolivie.
Alouatta seniculus (Lineu, 1766) – macaco-uivador-vermelho / Venezuelan
Red Howler / Hurleur Roux.
Alouatta ululata () – Maranhão Red-handed Howler.
Distribuição geográfica: América do Sul, Brasil e parte da Argentina. Habitat: Florestas... Ocorre no Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense. Hábitos alimentares: herbívora; folhas e frutos. Arborícola, herbívoro-frugívoro. Reprodução: Gestação de 180 a 194 dias. Período de vida: Aproximadamente 20 anos. De coloração escura, cuja pele da mandíbula é barbada, o bugio vive em bandos. O bugio-preto vive em haréns de cinco a 30 indivíduos geralmente liderados pelo macho e com predominância em número de fêmeas...
A imagem do lado esquerdo da tela é parte da placa instrutiva do Zoo Bauru!
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GÊNERO ATELES
O macaco-aranha (Ateles spp.), pertencente à família Atelidae, é encontrado nas florestas amazônicas e da América Central. Distribuição geográfica: Habitam as partes superiores das florestas. Ocorre no Amapá, norte do Pará, sudoeste do Amazonas, Acre, Rondônia e noroeste de Mato Grosso.
São diurnos e arbóreos, no habitat natural vivem em grupos de sete a dez indivíduos. Esses animais são basicamente frugívoros (que se alimentam de frutos), mas em certas épocas do ano podem se tornar folívoros e comem folhas e flores novas...
Inteiramente negro com a face pelada cor de carne ou vermelho. Cabeça pequena com tufos de pelos na região das orelhas descendo em faixa até o queixo; os pelos do alto da cabeça são voltados para a frente e formam uma franja na altura das sobrancelhas. Braços e pernas compridos; mãos grandes e dedos finos.
Costumam ficar pendurados em galhos, balançando pela cauda extremamente longa e preensil, cujo uso intenso ao se movimentarem entre os galhos, os primatas do gênero Ateles são conhecidos como macacos-aranha ou coatá.
Ateles belzebuth – macaco-aranha ou coatá | Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: AM
Ateles belzebuth ...? – macaco-aranha-de-peito-amarelo
Ateles belzebuth belzebuth – macaco-aranha-de-peito-branco
Ateles belzebuth marginatus – macaco-aranha-de-testa-branca
| Categoria de ameaça: Em perigo de extinção. UF: PA
Ateles ? – macaco-aranha-de-cara-branca
Ateles chameck – macaco-aranha-de-cara-preta
Ateles paniscus – macaco-aranha-preto
Ateles paniscus paniscus – macaco-aranha-de-cara-vermelha
A imagem abaixo (do lado esquerdo da tela) é parte da placa instrutiva do Zoo Bauru. As fotografias do Parque Dois Irmãos mostram o macaco-aranha-de-cara-preta (no centro da tela) e o macaco-aranha-de-testa-branca (do lado direito).
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OUTROS MACACOS
MACACO-DA-NOITE
Nome científico: Aotus infulatus
Aotus lemurinus griseimembra? (Grey-legged douroucouli)
Pelo cinza mesclado de marrom, macio e denso. Cabeça redonda com pelos curtos, cara branca com contornos negros da bochecha até o alto da cabeça. Olhos grandes redondos e marrons. Boca com risco negro horizontal dando ares de sorriso. Cauda não preensil, nunca enrolada, marrom ou dourado-queimado da base até a metade. Daí à ponta, negra. Garganta, peito e ventre variando do amarelo pálido ao laranja brilhante.
São animais noturnos, arbóreos, vivendo em pequenos grupos. Alimentam-se de frutas, insetos e néctar. Normalmente são vistos na parte superior das florestas. É espécie praticamente sedentária ocupando áreas restritas nas matas. São mais ativos em noites de lua cheia. Ocorre na Amazônia e Pantanal.
O nome uacari tem origem na vocalização do animal, que parece um “Ua-ca-ca”. “Calvus” quer dizer careca em latim e “rubicundus”, por exemplo, de cor avermelhada...
Nome científico: Cacajao calvus
Cacajao calvus calvus (I. Geoffroy, 1847) – uacari-branco
Cacajao calvus novaesi (Hershkovitz, 1987) – uacari-de-novaes
Cacajao calvus rubicundus (I. Geoffroy & Deville, 1848) – uacari-vermelho
O macaco-uacari tem pelo branco e cara vermelha... A expectativa de vida dessa espécie é cerca de 30 anos... Em zoológicos o uacari-vermelho é uma espécie pouca conhecida, parece que só existe um exemplar no Zooparque Itatiba (SP), fotos abaixo, e um casal no Ecopark de Manaus (AM)...
As fotos abaixo são do uacari-vermelho que saiu de Altamira, no coração do Pará, e mora no Zooparque Itatiba, atualmente. Adotado desde bebê por uma moradora da cidade, “Marquinhos” foi criado no colo até que cresceu e virou um bagunceiro. Sem condições de continuar com o macaco, a família o entregou a Polícia Ambiental que imediatamente chamou o Ibama... “Marquinhos” é um macho novo, tem no máximo 4 anos. “Nós adaptamos todo o recinto para que ele não sinta frio”, comentou o biólogo Sérgio Rangel. Como no Zooparque há somente um exemplar de Uacari-vermelho, ele está sendo habituado gradativamente à companhia de outros macacos e vai viver, dentro em breve, com um casal jovem de macacos-barrigudos, espécie endêmica da mesma região de origem (Amazônia).
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MONO-CARVOEIRO ou MURIQUI – Espécie ameaçada de extinção!
Família: Atelidae (Atelidae)
Nome científico: Brachyteles arachnoides (Geoffroy, 1806) / Muriqui,
miriqui ou muriqui-do-sul ou mono-carvoeiro / Southern Muriqui – veja o selo
WWF
Categoria de ameaça: Em perigo. UF: PR, RJ, SP
Nome científico: Brachyteles hypoxanthus (Kuhl, 1820) / Muriqui-do-norte
ou mono-carvoeiro, mono, miriqui, muriqui / Northern Muriqui
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: BA, ES, MG
Distribuição geográfica: Ocorrem na Mata Atlântica do sul da Bahia até São Paulo. Maior primata neotropical ou maior primata das Américas. Amarelo pálido; pelo denso e macio. Cabeça redonda, face negra contornada por estreita faixa mais clara. Orelhas peludas com formato de orelhas de filhote de urso, marrom escuro no centro. Braços, pernas e cauda preensil longos e finos.
Arborícola, herbívoro-frugívoro. Gostam de se balançar pendurados pela cauda. São diurnos, arbóreos e formam pequenos grupos. Alimentam-se de folhas e algumas frutas e flores. Utilizam e estrato superior das florestas onde vivem. São preguiçosos, gastando três-quartos do dia em descanso.
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MACACO-PREGO (em tupi-guarani o macaco-prego é chamado de kukoire)
Veja também sobre o CEBUS – Centro de Biodiversidade da Usipa!
Cebus apella – macaco-prego...
Cebus flavius – macaco-prego-galego ou macaco-louro | Criticamente
em perigo de extinção. UF (em fragmentos de Mata Atlântica): AL, PB, RN, PE
Cebus robustus – macaco-prego... / Brown Capuchin Monkey | Categoria
de ameaça: Vulnerável. UF : BA, ES, MG
Cebus xanthosternos – macaco-prego-de-peito-amarelo | Criticamente
em perigo de extinção. UF: BA, MG, SE
Cebus kaapori (Queiroz, 1982) ou será Cebus albifrons? – macaco-caiarara
ou caiarara ka’apor | Criticamente em perigo de extinção. UF: MA, PA (região
de Tucuruí?)
Cebus libidinosus (Spix, 1823) – macaco-prego...
Cebus nigritus – macaco-prego-preto
Cebus unicolor – Pale
Capuchin
Em novembro de 2009, aproximadamente, o Parque Zoobotânico de Teresina recebeu uma das 12 espécies mais raras do planeta: o macaco-prego-galego. A espécie permaneceu durante mais de 300 anos como um verdadeiro enigma para a Ciência. Citado apenas em antigos livros de naturalistas europeus que passaram pelo país nos séculos 17 e 18, o macaco não era visto desde então... A doação de quatro macacos desta espécie, para o programa de reprodução em cativeiro, foi feita pelo Centro de Triagem do IBAMA...
Parece que o macaco-prego-do-peito-amarelo é uma espécie exclusivamente baiana. Em todo o mundo só ocorre em algumas áreas da Bahia, como o Recôncavo Baiano e Mata Atlântica...
O macaco-prego habita as matas ciliares dos rios. Ocorre em todo o território nacional, exceto no Rio Grande do Sul. É muito comum no Pantanal de Miranda e na região de Bonito, nos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Esta espécie possui as costas de cor amarelo escuro variando até o negro, passando pelo marrom, com a região da coluna vertebral meia escura. Ombros mais pálidos amarelo mostarda ou marrom. Cara larga; parte superior da testa recoberta com topete negro ou marrom escuro que pode descer até as bochechas numa faixa distinta anterior às orelhas. Cauda preensil negra ou marrom mais escura na extremidade, que se mantém enrolada enquanto o animal caminha. Palma das mãos e planta dos pés negros.
O macaco-prego é muito curioso. É de hábito diurno, arbóreo e vive em bandos ou em grupo de 10 indivíduos, normalmente, liderados por um macho dominante. Alimentam-se de folhas e principalmente frutos, cocos, insetos, pequenos vertebrados, ovos, filhotes de pássaros e néctar. Vivem na parte inferior das florestas, porém vão ao alto das árvores em busca de frutas.
As fotos abaixo mostram macacos-prego; a foto do lado direito é do Parque Dois Irmãos...
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Família Pitheciidae
Os titis são primatas do gênero Callicebus, único da subfamília Callicebinae, que pertence à família Pitheciidae. Possuem costeletas, laterais do pescoço, garganta, face interior dos membros e partes inferiores do corpo uniformemente avermelhadas, contrastando com a coloração marrom-amarelado aguti do dorso, partes externas do tronco, base da cauda e coroa. Fronte em forma de coroa com coloração marrom-avermelhado aguti, bordeada por vibrissas superciliares pretas.
Tais primatas chegam a medir até 60 cm de comprimento, cauda longa, pelagem longa, macia e de coloração avermelhada, amarelada ou preta. Também são conhecidos pelos nomes de sauás, bizogue, boca-d’água, guicó, guigó, iapuçá, japuçá, saá, uaiapuçá, uapuçá, zogó e zogue-zogue.
Eles vivem no biomas sul-americanos da Floresta Amazônica e na Mata Atlântica, nos estados brasileiros de Rondônia, Amazonas, Acre, São Paulo, Rio de Janeiro e sudeste de Minas Gerais, mas também na Colômbia, Peru e norte do Paraguai.
► O gênero Callicebus, que em latim significa macaco lindo (?), é formado por macacos de médio porte, como é o caso do sauá, que pesa em média 1 kg. Eles passam um quarto do seu tempo alimentando-se de frutos (70%), muitas folhas, sementes macias e insetos. Nota: Mídia.
Subfamília: Callicebinae / Gênero: Callicebus
— Subgênero: Callicebus
Callicebus callicebus baptista
Callicebus callicebus barbarabrownae
Callicebus callicebus bernhardi
Callicebus callicebus brunneus
Callicebus callicebus caligatus
Callicebus callicebus cinerascens
Callicebus callicebus coimbrai – Callicebus coimbrai (Kobayashi & Langguth,
1999) – Guigó. Bioma: Mata Atlântica.
Callicebus callicebus cupreus (Red titi)
Callicebus callicebus discolor
Callicebus callicebus donacophilus
Callicebus callicebus dubius
Callicebus callicebus hoffmannsi
Callicebus callicebus melanochir
Callicebus callicebus modestus
Callicebus callicebus moloch – Macaco zog-zog
Callicebus callicebus nigrifrons
Callicebus callicebus oenanthe
Callicebus callicebus olallae
Callicebus callicebus ornatus
Callicebus callicebus pallescens
Callicebus callicebus personatus / Sauá, Guigó / Arborícola, onívoro-frugívoro
Callicebus callicebus stephennashi
— Subgênero: Torquatus / Viuvinha (Callicebus torquatus)
Callicebus torquatus lucifer
Callicebus torquatus lugens
Callicebus torquatus medemi
Callicebus torquatus purinus
Callicebus torquatus regulus
Callicebus torquatus torquatus
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Titi
Nota: Todas as subespécies da família Pitheciidae estão na categoria de ameaça: Vulnerável. Eles ocorrem apenas na Floresta Amazônica... UF: AM. ZooParque, como o Parauacu (Pithecia monachus), (Pithecia irrorata?), Monk Saki (inglês), Moenchssak (alemão); Pithecia pithecia (White-faced saki)...
Abaixo, um dos selos postais de uma série em quadra emitida em 04/09/2006, sobre Parques e Reserva Nacionais, que mostra a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Amazonas (AM), com macaco, peixe, floresta de várzea inundada...
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Última atualização: 27/08/2011. |