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Roedor é o adjetivo usado para várias espécies de roedores... A ordem dos roedores (Rodentia) compreende os mamíferos geralmente, herbívoros e cosmopolitas, cujos dentes incisivos crescem continuamente para compensar o desgaste que sofrem...
Famílias:
Veja o maior roedor do Canadá, o castor-canadense, animal-símbolo do país!
Esquilo ou serelepe ou caxinguelê
Nome científico: Sciurus aestuans
Família: Ciurídeo (Sciuridae). O esquilo serelepe é também chamado pelos índios
de “akutipuru” (de acuti – cutia + puru – de significado incerto: revezar, emprestar)
que significa cutia enfeitada; ainda caticoco... Os escravos vindos da África
deram a ele o nome de caxinguelê, que significa bicho pequeno, e este tornou-se
seu nome mais comum, além de outro, que é serelepe. Semi-arborícola, onívoro-frugívoro.
A pelagem do dorso é marrom-oliváceo. Pelo sedoso, aveludado e curto. Orelhas
com pelagem fina. Possui saliência no alto da cabeça que pode possuir mancha
branca atrás da saliência. Anel mais claro ao redor dos olhos. Cauda esbranquiçada,
amarelada ou avermelhada e negra. Partes inferiores laranja, brilhante no peito,
mesclando-se com cinza posteriormente; região da garganta e inguinal cinza claro
ou branco. Diurno, arbóreo e terrestre; solitário e às vezes aos pares. Alimenta-se
de pequenas frutas, coquinhos e sementes. Extremamente ágil, utiliza todos os
níveis das florestas. Ocorre na região amazônica e na Mata Atlântica.
Ao contrário do esquilo norte-americano, o brasileiro nunca hiberna. A fêmea
quando muda de casa, muitas vezes carrega os filhotes cuidadosamente pela
pele do pescoço.
Paca (Agouti paca) / Família Cuniculidae
(Cunniculus paca) Linnaeus, 1758. Terrestre, herbívoro-frugívoro
Cutia ou akuti (Dosyprocto ozaroe) Dasyprocta azarae; Dasyprocta
prymnolopha Wagler, 1841 (cutia)
As palavras “akuti” e “paka” em tupi-guarani
significam o próprio animal, respectivamente, cutia e paca...
Dasiproctídeo é o adjetivo usado para espécime dos dasiproctídeos, família de
roedores de cauda curta ou ausente, e de unhas fortes e cortantes. Comuns nas
Américas Central e do Sul que chegam a medir 70 centímetros de comprimento.
Este roedor de médio porte possui pelagem variando da cor de pinhão até marrom-claro.
Possui três ou quatro faixas de manchas brancas ao lado do corpo e pescoço,
podendo estar unidas formando faixas contínuas. Pelo curto, liso e esparso.
Cabeça grande, bochechas salientes e olhos laterais; orelhas pequenas. A garganta,
o peito e o ventre são brancos. Cauda muito pequena escondida me pelagem. Corpo
robusto de forma côncava. Noturno, terrestre e solitário. Alimenta-se de frutas
caídas, pastagem e tubérculos. Preferem habitar em áreas próximas à água. São
monogâmicas e vivem aos pares. Durante o dia dormem em tocas que o animal fecha
com folhagens. Encontrada em florestas, matas de galeria e florestas de montanha.
Ocorre em todo território nacional, exceto região Nordeste e Caatinga, habitam
especialmente matas e capoeiras.
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Ouriço-preto
Nome científico: Chaetomys subspinosus
Família: Eretizontídeo (Erethizontidae): ouriço-cacheiro, ouriço-preto | Arborícola,
frugívoro-granívoro
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: BA, ES, MG, RJ, SE.
Há também o Ouriço-cacheiro ou cuandu (Coendou prehensilis)? (Sphiggurus insidiosus)?
Porco-espinho
Nome científico: Coendou insidiosus?
Espécie: Hystrix africaeaustralis
Família: Histricídeo (Hystricidae)
Distribuição: África, Europa e Ásia
Habitat: florestas e vales
Alimentação: herbívora
Animal inteiramente coberto de pelos densos, macios, marrom-acinzentado, com
os espinhos escondidos na pelagem, exceto na cabeça. Face marrom escuro, podendo
haver algum branco na base dos espinhos, bigodes negros. Cauda curta com os
dois terços dianteiros providos de pelos marrom-escuros. O terço final da cauda
é escamoso, desprovido de pelos, como cauda de rato. Partes inferiores marrom.
Espécie de hábitos desconhecidos. Ocorre na Bahia em altitudes superiores a
900 metros.
No “card” abaixo podemos ver o porco-espinho, cujo nome em inglês é Porcupine... Veja o porco-espinho-africano (Hystrix africae-australis)... ou em Suazilândia... também o javali e porco-selvagem...
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CAPIVARA – Animal semi-aquático é o maior roedor do mundo!
Nome científico: Hydrochoerus hydrochoeris (Hydrochaeris hydrochaeris?)
Nome inglês: ?
Família: Hidroquerídeo (Hydrocheraidae)
As palavras “kapibara” ou capivara em tupi-guarani significam “do comedor de capim, o herbívoro”...
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Possui pelagem uniforme que varia do castanho ao cinza. A faixa de pelos que acompanha a coluna vertebral é maior que no resto do corpo. Pelo grosso, áspero e esparso, sendo quase ausente nas partes inferiores. Cabeça grande, retangular, focinho quadrado. Orelhas e olhos pequenos. Cauda rudimentar, praticamente invisível. Patas dianteiras com quatro dedos e traseiras com três. Membrana natatória rudimentar.
Descansam durante o dia e são ativas à noite quando saem em grandes grupos à procura de pastagens. São animais estreitamente ligados à água, para onde correm quando em perigo. Preferem locais próximos à água com vegetação para abrigarem-se durante o dia. Alimentam-se de capim, pastagens e vegetação aquática. Hoje, devido ao desequilíbrio ambiental, tornou-se “praga” em algumas regiões de cultivo de arroz e milho.
Distribuição geográfica: Brasil (em todo território nacional) e parte da Argentina. Maior roedor do Brasil e o maior roedor do mundo, mede de 1m a 1,30m e chega a pesar mais de 50kg. As capivaras se reproduzem através do seu assobio que atraem os machos ou as fêmeas.
A capivara forma no Pantanal grupos de até 40 indivíduos com um macho dominante e várias fêmeas. Habita os capões de mata, os campos abertos e passa várias horas do dia dentro d'água. É uma ótima nadadora. Exclusivamente herbívora, tem como principais predadores as onças e as sucuris. Pode ser diurna ou noturna, dependendo da estação do ano e da pressão de caça.
Outros selos que mostram esta espécie: Pantanal Mato-Grossense... Abaixo, cartela de selos da série “Pantanal, Fauna e Flora”, emitida em 20/11/2001, com 10 selos auto-adesivos, cuja caderneta recebeu o Prêmio de Melhor Selo Múltiplo!
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Família: Murídeos (Muridae)
Curiosidades: na simbologia, o rato, muitas vezes mencionado no folclore celta, é símbolo da astúcia e do segredo... Na Índia aparece como montaria do benéfico deus Ganesha e no Japão, acompanha o deus da riqueza... Segundo a tradição medieval, quando aparece em sonhos significa que é preciso prestar atenção nas palavras e nas pequenas coisas da vida...
Rato é o nome comum a vários roedores murídeos, de fucinho afilado e cauda comprida. O mais comum é o rato-preto, o qual é caseiro, de dorso preto e prefere lugares secos. Já as ratazanas têm cerca de 20 centímetros de comprimento e dorso cinzento, que vivem de preferência em pântanos e esgotos.
Rato-candango: Juscelinomys candango (Moojen, 1965)
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: DF.
Rato-do-mato: Kunsia fronto
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: MG, DF.
Rato-do-mato: Wilfredomys oenax
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: PR, RS, SC.
Rato-do-mato-ferrugíneo: Phaenomys ferrugineus
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: RJ, SP.
Rato-do-mato-vermelho: Rhagomys rufescens
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF RJ, SP.
RATOS
Família: ? (Echimyidae)
Rato-coró: (Isothrix bistriata) Arborícola, herbívoro-frugívoro
Rato-do-cacau: Callistomys pictus
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: BA.
Rato-de-espinho: Carterodon sulcidens
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: MS, MG, DF.
Rato-da-árvore
Nome científico: Phyllomys brasiliensis
Categoria de ameaça: Em perigo. UF: MG.
Nome científico: Phyllomys thomasi
Categoria de ameaça: Em perigo. UF: SP.
Nome científico: Phyllomys unicolor
Categoria de ameaça: Criticamente em perigo. UF: BA.
Última atualização: 05/07/2009. |