Mombasa National Marine Reserve

Mombasa Marine National Park

Com 200km², é administrada pelo Kenya Wildlife Services.

Mombasa Marine Reserve was formed first, to protect the previous coralheads and their resident marinelife from damage by over-fishing and trophy collecting (relics, shells, coral etc). Coral species include: branching (acropora), encrusting (turbinaria) and massive (porites).

The National Park opened recently with the support of local hoteliers to prevent further stripping of the natural treasures from the reef in order to preserve its ecological and tourist attraction. Beaches with marine park access: Nyali, Bamburi and Shanzu.

MOMBASA

Esta ilha de coral de uns 15 quilômetros quadrados é um centro vital para Quênia, tanto pela atividade portuária como pelo turismo. É uma cidade com pessoalidade própria. Foi fundada no século XI e o ambiente que se respira nela é muito agradável. Passear é um bom meio para conhecê-la.

Pode-se começar o percurso pelo Porto, com vários hotéis e clubes náuticos. Também ficam lá as mesquitas Mandhry e Basheik, construídas sobre alicerces do século XI.

Dalí costuma-se ir a Mbaraki onde se erege um dos símbolos da cidade, o Mbaraki Pilar, túmulo formado por uma coluna de pedra caliça com pólipos de coral e um acabado de geso de coral. Está rodeada por baobabes e tem uma linha de sinais de flechas que parece indicar o túmulo do chefe de uma antiga tribo.

Outro lugar emblemático de Mombasa é o Forte Jesus, antiga fortaleza construída pelos portugueses em 1593. Tanto a muralha como o interior conservam-se em excelente estado.

Destacam os bastiões, o depósito para armazenar água, a coleção de olaria da costa, os restos do barco armado Santo Antônio de Tanna e a Omani Arab House, casa otomana do século XVIII. Os portugueses construíram outros fortes como Fort St. Joseph.

Passear pela cidade velha é todo um prazer. Existem numerosas construções do tipo inglês com fortes influências indianas. São de interesse a Casa Leven, a Ponte Nova de Nyali, a Catedral Anglicana de influência islâmica e a Praça do Tesouro, com construções de princípios do século.

Como mostras da arquitetura islâmica destacam as mesquitas Baluchi Jundaam com uma cúpula chata, a angulosa Bondeni, Bohra com améias de grande altitude e a Ismaili com fachada quadrada.

Mombasa também conta com templos hindus de interesse como o templo Sikh da rua Mewmbe Tayari, o Jaim de cor pastel situado na rua Langoni e o Swaminaryam de Haile Selassie construído em 1955, muito exótico.

Verdadeiras delícias arquitetônicas são a Antiga Estação da Polícia, o edifício de Subastas Datoo, o Hotel Castle com um agradável terraço, a Ponte de Pedra e a Casa Dodwell com um formoso telhado de azulejo de Mangalore.

Para descansar do barulho e do calor da cidade nada melhor que passear pela rua Mama Ngina desde onde se pode ver os arrecifes e caminhar por um bosque de baobabes de tronco magro.

A Catedral Católica do Espírito Santo, na rua Nkrumah, é outro edifício representativo de Mombasa. Conta a lenda que foi comprada por um padre disfarçado de árabe que primeiro construíu uma igreja e logo a catedral. O seu aspecto é impressionante.

Outro lugar simbólico da cidade é o Arco das Presas composto por dois pares de presas gigantes construídas em 1952 com lâminas de metal rebitadas. Este arco indica o começo da Avenida Moi, de quatro quilômetros de comprimento. É a principal artéria da cidade, com numerosos comércios de todo tipo, clubes, restaurantes, discotecas, cafés, teatros, a “movida” de Mombasa.

Arredores de Mombasa

Nos arredores de Mombasa pode-se visitar Mariakani, a pátria da tribo mijikenda, Kaloleni, onde se bebe o típico vinho da palmeira de sabor muito peculiar, Mazeras com um pequeno jardim botânico e as missões de Rabai e Ribe.

1930s – Cayenne Pepper – Mombassa – Ad Label – Crescent Spice?

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Última atualização: 21/06/2008.
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