Neste país encontramos a subespécie girafa-peralta!
Localização – centro-oeste da África. Ao sul da Algéria e Líbia, ao norte da Nigéria.
Características – o país tem dois terços de seu território no Deserto do Saara (centro, L e O); vale do rio Níger com falésias (SE); montanhas e maciço de Aïr (N e NE).
Divisão administrativa – 7 regiões e 1 municipalidade (Niamei).
Cidades principais – Agadez, Diffa, Dosso, Maradi, Niamey (capital do país), Tahoua, Tillabéri (hotel La girafe), Zinder (antiga capital)... Outras importantes: Arlit, Dogondoutchi, Gaya, Konni, Téra.
Outras cidades – Bilma, Birni Ngaoure, Birni Nkonni, Bouza, Dakoro, Filingue, Goure, Illela, Keita, Madaoua, Magaria, Nguigmi, Ouallam, Tapoa, Tessaoua, Uogondoutchi.
NIAMEI e região
Niamei, com seu rio de mesmo nome, tem uma curiosa mistura de artesanato de todas as etnias e o fabuloso Museu Nacional de Niamey, um dos mais belos da África, talvez o mais original com 1778 objetos em exposição permanente, mais 119 espécies da fauna... Mercado Katako, Marché Wadata, Petit Marché, Grand Marché, Marché de Bétail, les Corniches, Centre des Métiers d'Arts, Vila Artesanal, Grandes Mesquitas, Arena de Luta e de Jogos Tradicionais, Centro Cultural (CCOG). Vila Periférica de Saga, Ilha de Boubon (25 km de Niamey) e Namaro à 50 km...
NORTE (deserto)
Agadez – A cidade compreendeu uma das grandes etapas do Paris–Dakar, até 1991. Capital de l’Aïr, oferece aos turistas uma arquitetura sudanesa perfeitamente conservada com suas casas em banco de cor ocre e sua célebre mesquita do século XV, com seu minarete de 27 metros. Les signes de richesses s’étalent sur les façades des vieux quartiers particulièrement du côté de la maison du chef des bouchers; aux murs finement ciselés et colorés. Maison du boulanger (1917). Maison de l'explorateur Barth. Dentro do velho mercado, se côtoient Touaregs, Bororos, Peuls, Arabes, Toubous e Haoussa. Encruzilhada de rotas saharianas, com mercados pitorescos, vilas artesanais... Chez Hermès. Azel. Kourboubou (artisanat féminin, vannerie). Tiguidit… A assinatura do acordo de paz em 24/04/1995, entre a Organização da Resistência Armada (ORA) e o governo do Níger favoreceu o retorno a um clima de segurança e confiança apropriada ao desenvolvimento de atividades ao turismo em Agadez e sua região.
Assodé – Antiga capital de l’air, a cidade é constituida de ruinas ao norte de Timia. Les raisons de sa chute à partir de 1916 reste encore un mystère. Sa mosquée accueille tous les vendredis, les touaregs des monts environnants.
Baléyara – Localizada a 100 km ao norte de Niamey. On peut s’y rendre le dimanche pour voir le gigantesque marché à bestiaux, haut en couleurs et plein d’animation. Très fréquenté par les peuls, il était le lieu de rencontre de Touaregs sédentaires d’ou le nom donné à ce gros bourg.
Bilma – A l’entrée de cette oasis, les salines protégées par les remblais s’étalent sur plusieurs centaines de mètres. Ses nombreuses sources ont permis de faire pousser de multiples jardins qui bordent ses maisons une grande variété de produits maraîchers. On peut se baigner dans sa “piscine”, bassin naturel alimenté toute l’année d’une eau claire. Au sud da pista d’Agadez – Bilma subsiste un des plus importants cimetières de dinosaures découverts à ce jour.
SUL E LESTE
Diffa – coração da civilisação Manga. O Lago Tchad com seus pássaros aquáticos e espécies animais. Le maraîchage (poivron, tomate…). La komadougou Yobé. Le désert mystérieux du Tal.
Dosso – fief de la culture Zarma, chefferie élevant les plus beaux chevaux de la région. Marché quotidien très animé, Museu, village artisanal, les dallols, les rôneraies, faune rare (girafe), le village de sargagi, le village animiste de Bagagi...
Maradi – premeira vila comercial do país, rica em artesanato, antigos palácios do sultão, mercado animado, arquitetura haoussa, mare de Madarounfa à 25 km de la ville, 99 tombeaux de Saints à Madarounfa, Museu...
Tahoua – pitorescos mercados da cidade e vilas próximas (Tamaské, Tchintabaraden, Koloma, Madaoua, Konni, Galmi, Barmou, Badeguichiri, mare poissonneuse d'Abalak, village animiste de Massalata – Konni), village artisanal...
Zinder – Capital do Níger até 1927, Zinder renferme un passage prestigieux dans le vieux quartier Birni avec ses maisons de terre cubiques en banco au frontons en forme de pain de sucre et aux façades décorées de motifs géométriques sculptés et point caractéristique de l’architecture haoussa. Próximo da Mesquita se encontra o Palácio do Sultão Aboubacar Sanda qui fût au século XIX à l’origine da prosperidade da cidade. C’est lui qui fit construire vers 1860, le mur d’enceinte (birni en haoussa) qui donna son nom à la ville ancienne. Jardins de Mirriah e Lago de Guidimouni, Museu, rico artesanato, richesse faunique favorisant le tourisme cynégétique...
Adrard Bous – A 123 km ao norte de Iférouane, montanha onde a missão Berliet descobriu pinturas rupestres e vestígios da pré-história, oferece uma vista magnífica das dunas do Deserto de Ténéré.
Arakao – Surnommée la pince du crabe, cirque de montagne au sud de Temet ouvert sur le Ténéré où vient buter un cordon de dunes blondes et ocres que l’on atteint après avoir traversé les monts de marbre blanc.
Fachi – Passagem obrigatória para todo viajante que vem de Agadez, esta vila accueille une fois par an le Taghlant. Um antigo castelo-forte construido durante a colonização francesa como posto de guarda, hoje, transformado em entrepôt, rappelle que Fachi foi durante longo tempo uma vila próspera.
Kogo – Un aperçu des montagnes bleues, aujourd’hui incluses dans la réserve naturelle nationale de l’air domaine des autruches et des antilopes, le Kogo offre, en outre , de somptueux couchers de soleil et la possibilité d’assister à un spectacle touareg.
Timia – Esse oásis montanhoso localizado à 200 km de Agadez étire sur 3 km ses maisons en banco et sa palmeraie dans une région austère, parsemée d’anciens cratères de volcans. Ce havre de verdure inattendu dans un univers lunaire et accessible après avoir franchi un mur de 30 m. Auparavant, on peut aller se baigner dans les eaux bleues de la cascade de Timia à 5 km. Uma bela vista da região é oferecida no Forte de Timia, construido pelos franceses.
O rio – Descendant ou remontant le fleuve en pirogue, Djerma, Haoussa, Songhai, Peulh, Touareg mais aussi maliens et burkinabés se donnent rendez vous chaque dimanche au marché d’Ayorou au nord de Niamey. On peut visiter la petite île d’Ayorou Goungou à partir de l’hôtel Aménokal et plonger dans la vie de son village caché derrière les hauts murs en banco, avec ses greniers sphériques en terre. On y rencontre beaucoup d’hippopotames le long du fleuve.
O rio permite também a realização de um circuito internacional, com Mali, Burkina e Benin...
Patrimônios da Humanidade no Níger:
Outros parques: Reserva Parcial de Dosso e Reserva de Fauna do Tadrès.
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A road sign in Niger. Could it really be a speed limit for giraffes?
Foto: Jane Sweeney (Image: 11453-1), do site Lonely Planet Images – http://www.lonelyplanetimages.com/
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Le Parc du W – Parque Nacional W ou “W National Park” ou “The W Region” (sul)
Na região conhecida por Kauré, localizada dentro do Parque Nacional de W, a 150 quilômetros ao sul de Niamei (capital do país), existe uma zona das girafas (11°54'-12°35'N, 2°04'-2°50'E).
Junto ao rio Níger seu território se estende até a fronteira com Burquina Fasso e Benin, os quais eram conhecidos como Alto Volta e Daomé, respectivamente. Em 1960, os 3 países declararam a independência da França.
Foi criado como Parque Nacional através do Decreto de 04/08/1954. Originalmente classificado como Reserva Faunística e Floresta do Estado, em 25/06/1953. Reconhecido, internacionalmente, por sua importância na Convenção de Ramsar, em 1987.
Em abril de 1996, o Governo do Níger declarou oficialmente Reserva da Biosfera e, no mesmo ano, é considerado Patrimônio Mundial, tombado pela UNESCO.
ÁREA: De 220.000 a 275.000 hectares. Contiguous to Tamou (75.600ha) e Dosso (306.500ha) buffer Faunal Reserves, and to 'W' National Parks em Burkina Faso (190.000ha) e Benin (502.000ha).
FAUNA: elefante, búfalo, hiena-manchada, chacal, serval, leões, guepardo, cachorro-selvagem e, claro, girafas (as quais são raras e estão ameaçadas de extinção)...
A fauna inclui ungulados como javali, hipopótamo, bushbuck, duiker-comum e vermelho, cobo, reedbuck, roan, hartebeest, topi, oribi (Ourebia ourebi), gazela red-fronted (Gazella rufifrons), entre outros.
The last census of large mammal populations took place in 1978 (Koster, 1981). Increased hunting and grazing and the expansion of agriculture has caused big mammals to migrate into the Park from within Niger and from the Benin and Burkina Faso W National Park (Grettenberger, 1984). A number of species have shown an increase in abundance during the last year (Rép. Niger 1995), although no recent census has been conducted to confirm this.
CULTURAL HERITAGE: The park has been occupied since the Neolithic period, contributing to the development of the current landscape. Wild plant species play a role in traditional land use and agriculture (Rép. Niger 1995).
LOCAL HUMAN POPULATION: The park is frequented by thousands of Fulani cattle farmers, during annual migrations (MHE, 1991). The interaction between nature and humans is evidenced by the role played by local trees such como o Baobá (Adansonia digitata), Karité Butyrospermum parkii, Tamarindus indica and herbaceous plants in traditional land use and agriculture (Rép. Niger 1995).
O parque faz fronteira entre 3 países, no rio Níger... No Benin, por exemplo, o “Parc National W do rio Niger Bénin” possui 502.000 ha. Desde a cidade de Cotonou são 1.600 km (ida e volta). Distância de Cotonou/Kandi: 650 km; o estado da rota é boa, mas o percurso dura umas 7 horas. O melhor período para visita compreende entre dezembro até junho, de um ano a outro, estação que permite ver o máximo de animais selvagens.
Abaixo, plano de acesso ao Parque W a partir da cidade de Cotonou – localizada no sul do Benin.
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O Parque Nacional da Pendjari ou Parc National de la Pendjari ou Pendj Ari (275.000 ha) também está localizado ao norte do Benin, na fronteira com Burquina Fasso. Compreende réseau international des réserves de biosphère mis en place par l'UNESCO (Pour plus d'infos sur les réserves de biosphère : www2.unesco.org/mab/).
Existem mais de 217 espécies de mamíferos, como antílopes, búfalos, babuínos, leões, elefantes, hipopótamos, leopardos, guepardos, aves, répteis e insetos... O melhor período para visita compreende entre novembro até maio. Acampamentos são permitidos (3.000 CFA por pessoa). Parece que existem apenas dois hotéis: Hotel Pendjari (localizado no interior do parque) e o Hotel Porga (localizado na entrada do parque, na estrada para Burkina Fasso).
É dito que ele é o mais belo parque da África d'Oeste ou Oriental, junto com o Niokolo-Koba (Senegal) e o Parque W (Níger e Benin). É enquadrado pela região montanhosa de l'Atacora e a rivière Pendjari. Sua flora é característica da zona sudanesa e uma grande parte da Reserva é constituída por savanas. 30 vilas entourent la réserve. La réserve est composée du parc national même, entièrement protégé, et de deux zones cynégétiques (zone cynégétique de la Pendjari et celle de l'Atacora) onde se pratica a caça esportiva. A permissão para caça (vendida bem cara) procurent des revenus utilisés pour la conservation et l'amélioration des conditions de vie des populations. Espécies como leão, leopardo e guepardo, poor exemplo, não são permitidas a caça. Ce projet de suivi écologique fait partie intégrante d'un projet plus vaste, mené par l'UNESCO (réseau MAB) et le Programme des Nations-Unies pour l'Environnement (PNUE) : son objectif est de définir les règles scientifiques et les moyens techniques qui permettront de gérer durablement la biodiversité des régions sèches en Afrique de l'Ouest. Un projet qui intéresse plusieurs pays de la sous-région: Mali, Burkina Fasso, Níger, Côte d'Ivoire e Senegal.
Abaixo, selo aéreo emitido em 1960 (Scott: C14, Michel: 13): Proteção da Fauna no Parque Nacional W. Do lado esquerdo da tela, o selo na variedade prova na cor sépia - parece que existem apenas 3 ou 4... Já o encontrei na internet pela “bagatela” de 410 dólares!
Nota: há outra emissão: 1973 (Scott: 273/276): Animais do Parque Nacional W. NT
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Fotografias tiradas por Monsieur Sébastien Canard, em abril de 1996, dentro da região de Kouré (Parque W).
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La Reserve Naturalle de L'Air et du Tenere – Air & Ténéré Natural Reserve ou Aïr-Ténéré Biosphere Reserve (norte)
Reservas Naturais L'Air e Ténéré – Sítio natural, considerado Patrimônio Mundial, tambado pela UNESCO, em 1991.
As montanhas de l'Aïr abrangem 400 km de extensão e uma largura de 250 km. Oferece uma paisagem contrastante de montanhas vulcânicas atravessadas pelos “koris” (coursos de água temporários) e oásis verdes onde se encontram jardins, palmeiras, acampamentos das tribos touaregs. Também gravuras rupestres, fresques de la bordure orientale du koris hammamet avec son prolongement dans le djado, les gisements néoplasiques de l’Adras Bous, o cemitério de dinosauros das dunas de Gadafawa, Aderbissinat.
Aïr – imposant massif montagneux. Monts Baggazam, Tamzak, Greboun. Oasis d'Iférouane e Tima. Ruines d'Assodé. Sources thermales de Tafadeck. Fauna abundante e fauna e flora fósseis. Le maraîchage (pomme de terre, Ail, Raisin…). Sites prestigieux: dunes de Temet, Montagnes bleues, Adrar Chirriet, Arakao...
O deserto de Ténéré e l’Air, possui a gazelle d’orcas, ágil e pequena é o mamífero mais abundante. A grande gazela dama, hoje, é protegida, assim como o oryx (o antílope mais raro do mundo), o guepardo e o addax. O coração da reserva nacional (77.306 km2) é designado como santuário do addax – “rei do deserto”. Também podemos encontrar avestruz, mouflons, fennecs... Esta reserva criada desde 1988, parece que é interditada ao turismo...
Aqui podemos ver estações com gravuras rupestres, fresques de la bordure orientale du koris hammamet avec son prolongement dans le djado.
Djado – Accessible par le désert du Ténéré à partir de l’Aïr (à 400 km de l’Adrard Bous) ou de Bilma en remontant le long de la falaise d’Achégour (à 350 km au nord). O plateau de Djado, com suas falésias rosas d’Orida e suas duas vilas mortas de Djado et Djaba, é uma região que l’on pourrait croire sortie dos livros de Jules Verne. Après avoir passé le poste militaire de Chirfa (ambiance désert du tartares), o filme começa... Au pied du passage lunaire du massif d’Orida, Djado encerclé de palmier dattier, prédilection des cinéastes (Raymond Despardon pour la captive du désert, Bertolucci pour Un thé au Sahara). Ses abords ne s’animent qu’en août – septembre pour la récolte des dattes. A10 km au Nord, Djaba, sa jumelle, est un mont Saint Michel au ventre ouvert. Les causes de leur abandon, encore méconnues aujourd’hui, viennent renforcer le mystère qui s’en dégage.
Ténéré – Caravanes de sel, ville et Ksar de Aney, Djaba. Source d'orida; de nombreux circuits sont proposés. O Deserto de Ténéré constitui a força turística nigerina. Vaste étendue de sable, avec au nord, de grands ergs plats, au sud, um mar de dunas sobre centenas de quilômetros, parsemées de oásis encravados dentro do Deserto do Sahara: Bilma, Dirkou, Djado, etc... Deserto dentro do deserto como l’ont surnommé os geógrafos e exploradores, ele guarda dans ses immenses étendues de sable de multiples vestígios pré-históricos do período Neolítico. En le parcourant, on peut ainsi tomber sur une meule de pierre du quatrième millénaire, témoignage du temps où régnait sur ces terres une intense activité agricole. Cependant, le désert du Ténéré est écologiquement fragile (paysages, sites, modes de vie des habitants). Des mesures de protection devront être envisagées, notamment en ce qui concerne les détritus laissés sur les zones de bivouac, le pillage des zones de gisement de vestiges néoplasiques. As dunas de Ténéré estão localizadas ao pé do Monte Gréboun, a uns 15 quilômetros ao sul de Adrard Bous, as montanhas soeurs galbées (Temet en tamachek signifie comme des frères) dressent leur 30 m de hauteur.
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Les Girafes de la Reserve de la Biosphere du Fakara et du Dallol Bosso Nord – As girafas da Reserva da Biosfera de Fakara e de Dallol Bosso Nord...
Os primeiros ancestrais da girafa viveram a 15 milhões de anos e, certamente, ancestrais de girafa viveram na Europa e na Ásia também, no período do Mioceno.
A repartição geográfica das girafas no oeste da África em diferentes épocas
On trouvait des girafes au Maroc il y a 1.400 anos e os viajantes árabes du moyen âge (an mille) trouvaient des girafas no norte do Sahara. Il y a cent ans, on trouvait as girafas em Mauritânia, Senegal, Gâmbia, Mali, Níger e Nigéria. As montanhas, as florestas e as chuvas ont empêchés as girafas de colonisar Serra Leoa, Guiné, Costa do Marfim, Ghana, Burkina, Togo, Benin e o sul da Nigéria. No início do século o número de girafas começou a diminuir...
Em 1950, existiam girafas no Senegal (Parque de Niokolo-Koba), no oeste do Sudão, algumas na Mauritânia e no Níger (Tillabéry, Tanout). Em 1960, restava uma centena de girafas na Nigéria.
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Em 1970, il en restait no Senegal, no Mali (Ansongo, Ménaka, boucle du baoulé) e no Níger: tout le long de la rive est du fleuve Niger, principalmente na região de Ayorou e de Tillabéry, ainsi qu’au confluent de la Sirba et du Niger, à Kollo, Say, Boumba, Ouna et Gaya. On en trouvait encore également entre Zinder et Agadez et vers Tanout.
A repartição das girafas dentro do norte e oeste da África ocorreu em diferentes épocas...
Composição da população de girafas no Níger em janeiro de 1995, setembro de 1996 e junho de 1998. Depuis 1995 on a pu compter les girafes car on reconnaît chacune d’entre elles grâce aux taches uniques de sa robe.
| Datas de recenseamento | |||
| 01/1995 | 09/1996 | 06/1998 | |
| Jovens com mais de 18 meses | 9 | 2 | 17 |
| Fêmeas com mais de 18 meses | 28 | 25 | 27 |
| Machos com mais de 18 meses | 25 | 24 | 23 |
| Total | 62 | 51 | 67 |
Em janeiro de 1995, il n’en restait que 62, concentrées dans la région de Kouré et du Dallol Bosso Nord. Em setembro de 1996 il n’en restait que 51, suite au captures effectuées entre Avril et Août 1996. Presque toutes les jeunes girafas sont mortes. Depuis que le projet Purnko existe, a população se reconstituiu: em dezembro de 1997, on compte 67 girafas no Níger e dont 2 originaires du Mali viennent qui viennent visiter le Niger (il resterait 5 dans la région d’Ansango) ce sont les seules girafas restant en Afrique de l’ouest...
Si on ne dérange pas les girafas, elas se reprodusem muito bem e podemos esperar que a população aumente. Toutefois, l’augmentation est lente car une femelle fait au mieux un petit tout les un an et demi.
Os pequenos déplacements entre Kouré et Harikanassou
Parmi les 65 girafes résident toute l’année au Niger, les deux tiers des girafes
restent dans la région de Kouré et de Harikanassou, mais elles s’y déplacent
au cours de l’année:
Pendant la saison sèche de dezembro a abril, elas se trouvent dans le Dallol Bosso. Elles sont souvent entre les villages de Kanaré, Drouel, Zagoré et au nord du terroir de Kanaré. Elles sont également régulièrement observées dans les terroirs de Boula gandatché, Ahamandey béri ,Tombo zarma, Niambéré moulay et Niambéré djambé
Pendant le mois de Mai, les girafes se dirigent vers le plateau de Kouré en longeant le goudron c’est à dire en passant par les terroirs de Kodo, Sina kouara et Tioubi. Certaines passent également par les terroirs de Tollo
Durante a estação das chuvas, de junho a outubro, as girafas restent en brousse tigrée, principalmente entre Kouré, Tioudawa, e Dey Tégui. Em novembro, as girafas retournam dans le Dallol en parcourant les mêmes terroirs qu’en mai. Ce cycle se répète chaque année, mais les périodes de déplacement peuvent un peu varier d’une année à une autre.
Se os 2/3 de girafas restent toute l’année entre le plateau de Kouré et la région de Harikanassou, une bonne vingtaine de girafas ont fait de grands déplacements en 1997.
Omo Strict Natural Reserve – pesquisar que reserva é essa?
Yankari Game Reserve (Nigéria)
Referências que comprovam girafas neste país:
Protected Areas Programme – UNEP World Conservation Monitoring Centre
info@unep-wcmc.org – http://www.unep-wcmc.org/index.html
Skinner, J. D. and Smithers, R. H. N. (1990)
The mammals of the Southern African subregion.
University of Pretoria.
GUIA TURÍSTICO SOBRE O NÍGER – http://www.gsi-niger.com/ecotourisme/
Descubra o ecoturismo no Níger – com apresentação do país, sua infraestrutura,
sua fauna e flora, as ações de proteção, etc.
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Última atualização: 17/06/2008. |
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