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Aqui encontramos a subespécie: girafa-sul-africana!
Sítio natural, considerado Patrimônio Mundial, tambado pela UNESCO, em 1989
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Mosi-Oa-Tunya National Park – Parque Nacional Mosi-Oa-Tunya
Parque Nacional das Cataratas Vitória e Parque Nacional do Rio Zambezi
As Cataratas Vitória encontram-se a 11 quilômetros de Livingstone, a capital turística da Zâmbia. Situam-se no rio Zambezi, que nasce no Distrito de Mwinilunga, na região noroeste da Zâmbia, e desemboca no oceano Índico. O rio corre pela bacia do Zambezi e atravessa cinco países: Angola, Moçambique, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. As Cataratas Vitória são consideradas patrimônio mundial desde dezembro de 1989, sob a categoria III – Monumentos Naturais. Trata-se de um local de extrema significância nacional e universal: uma das 7 maravilhas naturais do mundo. Durante certos períodos, o fluxo de água é intenso a ponto de tornar tudo invisível sob o véu das cachoeiras, enquanto o som de trovão da queda de água pode ser ouvido a milhas de distância. O único modo de se ter uma visão completa das cataratas é de cima. As Cataratas Vitória, descritas em termos modernos como a maior cortina de quedas de água do mundo, também é conhecida pelo antigo nome “Musi-Oa-Tunya” (ou “Fumaça Trovejante”), como referência às colunas de spray que se erguem centenas de metros no ar e que podem ser vistas a 32 quilômetros de distância. (série)
O Lago Vitória e as Cataratas Vitória estão localizadas na África Central, entre as fronteiras da Zâmbia com o Zimbábue. Com 5 cascatas, uma delas com 110 metros de altura. O Rio Zambezi atravessa o Zimbábue e forma as cataratas em sua franteira. Realizar um cruzeiro por esse rio, acima das cataratas, é um clássico jeito de outrora de se comtemplar o crepúsculo africano...
Nome dedicado à Rainha Vitória, as cataratas foram descobertas em 1855, pelo explorador David Livingstone (1813-1873). Também chamada de “Mosi-Oa-Tunya” – nome dado pelos nativos que significa na linguagem Tonga “a água que nasce no ar, a grande nuvem trovão ou fumaça que troveja”. As Cataratas Vitória foram descritas pela tribo Kololo, que viveu na área em 1800, como “fumaça que troveja” (the Smoke that Thunders).
As fumaças “estrondosas” das quedas d’água, nos períodos de chuva, podem ser vistas a 20 quilômetros de distância. Com 1.700 metros de largura (quase dois quilômetros), um desfiladeiro profundo de mais de 100 metros de altura e uma vasão com mais de 500 mil metros cúbicos de água por minuto despencam da borda (no auge da estação das cheias: março e abril). O largo penhasco de basalto, sobre o qual recai o trovão, transforma o rio Zambezi de um largo rio plácido à uma torrente feroz...
Atrações: Existem 6 monumentos nacionais no parque, incluindo as cataratas. Além do museu arqueológico, não existe infra-estrutura dentro do parque, embora pode ser encontrada no Museu Livingstone, próximo à cidade de Livingstone, na Zâmbia. Onde, aliás, acontece o Festival de Artes e Cultura Livingstone...
Abaixo (da lado esquerdo da tela), com valor facial de 3d, selo emitido em 1955 pela Federação da Rodésia e Niassalândia sobre o Centenário de Descoberta das Cataratas Vitória (1855-1955), encontrada no século anterior por David Livingstone. Scott? (Rhodesia and Nyasaland): 157.
Do lado direito, selo do Quirgistão emitido em 29/12/1995, em uma série de 8 valores (Scott: 89/96, Michel: 97/104), que mostra no desenho de G. Komlev, uma das Maravilhas Naturais do Mundo – Cataratas Vitória, no Zimbábue.
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Abaixo, retrato branco e preto de David Livingstone a foto colorida do Memorial David Livingstone, localizado nas Cataratas Vitória (Zimbábue), o qual marca a sua descoberta em 1855. Alguns dizem que Livingstone pretensamente também descobriu o Lago Niassa (atual Lago Malauí), em 1858... mas há controvérsias...
Na imagem central da tela, o famoso doutor, missionário, cientista e grande explorador africano, o escocês Livingstone é homenageado em selo emitido por KUT em 1971, com valor facial de 5 xelins, para marcar o centenário do encontro entre o missionário Livingstone e o jornalista Stanley, em Ujiji: “Centenary of Stanley & Livingstone’s Meeting at Ujili 28/10/1871”, quem lhe disse: “Dr. Livingstone, I presume?”... Scott: 237.
Nota: Sir Henry Morton Stanley, GCB, nasceu John Rowlands (28/01/1841 – 10/05/1904), foi um jornalista britânico e famoso explorador da África e por suas pesquisas para David Livingstone. Stanley é frequentemente lembrado por suas palavras a Livingstone: “Dr. Livingstone, eu presumo?”, embora exista alguma questão na autenticidade dessa famosa saudação, atualmente... Fonte: (http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Morton_Stanley)
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Livingstone é homenageado em selos do Malauí – série de 5 valores emitida em 1973 que comemora o centenério de sua morte: “100th Anniversary of David Livingstone’s Death”. Quatro selos (3, 8, 15 e 30t) mostram a mesma imagem, o mapa do país e a efígie de Livingstone, e um selo (50t) mostra a pintura em vitral: “Stained Glass Window at Livingstonia Mission”. Yvert: 200/203. Scott: 204/208.
O envelope circulado (abaixo, lado esquerdo da tela) tem a particularidade de ter sido carimbado em Chichiri-Blantyre (Malauí) em 09/08/1973.
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Outras emissões alusivas a David Livingstone:
Botsuana 1973 – Centenário da morte de David Livingstone.
Yvert: 252/253. Scott: 100/101. NT
Burundi 1973 – Bloco e série com 3 valores (15, 18
e 27 francos): Commemorant l’Exploration de l’Afrique par Stanley et Livingstone.
Scott: C175/C177 e C177a.
Reino Unido da Grã-Bretanha – ... JT
Rodésia – Rhodesia 299 – Conferir no tema David Livingstone...
São Vicente e Granadinas 1973 – Tenho
um bloco e uma série... Scott: 8821.
Zâmbia 1973 – Série de 6 valores sobre o centenário
da morte do Doutor David Livingstone (país no qual ele morreu): “Centenary of
the death of Dr. Livingstone, 1813-1873”, cujos selos mostram: 3n (Dr. Livingstone,
I presume...), 4n (Blessed are they...), 9n (Exploracion: Mosi-oa-Tunya – Victoria
Falls), 10n (Heal this open sore), 15n (Serving mankind) e 25n (His heart was
buried at Chitambo under this tree). Scott: 99/104.
Zâmbia 1996 – Série de 4 valores sobre monumentos
nacionais, cujo selo com valor facial de 100K mostra a tumba de Livingstone:
“David Livingstone Monument”. Scott: 650/653.
Esculturas de madeira (Wood carving) com girafas e, claro, outros animais, estão à venda aos montes em um mercado em Victoria Falls, na Província Matabeleland North – Zimbábue.
A foto abaixo mostra um artesão esculpindo uma girafa em madeira... Maravilhosa! Fotógrafo: Juliet Coombe (Image: 99-204). Imagem original de Lonely.
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LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA (17°56'S – 25°55'E): Ao longo do rio Zambezi, na fronteira sul com o Zimbábue, entre o rio Sinde e Songwe Gorge. O parque is bounded by the rio, a Reserva Florestal Dambwa (com 134.032 hectares) ao norte, a área municipal de Livingstone a leste e trust land ao sul. Distrito de Livingstone, na Província do Sul.
DATAS HISTÓRICAS:
ÁREA: 6.860 hectares contíguos que compreendem o Parque Nacional Mosi-oaTunya (com 3.779 hectares), o Parque Nacional Zambezi (com 741 hectares) e o Parque Nacional das Cataratas Vitória (com 2.340 hectares). Todo o terreno se junta com o Parque Nacional Zambezi, do Zimbábue (com 56.200 hectares), os quais são contíguos entre si ao complexo Matetsi-Kazuma Pan-Hwange (Wankie). O complexo de áreas de conservação no Zimbábue cobrem mais de 1.846.700 hectares, excluindo as reservas florestais.
FAUNA: As Cataratas Vitória formam uma barreira geográfica entre distintas fauna aquática, da parte superior e do meio do rio Zambezi. Existem 39 espécies de peixes abaixo das cataratas e 84 nas águas acima. Grandes manadas de elefantes podem ser vistos no Parque Nacional Zambezi. Pequenas manadas de búfalo e gnu, assim como zebras (Equus burchelli) e girafas (Giraffa camelopardalis); hipopótamos são frequentes acima das cataratas. Klipspringer (Oreotragus oreotragus) pode ser visto abaixo das cataratas.
Pelo menos 10 km² do parque está vedado e reservado como um parque zoológico. O babuíno e o macaco-vervet são os mais comuns. Girafas, impala, javali e puku também podem ser vistos. Leões e leopardos apenas ocasionalmente. Único lugar da Zâmbia que é casa dos rinocerontes-brancos, onde foi introduzida uma pequena manada de cinco indivíduos. Há avifauna variada, incluindo o falcão-taita, uma ave rara que nidifica nos desfiladeiros, assim como shrike e sunbird.
HERANÇA CULTURAL: Artefatos de pedra do Homo habilis, que datam de milhões de anos atrás, foram encontrados próximo as cataratas, assim como instrumentos de pedra indicam prolongada ocupação da área na Idade da Pedra (50.000 anos atrás). Armas, adornos e instrumentos indicam a presença de comunidades de caçadores na última fase da Idade da Pedra (de 10.000 a 2.000 anos atrás).
POPULAÇÃO HUMANA LOCAL: A composição étnica das pessoas que moram na área das cataratas fora dos parques é uma mistura de recém imigrantes e de ocupantes de longo tempo. O povo tonga tem morado na área nos últimos sete séculos, no começo com Subiya, Leya, Toka e Totela (e com números menores de Nanzwa, Yeyi e Mbukushu). Mais recentemente imigrantes incluídos: Lozi, Kololo, Ndebele e pessoas que falam inglês.
Acomodações Zâmbia:
Elephant Experience, Victoria Falls, Zimbabwe – www.elephant-experience.com
Safari Par Excellence Zimbabwe, Masuwe Lodge, Victoria Falls, Zimbabwe – www.safpar.com
Wild Horizons Elephant Camp, Victoria Falls, Zimbabwe – www.wildhorizons.co.zw
Situated 25 kilometres west of Victoria Falls on 35,000 acres of wildlife estate,
the elephants are owned by Ron White. The property belongs to Larry Cumming
who was evicted from his home and game ranch by the War Veterans in 2002. In
order to remain there, Wild Horizons pay these War Veterans a fee.
Última atualização: 07/08/2011. |
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