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PROVÍNCIAS DE MOÇAMBIQUE

Situação da República de Moçambique – Sudeste da África, costa leste da África. Limitado a leste pelo Oceano Índico (Canal de Moçambique), ao sul pela África do Sul, ao norte pela Tanzânia e a oeste pelo Zimbábue, Zâmbia e Malauí.

Rios principais – Rio Limpopo e Zambézi que são dois dos maiores rios do sul da África.

Elevação – Ponto mais baixo é o Oceano Índico e o ponto mais alto é o Monte Binga com 2.436 metros.

Clima – É mais úmido no norte e centro e mais seco no sul do país. A época seca vai de abril a outubro, com temperaturas entre 19º a 27º. A época das chuvas é de novembro a março e as temperaturas variam entre 22º e os 31º.

Quando colônia de Portugal a região era dividida em territórios, em Colônias Portuguesas distintas, cujos nomes da maioria permaneceram até hoje. Depois da Independência de Moçambique, o Decreto-Lei n.º 6/75, de 18/01/1975, determinou no seu Artigo único que: “Os distritos passam a designar-se províncias; os concelhos (porção territorial ou parte administrativa de um distrito) passam a designar-se distritos; os postos administrativos passam a designar-se localidades”. Desapareceram, assim, os concelhos.

Em Moçambique colonial, de harmonia com os sucessivos estatutos do território – província ultramarina, colônia, depois novamente província e finalmente estado –, a divisão administrativa obviamente mudava: os distritos passavam a província e vice-versa. No tempo colonial existiam os postos e circunscrições administrativas; estas passavam a conselhos, quando o seu desenvolvimento econômico o justificava.

A antiga Companhia do Niassa, por exemplo, compreendia a região norte do atual Moçambique onde, hoje, estão localizadas duas províncias: Niassa e Cabo Delgado. O mesmo ocorreu com a Companhia de Moçambique (capital Beira), na região central da Nação, onde estão localizadas duas províncias hoje: Manica e Sofala.

Do lado esquerdo da tela, mapa das ex-Colônias Portuguesas, em ordem de regiões. Atualmente, a República de Moçambique, com uma área de 801.590 km², está dividida em 10 províncias (do lado direito da tela). Fontes: correios.co.mz e mozambique.mz/turismo.

Região Norte:
1. Companhia do Nyassa
2. Moçambique (1886) – atual Nampula

Região Central:
3. Companhia de Moçambique
4. Quelimane (1893/1920) – atual Zambézia
5. Tete

Região Sul:
6. Gaza
7. Inhambane (1895/1903)
8. Lourenço Marques (1895/1920) – atual Maputo

Região Norte:
1. Cabo Delgado
2. Nampula
3. Niassa

Região Central:
4. Manica
5. Sofala
6. Tete
7. Zambézia

Região Sul:
8. Gaza
9. Inhambane
10. Maputo

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CABO DELGADO – região norte (19 distritos): Pemba (capital com aeroporto; ex-Porto Amélia), Ancuabe (ou Ankuabe), Balama, Chiúre, Ibo, Macomia, Mecúfi, Meluco, Mocimboa de Praia, Montepuez (Montepuezi ou Montepués), Mueda, Muidumbe, Namuno, Nangade, Palma, Praia do Wimbe, Pemba Metuge, Quissanga.

A província de Cabo Delgado, a mais ao norte de Moçambique, tem uma área de 77.867 quilômetros quadrados e uma população de 1.380.202 habitantes (censo 1997). Sua capital, a cidade de Pemba, está localizada cerca de 2.600 quilômetros ao norte da capital do país, Maputo. Cabo Delgado faz fronteira com a Província do Niassa (leste), com a Tanzânia (norte) e é banhada pelo Oceano Índico (leste).

Nesta região, infelizmente, caçadores ainda atuam com suas armadilhas... A ex-Porto Amélia, era a cidade mais favorecida do litoral moçambicano. Situada no interior de uma magnífica baía, a baía de Pemba, à entrada com uma milha e meia de largura que se estende depois por sete milhas. A segurança que oferece e a sua ordem de grandeza, colocam a baía a par das maiores do mundo (terceira maior do mundo, na sua margem sul).

Para servir o distrito de Cabo Delgado, foi inaugurado em 1957, o porto natural de Porto Amélia, na baía de Pemba. Notável em todo o distrito era o artesanato que na região de Mueda, ocupada pela etnia Maconde, é famosa por suas belíssimas esculturas em madeira de pau preto – a conhecida “Arte Makonde”. Aliás, Cabo Delgado é o berço do grupo étnico dos Macondes.

Cartão-postal dos anos 20 que mostra a etnia Maconde com Tattoo... Edição Santos Rufino, Lourenço Marques.

PEMBA (ex-PORTO AMÉLIA) – A vila de Porto Amélia (homenagem à última rainha portuguesa) foi elevada a cidade em 18/10/1958. A cidade regressou à designação Pemba depois da independência nacional, em março de 1976. Situada na enorme baía de Pemba, com diversos mercados tradicionais que podem ser encontrados nos bairros Paquitequete, Natite e Cariacô. Ponto de partida para se explorar o norte do país.

Pemba é uma cidade moçambicana, sede de município e capital da província de Cabo Delgado. De acordo com o censo de 1997, a cidade tem uma população de 84.897 habitantes. Não há registo de ocupação permanente no período pré-colonial, sendo a área visitada por pescadores suaíles e malgaches. A primeira tentativa de ocupação portuguesa apenas ocorreu em meados do século XIX, com a construção de um fortim, que foi abandonado poucos anos depois.

A ocupação definitiva apenas viria a ter lugar em 1898, quando a recém-formada Companhia do Niassa, que detinha poderes de administração do território, elevou um pequeno posto comercial à categoria de povoação.

Com o fim da concessão da Companhia do Niassa em 1929, Pemba torna-se capital do recém-criado Distrito de Cabo Delgado. Este fato põe ponto final à transferência da administração portuguesa desta região da vila do Ibo para Pemba. Esta transferência correspondeu a mudanças no transporte marítimo – navios maiores – que beneficiavam das excelentes características do porto natural de Pemba, e à ocupação e exploração do interior do território, para a qual Pemba estava melhor localizada.

ARQUIPÉLAGO DAS QUIRIMBAS – Arquipélago que se estende por mais de 200 km pela costa.

ILHA DO IBO – Ilha que faz parte do arquipélago de Quirimbas. Forte de S. João Baptista. A ilha do Ibo é um repositório do passado, antigo entreposto de tráfico de escravos, tendo sido considerado monumento o núcleo urbano da mesma. O Ibo, juntamente com as ilhas ao longo da costa até Palma guardam muitas ruínas árabes e cristãs do tempo passado.

PRAIAS – Praia de Wimbe ou Uimbe, nos arredores da cidade; Praia do Farol; Praia de Mecúfi; Mocímboa da Praia; Praia de Chuiba.

OUTROS – Pangane e Palma

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NAMPULA – região norte (21? distritos): Nampula (capital com museus), Angoche [com a praia Nova], Ilha de Moçambique [com museus], Liúpo, Malema [com planaltos e vales], Meconta, Mecuburi [com reservas florestais], Memba, Mogincul [com a praia Quinga], Moma, Monapo, Mossuril [com águas termais], Muecate, Murrupula, Nacala [com a praia Fernão Veloso], Nacala Velha, Nacarôa, Namapa, Nametil, Namialo, Quissimajulo [com a praia Relanzapo], Rapele, Ribaué.

Tanto a Ilha de Moçambique como a cidade de Angoche foram fundadas como colônias comerciais no século XV, por mercadores árabes.

Superfície: 78.197 km². Limites: Cabo Delgado e Niassa a norte, Zambézia a sudoeste e Oceano Índico a este. Principais produtos: caju, algodão, tabaco, pedras preciosas e urânio. Densidade Populacional: 38 habitantes/km². Esta província apresenta paisagens surpreendentes assim como a sua história. Seu nome provém de “Mpula” (furar). As florestas de miombo alternam com enormes cumes rochosos arredondados e escarpados. A sua capital está no interior rodeada de planícies e de elevadas formações montanhosas.

Visitar a Província de Nampula é conhecer o berço da cultura Macua – etnia mais representativa da Província. São vários destinos de destaque, entre inúmeras oportunidades turísticas, que a província predispõe ao turista.

Como ir – Pode ir a Nampula por via aérea, nas carreiras regulares da LAM, a partir de Maputo, ou de carro do Malawi, cuja fronteira, Chipode/Mandimba, fica a 505 km. Também pode ir da Beira por estrada fazendo a travessia do Zambeze em Caia.
Via aérea – Aeroporto de Nampula, Nacala-Porto e Aerodromo do Lumbo, de Angoche.
Rodoviária – Estrada Nacional nº 1 e outras a partir das províncias da Zambézia a sul, Cabo Delgado ao Norte e Niassa a Nordeste.
Ferroviária – Com ligação ao “Hinterland” a partir da cidade portuária de Nacala e das estações dos CFM Nampula.
Marítima – Atráves do porto de Nacala.

TRADIÇÕES – Nampula tem uma tradição típica dos árabes muito mais na zona do litoral. As mulheres pintam o rosto com um creme branco (inclusive aparecendo em público com as caras brancas), isto é, tratam a pele do rosto com muciro (mussiro), uma máscara de beleza extraída de uma raíz que serve para alisar a pele. Dedicam-se à feitura de cestos, peneiras, esteiras e outros artigos de palha, assim como de objetos de escultura em pau-preto e olaria. Também furam o nariz para poder colocar o brinco, cobrem o corpo todo de capulana (insunque) deixando somente o rosto pintado a descoberto.

NAMPULA – Cidade mais desenvolvida do Norte de Moçambique é considerada o berço do país e, desde 1992, considerada pela UNESCO como patrimônio mundial. A cidade é famosa pelo característico uso de mussiro nos rostos das mulheres e pela tradicional feira dominical do artesanato.

A capital da província com o mesmo nome, apresenta características diferentes das restantes capitais provinciais do país e está localizada no interior da província não obstante possuir uma linha de costa. É uma cidade do interior, rodeada de planícies salpicadas de elevadas formações rochosas, lisas e arredondadas no topo. Uma vez no centro da cidade, a partir de cada entrocamento constatar-se que ao fundo de cada avenida/rua está uma montanha com rochas bem evidentes que convidam à escalada (alpinismo). Isto a confirmar que a cidade está em volta de montanhas.

Catedral de Nampula – é um edifício com duas torres e uma cúpula maciça. Museu Nacional de Etnologia ou Museu de Nampula (único do país) – expõe diversas obras de arte ilustrativas da cultura moçambicana. Endereço: Av. Eduardo Mondlane. Museu da Escola Militar (com uma carta de autorização para visita). Barragem do Monapo. Mercado de Artesanato.

A cerca de 6 km da cidade a natureza caprichou-se ao esculpir um plano por de cima de uma serra “Serra da Mesa”, local que se pretende tornar um verdadeiro destino turístico.

ILHA DE MOÇAMBIQUE – A Ilha de Moçambique foi a 1ª capital da República de Moçambique, a qual foi visitada pela frota de Vasco de Gama no dia 02/03/1498. Ganhou da UNESCO, em 1991, o status de Patrimônio Mundial da Humanidade, numa tentativa desesperada de salvar os monumentos que restaram. A parte antiga da ilha, cerca de dois terços de sua área, com edifícios de pedra de coral e cal, bastante degradadas pelo tempo. É ligada ao continente por uma ponte.

A 190 km da cidade de Nampula encontra-se a cidade de Moçambique, na ilha do mesmo nome, que foi a primeira capital da Província até 1898, título que perdeu a favor de Lourenço Marques. A ilha de Moçambique e a sua cidade, caíram num certo marasmo quando de lá saiu a sede do Distrito, continuou, no entanto, a ser o atrativo principal do distrito, pois os seus monumentos setecentistas e respectivo recheio faziam dela um autêntico museu de recordações da epopéia dos descobrimentos. Os monumentos ali existentes foram recuperados pelo arquitecto Quirino da Fonseca, e também nas Cabaceiras e Ilha de Goa.

Fornece alojamento atráves do Hotel OMUHIPITI de quatro estrelas; Na zona do Lumbo – Complexo Casuarina Campyng (Bahia Club). Tem os seguintes pontos de interesse: Museu de Arte Sacra; Palácio de São Paulo; Capela de Nossa Sr do Baluarte; Fortaleza de São Sebastião da Ilha de Moçambique – mandada construir em 1532, durante o reinado de D. João III de Portugal, para a defesa contra um possível golpe de mão de árabes e turcos da Ilha e também para prevenir qualquer invasão por parte de uma potência marítima rival da monarquia portuguesa, esta obra grandiosa só teve o seu verdadeiro início em 1558. Antes, havia apenas um baluarte português com artilharia para a defesa da entrada do porto e que tinha ao lado outra construção denominado precisamente Nossa Senhora de Baluarte.

PRAIA DAS CHOCAS – A 40 minutos da Ilha de Moçambique, mas no continente, é uma praia muito procurada pelos habitantes de Nampula para os fins de semana ou férias. Podendo pernoitar no Complexo Turístico Namarralo.

NACALA PORTO – A 193 km da cidade está a cidade de Nacala com as suas belas e lindas praias. Praia de Fernão Veloso (situa-se próximo de Nacala, 80 km a norte da Ilha de Moçambique), é uma praia que toda a gente Nacala e cidade de Nampula passam o seu fim de semana, com principais locais de alojamento com Hotel Maraia, Complexo Turístico Napala; Bela Vista.

Diz-se que o nome de Nacala tem a sua origem na língua kikua falada pelas populações locais, que são da raça macua. Segundo algumas opiniões a palavra seria formada dos dois vocábulos “Na Cala” e significaria “lugar do caranguejo”. Outros opinam que o nome da Nacala tem origem no vocábulo kikua “Nacala”, com a designação de “quietude”, dado às águas mansas da baía.

MALEMA – Um distrito que encontra-se a 232 km da cidade, com suas belas montanhas, uma vista as cordilheiras de Namuli, é obrigatória e interessante, é uma zona para a prática de turismo de montanha (alpinismo), podendo chegar através da via rodoviária e ferroviária.

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MÂNICA – região central (10? distritos): Chimoio (capital), Catandica, Gondola, Guro, Machaze, Machimpanda, Macossa, Sussundenga, Tambara, Vila Manica ou Vila de Manica.

Esta província vive essencialmente da exploração/produção agrícola de citrinos, flores, hortícolas, tabaco, da extração de minérios, tendo como principais produtos o ouro, fluorite e mica... Na Província de Manica não existe parque, mas uma reserva, a Reserva Nacional de Chimanimani, 4 Coutadas Oficiais e Áreas de Conservação (onde Edgar trabalha)...

CHIMOIO – Monte Bengo (vulgarmente conhecido por “Cabeça do Velho”, por ter formato de uma cabeça de um velho deitado), Barragem Chicamba Real, Instituto Agrário de Chimoio (onde Edgar estudou), Monte Binga – é o ponto mais alto de Moçambique, com 2.436 metros – localiza-se dentro da Reserva Nacional de Chimanimani.

VILA MANICA – Museu de Geologia, Montanha Penha Longa, Minas de Bauxite (exploração mineira), Pinturas Rupestres de Chinhamapere.


SÓFALA – região central (16? distritos): Beira (capital; com aeroporto), Buzi, Caia, Chemba, Chibabava, Dondo, Gorongoza, Inhaminga, Machanga, Macúti, Mafambisse, Manga, Maríngue, Marromeu, Muanza, Nhamatanda.

Fundada como colônia comercial no século XV, por mercadores árabes, os portugueses ocuparam Sofala, em 1506. Importante região de silvicultura, onde se destacam as madeiras semi-preciosas. É conhecida internacionalmente pelo açúcar e pesca do camarão.

BEIRA (cidade natal de Edgar) – Beira está no centro de Moçambique, a cerca 1.200 km de Maputo... Catedral, Porto da Beira, Praça do Metical, Praia de Makuti, Mercado Tchungamoto, Mercado Maquinin, Mercado da Praia, Largo do Município, Biblioteca, Estação dos Caminhos de Ferro, Farol.

PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA

RESERVA DE MARROMEU

SIX MILES – Grupo de lagoas onde se pode nadar e andar de barco.


TÊTE – região central (13 distritos): Tete (capital; cidade pitoresca, histórica e mais quente de Moçambique, com aeroporto, Ponte Suspensa, Igreja de Boroma), Changara, Chifunde, Chiúre, Macanga, Magoé, Marávia, Moatize [Minas de Moatize], Mutarara [ponte sobre o Zambeze], Songo, Tsangano, Ulongué, Zumbo.

Esta região é conhecida pela famosa barragem de Cabora Bassa. É rica pelos seus recursos minerais: carvão, ferro, ouro e pedras preciosas.

A penetração nestas regiões data dos princípios do século 16. Em meados desse século, assinala-se a presença de missionários que acompanharam as expedições de Francisco Barreto. No século 17, Tete era o centro da penetração comercial para o interior. Centro de uma região mineira, a cidade de Tete foi um dos mais antigos aglomerados portugueses em terras do interior de África. Como pontos de interesse da região de Tete, salientam-se as paisagens da Marávia e Angónia, com quedas de água ao longo do Zambeze.

BARRAGEM DE CAHORA BASSA – É a segunda maior barragem do Continente Africano e quinta mundial. Os imensos recursos do rio Zambeze deram prioridade ao estudo do aproveitamento regional da zona, designada genericamente por “Vale do Zambeze”, de que resultou a construção da barragem, cujo obra se iniciou em 1970.


ZAMBÉZIA – região central (17? distritos): Quelimane (capital), Alto-Mulocué, Chinde ou Vila de Chinde, Gilé, Gurué [Montanha de Gurue], Ille, Inhassunge, Lugela, Maganja da Costa, Milange, Mocuba, Mopeia, Morrumbala, Namarroi, Nicoadala, Namacura, Pebane.

Quelimane foi fundada como colônia comercial no século XV, por mercadores árabes. Localizada no Rio dos Bons Sinais, possui a Catedral Velha e a Mesquita de Quelimane. Província coberta por extensos palmares e grandes produções de chá. Nela, encontramos um pouco de tudo: campo, praia, montanha e vida selvagem. Praia de Zalala; Montanha Namúli; Vila de Luabo; Vila de Micuane.

RESERVA DE CAÇA DO GILÉ

NASCENTES DE ÁGUA QUENTE – Perto das cidade de Gilé, Lugela e Morrumbala.


GAZA – região sul (11? distritos): Xai-Xai (capital), Bilene [com a Lagoa de Bilene], Chibuto, Chicualacuala, Chidenguele, Chilembene, Chokwé, Mabalane, Macia, Manjacaze, Massingir.

Gaza é conhecida como o celeiro do país, onde se cultiva principalmente arroz no vale do rio Limpopo. É também uma importante origem de produtos como a banana, algodão e milho. Banhada a leste pelo Oceano Índico, com a Foz do Rio Limpopo, esta Província é conhecida também por suas praias, como a Praia de Bilene, a Praia de Xai-Xai e a Praia do Chonguene, por exemplo.

XAI-XAI – Localizada na margem do rio Limpopo, Xai-Xai cediou a criação do Parque Transfronteiriço Grande Limpopo.

PARQUE NACIONAL DE BANHINE e PARQUE NACIONAL DO LIMPOPO


INHAMBANE – região sul (15? distritos): Inhambane (capital), Cumbane, Funhalouro, Homoine, Inharrime, Inhassoro [centro pesqueiro com ótima praia], Jangamo, Mabote, Massinga, Maxixe [cidade predominantemente comercial], Morrumbenega, Nova-Mambone, Panda, Quissico [capital do distrito de Zavala possui lagoas e praias com paisagens lindíssimas], Vilanculos ou Aldeia de Vilankulo.

Limitada ao sul e a leste pelo Oceano Índico, sua costa possui extensas praias e plantações de palmares e cajueiros.

INHAMBANE – Uma das povoações mais antigas da África Austral, onde não deve deixar de visitar a Catedral e a Casa de Cultura.

PRAIA DO TOFO – Uma das praias mais procuradas de Inhambane, tanto para banhos como para pesca. PRAIA DA BARRA – Praia sossegada. PONTA LINGA LINGA – Acessível por barco.

ZÁVORA – Zona turística. Um dos melhores locais para a prática de mergulho. Praia de Závora; Praia de Paindane; Baía dos Cocos; Baia de Guinjata.

PRAIA DE MORRUNGULO – Praia excelente para pesca e mergulho, com uma paisagem muito bonita.

PARQUE NACIONAL DE ZINAVE e ARQUIPÉLAGO DE BAZARUTO


MAPUTO, ex-Lorenço Marques – região sul (? distritos): Maputo (capital), Alto-Máe, Bela-Vista, Bairro Central, Bairro do Aeroporto, Bairro do Mavalane, Bairro do Jardim, Bairro do Xipamanine, Bairro George Dimitrov, Boane, Catembe, Fomento, Inhaca [ilha que distancia de Maputo cerca de 40 km, pode ir de avião (15 min) ou de barco; destino famoso para passar o fim de semana], Machava, Magoanine, Magude, Malhangalene, Manhiça, Marracuene [vila localizada sobre o rio Incomati], Matola, Moamba, Namaacha [com as Cascatas de Namaacha rodeadas de paisagem magnifica], Polana, R. Garcia, Sommerchild, Xinavane.

Limitada ao sul pela África do Sul, a oeste pela Suazilândia e a leste pelo Oceano Índico, Maputo, é a Província mais ao sul do país, onde se localiza a capital de mesmo nome. Possui a maior densidade populacional e onde se concentram as sedes de grandes empresas. Em Maputo, come-se excelente camarão!

BARRAGEM DOS PEQUENOS LIMBOBOS – Local tranquilo que fornece água potável à região de Maputo.

RESERVA DE ELEFANTES ou RESERVA DE MAPUTO

PONTA DE OURO – Praias magnificas, com excelentes condições para a prática de mergulho.

PRAIA DE MACANETA – Praia de areia branca e mar aberto.

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NIASSA (forma usada em Moçambique) – NYASSA ou NYASA (à maneira inglesa), também foi chamada de Província do Lago – região norte (dividida em 15 distritos): Lichinga (capital; ex-Vila Cabral), Cuamba (ex-Nova Freixo), Lago, Macanhelas, Majune, Mandimba, Maniamba, Marrupa, Massangulo, Matangula (M’tangula ou Metengula; ex-Augusto Cardoso), Maúa (ou Mahua), Mavago, Mecula, Metarica (ou M’tarica), Muembe, Nipepe...

Abaixo, mapa do Niassa que, atualmente, compreende a região norte de Moçambique, também podemos ver o lendário Lago Niassa, hoje, Lago Malauí – principal atração da Província do Niassa! Pode-se chegar ao Lago Malauí através da cidade de Lichinga (um ramal ferroviário do porto de Nacala termina nesta cidade). Ao lado, a antiga bandeira do norte de Moçambique, a qual era quadrada, com uma borda vermelha em volta do amarelo, com cinco besantes azuis, colocados dentro do quadro amarelo. Isto é, evidentemente, uma bandeira portuguesa.

Das 10 províncias de Moçambique, Niassa é a maior, com superfície total de 122.176 km². Acontece, porém, que Niassa é a Província menos povoada do país, com menor densidade populacional: 6,2 habitantes/km². População: 756.287 (censo de 1997). Está situada no extremo noroeste de Moçambique, é montanhosa e foi muito afetada pela Luta Armada de Libertação Nacional. Em língua chiNyanja, niassa significa lago.

Limites: Tanzânia (ex-Tanganica) a norte, Nampula e Zambézia ao sul, Cabo Delgado a leste e o Lago Niassa e o Malawi (ex-Niassalândia) a oeste. Principais produtos: algodão, milho, sorgo, madeiras e pedras preciosas. Etnias mais representadas: macua, ajaua e nianja.

Apesar de ter muitas riquezas naturais – uma das quais, a costa mais alcantilada do Lago Niassa onde, neste momento se está a desenvolver o turismo – e excelentes solo e clima, esta região nunca se desenvolveu como as regiões costeiras. No período pré-colonial, o Niassa era uma importante fonte de marfim no comércio regional e mesmo internacional, através do Oceano Índico...

Nos seus mais de 100 mil quilômetros quadrados de superfície vivem pouco mais de 500 mil pessoas, número este que certamente ficou ainda mais reduzido devido à guerra que provocou muitos mortos e fugas maciças para os países vizinhos.

O Distrito do Niassa tinha sede em Vila Cabral. Era um distrito caracterizado por uma grande diversidade de climas, relevo e solos. Na extremidade do distrito encontra-se o Lago Niassa – possuindo uma temperatura mais amena, do que a região de grandes altitudes onde ficam situadas as terras de Vila Cabral e Maniamba. O lago reunia todas as condições para se tornar um ponto turístico muito interessante.

No distrito encontra-se as mais variadas atividades de produtos: sorgo, madeiras e pedras semipreciosas. Leguminosas são as principais produções agrícolas: algodão (em Amaramba e Marrupa), milho (nos planaltos), café, tabaco, mandioca, batata rena, batata doce, soja e feijão. Nos últimos anos foram também introduzidos árvores de fruto da Europa como a macieira, a pereira, a cerejeira e outras espécies que o clima frio e seco desta província favorece. O trigo é outra cultura introduzida neste chão riquíssimo do Niassa.

Não se pode falar do solo sem se falar de imediato no seu subsolo ainda não explorado, mas cujos estudos mostram riquezas que podem transformar o Niassa numa das Províncias mais desenvolvidas do país. Ferro, carvão, ouro são alguns dos muitos minerais que estão à espera de uma exploração... Falar do Niassa é também referir a grande encruzilhada humana, é falar dos Nianjas, Ajauas e Macuas, povos bantu que para aqui emigraram e fazem agora um caldeamento rico de cultura com as línguas, suas tradições, seus ritos, sua arte.

Tradições Musicais – A música é uma componente muito importante na cultura tradicional das etnias desta província. De destacar o uso, pelos homens, de um instrumento de sopro, que faz parte das orquestras tradicionais, feito de uma cabaça oca e seca, furada com tal precisão que o som dela emergente assemelha-se a um trompete. As orquestras destes instrumentos são formadas por vários músicos tocando cabaças de diferentes tamanhos.

Como chegar a Província do Niassa

Pode-se chegar em Niassa de quatro maneiras. A maneira mais prática é ir de avião, pela companhia aérea LAM a partir de Maputo, ou de Malawi e Pemba. A LAM (lam.co.mz) faz voos de Maputo para Lichinga três vezes por semana e para Cuamba duas vezes por semana. Podem-se fretar aviões do Malawí e Pemba para o litoral. De trem, desde Nampula ou Malawi. Os Caminhos de ferro de Moçambique oferecem uma excelente experiência de se viajar de comboio de Blantyre ou da Província de Nampula (o bem situado porto de Nacala) para Cuamba, numa carruagem de primeira classe incluindo serviço de restaurante.

Por estrada... do Malawi e litoral. Viajar de carro de Blantyre/Lilongwe para Lichinga é também uma opção. As estradas de Lichinga para as cidades principais mais próximas, Metangula, Cuamba e Cobué são transitáveis em qualquer época do ano, facilitando assim o turismo. Chegar na Reserva do Niassa de carro pode parecer uma viagem difícil, mas esta ocorre numa estrada transitável do lago para o litoral... de Lichinga para Pemba. Não existem estradas que liguem esta província à Tanzânia, e o acesso rodoviário é feito por uma estrada de terra batida proveniente da província de Cabo Delgado. Também pode chegar a Lichinga e ao Lago a partir do Malawi pela fronteira Chipode / Mandimba.

Excursão... de Costa a Costa. A viagem pela costa, que é banhada pelo Oceano Índico, pode reservar surpresas inesquecíveis, tais como o Lago com peixes multi-coloridos e de rara beleza, e lindas praias à sombra de coqueiros abundantes. Operadores de excursões e agentes de campo: Makomo Safaris (makomo@malawi.net), Ulendo Safaris (rob@ulendo.malawi.net), Kiboko Safaris (info@kiboko-safaris.com), Malawi Lake Services (malawilake@malawidirect.com). Para Moçambique: Manda Wilderness (mdw01@bushmail.com) e Euro Travel (eutravel@virconn.com).

História

No período colonial, foi construído um ramal de caminhos de ferro até Vila Cabral, como se chamava nessa altura a capital do então distrito do Niassa e, já nos últimos anos, como forma de apoio à guerra colonial, uma estrada alcatroada com cerca de 40 km. O colonato que se tinha instalado em Nova Madeira (atual...) era formado por agricultores pobres, que pouco contribuíram para o desenvolvimento da região.

Depois da Independência Nacional, em 1975, foi feito algum esforço para “recolonizar” a província e, na década de 1990, foi firmado um acordo entre os governos de Moçambique e da África do Sul que previa o financiamento para a instalação de farmeiros boers no Niassa, permitindo assim a reforma agrária naquele país. No entanto, a guerra dos 16 anos que muito afetou a província, impediu um real desenvolvimento...

A seguir ao Acordo Geral de Paz, em 1992, houve algumas iniciativas importantes, nomeadamente a concessão do Parque Nacional do Niassa a uma empresa privada, a instalação de uma Faculdade de Agronomia da Universidade Católica de Moçambique em Cuamba, a maior cidade da província e, neste momento, a rede viária, apesar de rudimentar, já permite a ligação efetiva entre os vários distritos...

A DIVISÃO ADMINISTRATIVA

Ao longo dos anos, administrativamente a região do Niassa sofreu várias alterações, tornando-se bastante difícil situar, no tempo e no espaço, toda uma complicada situação inerente às províncias, distritos, circunscrições ou concelhos e localização de muitas povoações; até porque várias terras mudaram de nome e local e outras extinguiram-se ou perderam importância, por circunstâncias variadas. Isto para não falar das diversas grafias utilizadas em cartas geográficas ou documentos, ao longo dos anos. “Niassa” é um caso paradigmático.

Niassa foi formamalmente um território português, no leste da África, administrado pela Companhia do Niassa. Durante sua vigência, que obteve seu estatuto de Companhia em 16/03/1893, o território estava dividido em circunscrições e estas em postos administrativos. A circunscrição do Lago tinha a sua sede em Metangula. Por decreto real de 22/11/1894, esta Companhia privilegiada foi autorizada a emitir selos postais próprios, com a legenda “Niassa” e, em seguida, “Companhia do Niassa”.

Em 27/10/1929, por haver terminado a respectiva concessão, os territórios da Companhia ingressaram novamente na administração de Moçambique e, consequentemente, voltaram a utilizar os selos desta Província... Portanto, selos foram emitidos entre 1898 a 1925, quando Niassa cedeu todos os direitos à Companhia de Moçambique. O território tornou-se parte de Moçambique em 1929.

Com a extinção da Companhia, o que aconteceu por força do Diploma Legislativo nº 182, de 14/09/1929, depois de um completo fracasso econômico e administrativo – a região muito pouco progrediu, em termos de praticamente todas as atividades econômicas e sociais –, no território, agora sob administração direta do Estado, foram criados dois distritos (igualmente divididos em circunscrições) – Cabo Delgado e Niassa.

O “Acto Colonial” trouxe novas e profundas alterações na divisão administrativa. A antiga Província Ultramarina, agora Colônia de Moçambique foi dividida em províncias e estas em distritos, mantendo-se a divisão básica em concelhos e circunscrições e estas em postos.

Assim, a partir de 01/01/1935, o distrito do Niassa foi extinto, criando-se a província do Niassa, com os distritos de Cabo Delgado e Moçambique. Neste esquema, por Portaria Ministerial nº 23, de 09/09/1945, foi criado, nesta província, anos depois, o novo distrito de Vila Cabral, com sede na localidade, em franco progresso, do mesmo nome. Mas logo no ano seguinte (Decreto nº 35.733, de 04/07/1946), este distrito passou a chamar-se distrito do Lago.

Nova e profunda alteração ocorreu com a “Lei Orgânica do Ultramar Português”. Acabaram-se as Colônias (pelo menos oficialmente), que passaram a designar-se, como antes, Províncias Ultramarinas, necessariamente divididas em distritos. É assim que, por força do Decreto nº 3.985, de 20/10/1954, o distrito de Lago, volta a designar-se distrito do Niassa. Mas apesar destas alterações, a circunscrição do Lago, com sede em Metangula, manteve sempre o seu estatuto de circunscrição e mais tarde concelho.

E assim se manteve até à data da independência de Moçambique. Só com a diferença de que, pela Portaria nº 17.320, de 21/12/1963, a denominação da vila Metangula teve o seu nome alterado para Augusto Cardoso, revertendo para o nome original depois da independência nacional.

Durante o período de transição, antes da independência de Moçambique, de acordo com Decreto-Lei nº 6/75, de 18/01/1975, foi alterada a divisão administrativa, de novo: os distritos passaram a designar-se províncias; os concelhos passaram a distritos, desaparecendo, portanto, aqueles. Assim, o concelho de Lago, passou a distrito, com sede em Metangula.

Registe-se ainda que, no período colonial, Metangula foi criada pela Portaria nº 3497, de 24/08/1938, mas a povoação era conhecida pelo menos desde os fins do século XIX, tendo alí sido instalado um posto militar, provavelmente em 1900 que, como tantas vezes aconteceu, deu origem à povoação, que viria a ser a sede da circunscrição do Lago, criada pela C.ª do Niassa...

CIDADE DE LICHINGA – Lichinga é uma cidade moçambicana, capital da Província do Niassa desde a era colonial, quando a cidade se chamava Vila Cabral. Uma cidade de interior, onde vivem cerca de pouco mais de 100 mil habitantes, dos 756.000 de toda a Província. Localizada no planalto com o mesmo nome, a cidade está rodeada por extensas matas e verdejantes plantações de pinheiros. Fica à altitude de 1.277 metros e oferece um clima agradável mesmo na altura mais quente do ano.

Administrativamente, a cidade de Lichinga é um município, com um governo local eleito e uma área de 280 km², situada a 2.800 kms de Maputo. A povoação foi fundada como Vila Cabral em 1931 e elevada a cidade a 23/09/1962, mas depois da independência de Moçambique, mudou seu nome para Lichinga. O Planalto de Lichinga é parte do famoso sistema de “The Rift Valley” que abrange os grandes lagos africanos e o declive que vai de Djibouti até ao Lago Niassa. Lichinga proporciona uma variedade de atividades recreativas através de teatro ativo e grupos de dança e na maior parte dos fins de semana, o complexo de cinema acolhe concertos e competições de beleza.

O restaurante “Chambo”, cuja proprietária é Dona Argentina, mantem-se conceituado ao longo dos anos pela deliciosa comida que serve, tornando-se deste modo, num ponto de encontro acolhedor para turistas. Outro local também agradável é a Quinta Capricórnio – um refúgio em Lichinga – oferece guias de língua inglesa para acompanhar os turistas à praia, à floresta, à área de conservação da vida selvagem, Chipandje Cetu, ou outra área que queira explorar.

Outros:
Lichinga Hotel – Hotel de luxo com sala para conferências, piscina e campo de tênis.
Cuamba Hotel Vison 2000 – Visite a mina de granada e viaje pela lendária serra Mitucue.
Pousada Lichinga – Renovada recentemente.

CUAMBA – Cuamba é uma cidade da província moçambicana do Niassa, localizada no distrito do mesmo nome. Administrativamente, Cuamba é um município, com um governo local eleito, uma área de 131 km² e uma população de 56.801 habitantes. Antes da independência de Moçambique, esta cidade tinha o nome de Nova Freixo. Encontra-se nesta cidade a Faculdade de Agrônomia da Universidade Católica de Moçambique.

LAGO – A vila de Metangula é a sede do distrito moçambicano do Lago, na província do Niassa. Administrativamente, Metangula é um município com um governo local eleito. A vila tem, de acordo com o Censo de 1997, uma população de 6.852 habitantes. O primeiro estabelecimento português em Metangula foi um posto militar construído em 1900 no contexto dos esforços portugueses para ocupar a margem oriental do Lago Niassa.

BELÉM – Belém é uma pequena cidade localizada em Mandimba – um dos 15 distritos da Província do Niassa. A Belém (de Moçambique) chamou-se antes Congerenge-Estacão e foi criada pela Portaria nº 8.111, de 03/12/1949; era uma estação do Caminho de Ferro de Nacala. Após a independência de Moçambique foi denominada Mitande, não sabemos por que razão.

Na “Primeira Relação de Nomes Geográficos da província de Moçambique – 1962”, Mitande figura como nome de um monte existente no local; talvez seja esta a origem do topônimo. À data da independência, Belém era uma Estação Telégrafo-postal de 2ª classe; conhecem-se carimbos do tempo colonial, um dos quais usado em 1982, vários anos após a mudança de nome. Curiosamente, uma notícia de maio de 1980, publicada nos jornais locais, refere que a província do Niassa tinha em atividade 8 estações de correios e telecomunicações de 1ª classe, 3 de 2ª classe (estando Mitande incluída neste número) e nada menos do que 101 de 3ª classe. Entretanto, não conhecemos qualquer carimbo de Mitande...

Adaptado para Girafamania, com texto original de Jorge Luís P. Fernandes,
CNF – Clube Nacional de Filatelia (www.caleida.pt/filatelia)
www.filatelicamente.online.pt/r106/artigo_html/revista106_3.html

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Última atualização: 14/03/2014.
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